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Comentários de leitores

5 comentários

interesses pessoais

João Szabo (Advogado Autônomo)

16 por cento de aumento para os ministros do Supremo Tribunal Federal, enquanto os aposentados tem apenas a reposição de uma inflação que pelo que se sabe é fabricada por instituições também de atuação duvidosas; a preocupação em comer lagostas e tomar vinho importado de alto custo, sob as custas do erário público; sem contar a forma como são guindados a este cargo vitalício, que já é imoral sob todos os aspectos, não pode criar respeito ou credibilidade
Pode-se escrever centenas de lauda mas aqui o espaço é limitado.

O Judiciário representa o País!?

allconjur (Serventuário)

O que se sabe é que a maioria dos brasileiros não confia nas instituições públicas como um todo, não apenas no judiciário. Inclusive, acreditam que a sociedade seria melhor sem essas instituições, demonstrando total ignorância sobre o impacto que a retirada dos serviços públicos causaria em suas vidas. E a mesma maioria, quando em dificuldade, procura estas instituições pra solucionar seus litígios. E muitas destas pessoas mentem em juízo pra obter vantagens em relação à parte contrária. O brasileiro condena a sua pátria em todos os níveis, e com isso acaba condenando a si mesmo. Uma visão construtiva exige tempo e dedicação a ideais que estão além dos interesses pessoais, mas infelizmente o foco não é construir, e sim destruir. E depois de destruir, escalar a pilha de destroços só para mais uma vez atender aos próprios interesses.

Falta de confiança no judiciário.

Júlio M Guimarães (Bacharel - Trabalhista)

Esse é o preço de andarem metendo os pés pelas mãos.

Existem razões para isso.

Iracildo (Advogado Assalariado - Previdenciária)

Aos olhos do povo, e nossos também, o Judiciário defende desbragadamente privilégios pessoais e corporativos injustificáveis diante do cenário nacional. Além disso, a "sumarização" processual, com os corpos estranhos em que se constituem os denominados "juizados", corroem a busca da verdade, sacrificada em nome da redução do trabalho a ser realizado. Assim, o Judiciário paga o preço correspondente ao seu corporativismo.

Descrédito absoluto

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É sabido que no Brasil nem mesmo os juízes confiam nos próprios juízes

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