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Comentários de leitores

5 comentários

Lugar de fala

Jaburu (Administrador)

Bom texto e excelente visão. Continue falando das mazelas que afrigem nossa sociedade e ess é um bom lugar de fala. Comentários ruins e maldosos virão, mas seguiremos...

Comentário 2

Afonso de Souza (Outros)

Seu comentário é ruim. Aliás, o título que usou para ele já diz muito. 'Lugar de fala' é um termo ridículo.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Não seja simplista e maniqueísta, moça. A problema não é o "modelo capitalista", mas sim a falta de políticas públicas inteligentes e eficazes na habitação. Incluindo aquelas de governos de quem sempre se disse contra o "modelo capitalista" - mas que não dispensa seus luxos.
P.S. O capitalismo não é perfeito, mas é bem melhor do que a alternativa.

Alô oit ajude-nos abolir o trab. Análogo a de escravos

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.
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Gratidão pelo artigo

Diogojhony1 (Estudante de Direito - Criminal)

Uma verdadeira aula e reflexão sobre o direito à cidade.
Nos dias atuais, fico extremamente feliz em saber que temos grandes pessoas, inteligentes e que ainda lutam por uma sociedade justa, assim como a advogada Juliana Souza.

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