Consultor Jurídico

Caso Mariana Ferrer

Após divulgação de informações falsas escritório é ameaçado em Santa Catarina

Informações falsas sobre escritório circularem em aplicativo de mensagem
Reprodução

O escritório Guedes e Brandão teve seu endereço divulgado em grupos de Facebook, WhatsApp e no Twitter e passou a ser alvo de ameaças em Florianópolis. Junto com o endereço foi compartilhada a informação falsa de que os profissionais da banca teriam atuado no caso em que o empresário André de Camargo Aranha foi absolvida da acusação de estuprar a influencer Mariana Ferrer.

Além dos dados e da informação falsa também foram compartilhadas mensagens de incentivo a depredação, violência e até o incentivo de que o local deveria ser incendiado. A informação é do site Juscatarina

Ao tomar conhecimento de que o endereço de seu escritório estava sendo compartilhado nas redes sociais, o advogado Silsso Brandão Júnior tentou corrigir as informações, mas não conseguiu convencer os internautas enfurecidos. Um grupo de pessoas chegou até a ir presencialmente ao local do escritório.

Os profissionais buscaram a OAB-SC em busca de auxílio e foram orientados a fazer um boletim de ocorrência. A Comissão de Defesa das Prerrogativas da entidade também passou a atuar em esquema de plantão para tomar qualquer medida judicial que for necessária.




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Revista Consultor Jurídico, 8 de novembro de 2020, 10h03

Comentários de leitores

1 comentário

Sentença nula no caso da influencer digital

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Diz a parte inicial do artigo publicado na Conjur no dia 07 de novembro de 2020, com o título "Sentença que absolveu empresário de estupro de influencer é nula: "Ao intervir poucas e tímidas vezes durante os ataques do advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, que defende o empresário André de Camargo Aranha no processo em que é acusado de estupro de vulnerável, à influencer Mariana Ferrer, o juiz Rudson Marcos demonstrou parcialidade em favor do réu. Por isso, a audiência e a sentença que absolveu Aranha devem ser declaradas nulas. É a opinião de professores ouvidos pela Conjur".

É evidente que, diante da gravidade dos atos perpetrados pelo advogado, a sentença é nula.

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