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Flexibilização da CLT

MP que suspendia contratos e salários prevê outras medidas controversas

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Comentários de leitores

6 comentários

OAB e Brasil

Eloi Duailibe Santos (Corretor de Seguros)

Notório que o posicionamento da OAB, é pura questão política do contra!!! Os advogados e brasileiros estão desamparados com esta e outras ações do "pequeno" Felipe Santa Cruz!!

Sobre a OAB

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Importa uma Instituição com o peso da OAB, aliás única profissão incluída na CF como essencial é a de advogado, sair do time que só aponta coisa errada, para isso já existem "doutores" que perderam as eleições e tomar frente de forma pró ativa. Não vi a OAB disponibilizar nada, doar nada, ou seus membros se sacrificarem em nada que não seja a escrita de longos textos jurídicos. Uma ação esclarecedora, uma parceria com a sociedade, seria bem vinda. Acho que tanto a OAB quanto o Brasil não deram muita sorte com a escolha de seu Presidente. Inconstitucional, sim, mas o que fazer? Qual a contraproposta? O que o Estado deve descartar de plano e porque. Campanhas, mãos à obra OAB. Com licença, tá aí BINGO, só dialética.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Excelentes observações. A OAB - assim como este site - é cada vez mais política e menos jurídica.

Legislação penal transitória

O IDEÓLOGO (Cartorário)

À semelhança do Direito Penal, o governo deveria editar Lei Ordinária Temporária para normatizar situação transitória.

OAB, o símbolo do ATRASO.

Eliel Karkles (Advogado Autônomo - Civil)

Esta posição da OAB é VERGONHOSA. Trata-se de uma situação excepcional, de calamidade, e não uma situação convencional. Chamar sindicatos pra que? Isso é bem coisa da OAB esquerdista. A opção é demitir todos, fecha a empresa, aí não precisa negociar nada. Um desastre total. Mas isso a OAB não vê. Que insensatez. A OAB perdeu a chance de fechar a boca!!! Que lástima.

Se preparem para as demissões

Christian Max Lorenzini (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Alguém acredita que os empresas aceitarão correr riscos?

Com tantos questionamentos sendo levantados sobre as propostas do Governo e das empresas para evitar demissões, além de tantos outros questionamentos sobre a validade de acordos individuais de trabalho que evitariam demissões, resulta óbvio que, no cenário atual de calamidade pública, as empresas certamente não irão correr mais esse risco.

A solução empresarial será simples e direta: demissão geral, e recontratação quando a epidemia estiver sob controle. É muito mais seguro. Afinal, para que correr riscos tentando salvar empregos através de acordos individuais que futuramente serão questionados na Justiça, com risco de serem anulados e gerarem um passivo enorme no futuro? Nem pensar, dirão os empresas. Não sou a favor de demissões, mas infelizmente é isso que vai acontecer em breve, e parece que algumas entidades não estão enxergando o óbvio.

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