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Diante da catástrofe sanitário-econômica não cabe genocídio fiscal

Comentários de leitores

4 comentários

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Afonso de Souza (Outros)

A restrição fiscal já foi abandonada - e a PEC do Teto permite isso em caso de calamidade pública. A questão agora passa a ser sobre a combinação volumes de gastos extras x efetividade das medidas. É falso o dilema vida/saúde x economia. E demagogia também mata.
Por outro lado, as pessoas em melhores condições têm que ser mais solidárias. Não é possível, por exemplo, que determinadas categorias de servidores públicos muito bem remunerados não aceitem contribuir com uma redução temporária de seus vencimentos.

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Repensando o Estado e a Sociedade

Sandro Couto (Auditor Fiscal)

Parabéns! Excelente artigo que nos repensar essa trágica ortodoxia econômica que põe números acima de vidas.
Todos sabemos a importância da economia, mas de há muito somos solenemente relegados a segundo ou terceiro plano, quando o ser humano e o bem-estar comum deveria ser a meta das metas de qualquer governo e missão institucional do Estado.
Nesse sentido, não apenas o gasto do orçamento com os escorchantes juros tem que ser repensado, pois é fato que uma moratória temporária, duplicaria a capacidade de investimento da União, como também o sistema tributário, completamente regressivo e leniente com infratores, que demonstram nenhuma sensibilidade social ou solidariedade, quando sonegam impostos. Mesmo assim, são beneficiados com constantes anistias e outras renúncias fiscais, seja através de benefícios sem qualquer contrapartida, uma vez que os cortes que assistimos apenas prejudica a seguridade social, mas empregos nunca são gerados, sem falar em outros benefícios fiscais, ou através de constantes REFIS, sempre premiando o inadimplente.
E ainda o sistema financeiro que sequer podemos dizer que é tributado no país e ainda receberá um aporte de R$ 1,3 trilhão para ganhar mais ainda com recursos públicos.
Portanto, parabéns e sugiro que além disso, discutamos uma forma de fazer quem tem mais contribua mais nesse momento de crise, conforme solução apresentada pela Fenafisco e outras entidades, sugerindo tributarmos altas rendas, o que nos possibilitaria arrecadar mais de R$ 272 bilhões para combater a crise econômica, que tem se aprofundado com a pandemia de coronavírus.
Para quem quiser ler a íntegra: http://www.fenafisco.org.br/noticias-fenafisco/item-2/item/7723-artigo-tributar-os-ricos-para-enfrentar-a-crise

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O melhor artigo sobre o tema até agora

Raquel de Andrade. (Estudante de Direito - Tributária)

Parabéns, élida!

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A lógica fiscal e suas perversidades

Gabriel Guy Leger (Servidor)

Excelente reflexão da colega Élida Graziane Pinto, a partir da compreensão dos mecanismos fiscais que orientam a estrutura do Estado brasileiro, e de suas repercussões para toda a sociedade.

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