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Concurso de artigos científicos da AMB tem período de inscrições prorrogado

O 1º Concurso de Artigos Científicos do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ), promovido pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), teve o período de inscrições prorrogado até 31 de julho. A participação é livre e o texto apresentado precisa ser produzido em coautoria com um magistrado ativo, aposentado ou pensionista, membro da AMB. A ConJur integra a organização do concurso, que terá o resultado divulgado no dia 31 de agosto.

Divulgação

De acordo com o regulamento do concurso, os dez melhores artigos, conforme a pontuação obtida, serão publicados pela AMB em seus periódicos. Além disso, a ConJur vai divulgar os 30 textos com a melhor qualificação e o trabalho com a maior nota vai receber o Prêmio Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, além do direito de participar do Congresso Brasileiro de Magistrados.

Coordenada por Luís Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça e diretor do CPJ/AMB, a competição tem o objetivo de incentivar a produção acadêmica e a análise crítica dos dados de duas pesquisas realizadas pela AMB: "Estudo da imagem do Judiciário brasileiro", em colaboração com a Fundação Getulio Vargas (FGV), e "Quem somos. A magistratura que queremos". 

Os interessados devem enviar seus textos para o seguinte e-mail: cpj@amb.com.br.

Clique aqui para ler o edital
Clique aqui para ver a composição da comissão examinadora
Confira aqui a declaração para participação
Confira aqui o "Estudo da imagem do Judiciário brasileiro"
Confira aqui a pesquisa "Quem somos. A magistratura que queremos"

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Revista Consultor Jurídico, 24 de junho de 2020, 12h35

Comentários de leitores

1 comentário

Bom tema trab.análogo a de escravos,escrav. moderna da OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.
"DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO QUANTO O DESEMPREGO"

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