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Comentários de leitores

6 comentários

Manutenção do privilégio.

Antonio J Moraes (Escrivão)

ADVOCACIA PÚBLICA, HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, DESRESPEITO ÀS REGRAS CONSTITUCIONAIS E A MANUTENÇÃO DO PRIVILÉGIO.
(...)
As castas do serviço público se protegem.

Sugiro leitura:
https://blogdoantoniomoraes.blogspot.com/2020/06/advocacia-publica-versus-honorarios.html

Outros privilégios

Django Livre (Advogado Assalariado - Eleitoral)

Só faltou comentar a classe privilegiada dos militares, que escaparam da reforma da previdência e continuam acumulando privilégios, inclusive salariais, assim como as polícias, que além do salário recebem abonos, sobre os quais não incidem contribuição previdenciária e imposto de renda. Tem também as férias de 60 dias de magistrados e membros do MP. E as verbas de gabinete dos parlamentares e assessores com salários altos, que alguns usam pra fazer esquemas de "rachadinhas"... Tem de tudo!

abusrdo

Lincoln Silva (Advogado Autônomo - Civil)

um absurdo receber como advogado, mas na hora de pagar anuidade para a OAB não é advogado.

Não é absurdo

Lélia Maisa Martins (Advogado Autárquico)

Eu sou advogada pública e pago OAB todos os anos.

Pago OAB

Lélia Maisa Martins (Advogado Autárquico)

Eu sou advogada pública e pago OAB todos os anos.

Esclarecimento - obrigação de ser inscrito na oab

Carlos André Studart Pereira (Procurador Federal)

ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 21 DE JUNHO DE 2011

O CORREGEDOR-GERAL DA ADVOCACIA DA UNIÃO, no exercício das competências e atribuições previstas nos artigos 5º e 6º, da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, e art. 40, III, do Decreto nº 7.392, de 13 de dezembro de 2010, e considerando o despacho do Senhor Advogado-Geral da União constante a fl. 204 do Processo nº 00406.000246/2006-12, bem como a necessidade de orientar a atuação correcional e disciplinar, resolve expedir a presente orientação normativa, de caráter obrigatório a todos os Advogados da União, Procuradores da Fazenda Nacional, Procuradores Federais e integrantes do Quadro Suplementar da Advocacia-Geral da União, de que trata o art. 46 da Medida Provisória no 2.229-43, de 6 de setembro de 2001:

É obrigatória a inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil, por todos os Advogados da União, Procuradores da Fazenda Nacional, Procuradores Federais e integrantes do Quadro Suplementar da Advocacia-Geral da União, de que trata o art. 46 da Medida Provisória no 2.229-43, de 6 de setembro de 2011, para o exercício da advocacia pública no âmbito da instituição.

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