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Comentários de leitores

13 comentários

Gostei!

Ondasmares (Prestador de Serviço)

Não conheço Márcio Chaer, acho que nunca tinha lido texto dele aqui e não sabia que é diretor do Conjur. Corajoso.
Eu sou leiga, não sou advogada, mas para mim, apenas pelas leituras de tudo que acontecia, estavam muito claras as falcatruas da Lava-a-Jato é o à vontade para acusar gente sem prova, como naquele caso para mim chocante da cunhada do Vaccari. O conluio da força-tarefa com a Globo e grande mídia levava à destruição da reputação das pessoas. Essa senhora foi estampada nos jornais como bandida foragida. Moro bateu o pé que era ela que aparecia no vídeo, sacando dinheiro de um caixinha. Prendeu preventivamente a mulher. Foi necessário a Folha mostrar que ele se enganou. Ele não pediu desculpa para aquela mulher, nada. Reagiu friamente. Houve casos de pessoas acusadas, expostas, que depois foram inocentadas, mas isso eles não alardeavam na mídia. Outro caso chocante: Moro condenou Vaccari a 15 anos de prisão por um crime do qual não era acusado. Até o desembargador amigo do Moro no TRF-4 escreveu na sentença que tinha sido "um lapso" do juiz. Um lapso!! 15 anos de prisão!! E outra: Rodrigo Tacla Duran já deu depoimento para vários países, mas só aqui se recusam a ouvi-lo, com uma série de pretextos. E o pior: o grampo ilegal Dilma/Lula vazado para a Globo por Moro, passando por cima do STF. E ninguém fez nada. Moro e força-tarefa estavam acima da lei. Grampearam escritório dos advogados do Lula. Moro grampeou os advogados do réu que ele ia julgar! Nunca tinha visto isso na minha vida antes. E todo mundo sabe o que aconteceu depois. Lula preso, Bolsonaro presidente, Moro ministro. E voilá! Dizem que isso se chama estado democrático de direito.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

As condenações de Lula (que não foram as únicas) foram confirmadas nas instâncias superiores, e por unanimidade. Quando Moro proferiu as sentenças, nada indicava que Bolsonaro poderia vir a ser presidente.

A lei é para todos?

Ezequias de Lima (Bancário)

'Polícia Federal - A Lei É Para Todos', filme sobre a Operação Lava Jato (2017): O roteiro dá destaque "ao papel decisivo da Justiça para que a investigação não fosse destruída pelas forças políticas envolvidas". Hoje, num hipotético filme sobre a Lava Jato de 2020, o roteiro daria destaque “ao papel decisivo da PGR para que a investigação não fosse destruída pelas forças curitibanas envolvidas”. Sugiro lançar o movimento ‘Beatificação dos procuradores da Lava Jato já’.
Afinal, a lei é para todos ou não?

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Sim, é para todos, inclusive para o "beatificado" que aquela operação ajudou a condenar por corrupção e lavagem de dinheiro.

Procuradores de Curitiba ...

Arlete Pacheco (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Tudo isso me fez lembrar de velho dito popular, que embora grotesco reflete bem certas situações: "quanto mais se mexe, mais fede". Às vezes fico perguntando aos meus botões se Moro não deu um tiro no pé ao sair do governo da forma como saiu. Deixou de representar à PGR sobre irregularidades supostamente presenciadas por ele, como era seu dever; apresentou seu pedido de demissão em entrevista pela imprensa, quando deveria ter feito no protocolo adequado e sem alarde e, pior ainda, anteriormente, na célebre reunião de ministros de 22/04/2020, deixou de dizer tudo que podia e devia em presença do Presidente da República, que teria tido a justa oportunidade de replicar! Que feio!!! Quem viver, verá.

Guardião

olhovivo (Outros)

Se for verídica a informação de que os "filhos de JANUÁRIO" usavam o sistema Guardião fora do protocolo legal, então nada os diferencia dos hakers presos por invadirem as comunicações deles e de Moro, fornecendo-as depois ao Intercept. A corregedoria precisa apurar isso com rigor, pois de todas é a mais grave. Aliás, é preciso que a corregedoria comece a impor limites ao vedetismo patológico dessa turma.... a foto acima é simbólica acerca dessa mazela, com pose e tudo, além dos outdoors nas ruas de Curitiba. Dá vergonha alheia ter que ver isso.

Operação

Helano Timbó (Advogado Autônomo)

Começou-se com um excelente trabalho contra a corrupção há muito sabida no meio político. Passado o tempo - e com aval da grande imprensa -, converteu-se em "órgão" eminentemente político.

Quanta agressividade.

Vercingetórix (Advogado Autônomo - Civil)

Se tivessem oportunizado o contraditório na matéria, como manda o bom jornalismo, a nota da parte afetada não seria necessária. É consequência da parcialidade escancarada do Conjur quando o assunto é lava-jato.

Que mundo vc está?

Cicero Batista de paiva neto (Outros)

Caro, que mundo vc vive? Procurador que faz conluio com magistrado que depois virá político não espere nada de legal. Estivesse mos em um país que respeita as leis o ex juizeco conje e esse procurador youtuber estariam na cadeia.

Coragem

Danilo Caser (Comerciante)

Aos bravos procuradores, porque a colheita das infâmias e mentiras que plantaram vai ser dura e amarga.

E a concordância verbal?

Felipe Costa - Advogado Ceará (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Além da falta de transparência, a eles falta o bom trato com a língua portuguesa.

Filhos de januário

olhovivo (Outros)

Por falar nisso, como é que está a investigação sobre a suposta propina ao tal JANUÁRIO (v. https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/11/30/messer-propina-procurador-lava-jato-januario.htm), o qual foi defendido com unhas e dentes pela turma "filhos de Januário" antes mesmo de iniciada qualquer apuração do grave fato. No caso de terceiros investigados, essa turma corria para os holofotes para estabelecer a culpabilidade antes mesmo de iniciada a instrução ou mesmo antes da conclusão da investigação.

Distribuição: procurador natural vs. vontade/pessoalidade

Celso Tres (Procurador da República de 1ª. Instância)

No seu testamento da Chefia da Lava Jato, o PGR Janot, 'nada menos que tudo, disse':

'Youssef e outros três doleiros menores já estavam presos, mas ainda não havia qualquer sinal das delações dele e de Costa. Outro detalhe: o procurador do caso, Pedro Soares, seria substituído por outro, Deltan Dallagnol. Até hoje não entendi por que Soares saiu do caso, mas, se era vontade dele, tudo bem. Dallagnol seria o substituto natural. Decidi criar a força-tarefa de Curitiba. Dallagnol teria carta branca para montar o grupo e para tocar livremente a investigação. - Vejam! Tal qual o Juiz, quando Procurador tem procedimento a ele distribuído, não pode declinar por acordo de vontades a outrem. Sob pena de sucumbir o princípio do promotor natural, as hipóteses são estritas da lei, suspeição e/ou impedimento. Também inexiste a figura de chefe da força-tarefa, consoante Janot investiu Deltan e esse, de fato, converteu-se em espécie de PGR da República de Curitiba. Membros chamados a colaborar - quem deveriam sê-lo pelo órgão superior da Instituição, não amigos de Dallagnol - devem atuar paritariamente

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