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Sistema de reféns

"Interrogatório sem advogado é uma das falhas do processo penal japonês"

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Comentários de leitores

6 comentários

E o meu filho?

Radgiv Consultoria Previdenciária (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Todos os comentários anteriores são válidos pelos opinadores, quero ver quando o filho ou parente próximo de um deles passar pela mesma situação. O Sistema japonês é rígido por outros motivos históricos, os que opinam favoravelmente deveriam estudar o assunto. Quando a acusação prevalece sem o direito a se contrapor, vira barbárie.

Japão é exemplo de sociedade pacífica

andreluizg (Advogado Autônomo - Tributária)

Japão é um dos países com as menores taxas de criminalidade no mundo. É uma nação com história milenar. Nesse quesito, com certeza eles tem muito mais a ensinar do que aprender com o ocidente.
Do contrário, nós Brasileiros, aplicamos teses de doutorado Européia no país, temos todas as "garantias", ECA, punibilidade a partir dos 18 anos, não temos prisão perpétua, agora temos até um juiz das garantias. Tudo uma grande utopia registrada em lei, ineficiente e morosa. Na prática mas nosso sistema jurídico é uma fiasco extremamente ineficiente. O Brasil é o país mais violento do mundo, número um do mundo em homicídios (aproximadamente 50.000 homicídios a cada ano). Sem falar na corrupção, roubos, furtos, estupros... O Brasil precisa urgente de pragmatismo para abordar a questão da violência.

Só um Elogio

joaovitormatiola (Serventuário)

Achei muito interessante a entrevista.

Processo penal japonês

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O processo penal japonês assemelha-se a outros processos penais de alguns Estados norte-americanos. Deveria ser aplicado aqui no Brasil a "terra de rebeldes primitivos".

Só que não.

Roberto Albatroz (Advogado Autônomo - Criminal)

Os japoneses precisam adotar o sistema processual penal brasileiro.
Juiz de garantias e esgotamento de quatro instâncias para poder prender.
Aí sim serão vanguarda, não é mesmo?

Errata

Marcelo de Alcantara (Professor)

Errata: Em 2019 entrou em vigor a reforma do Código de Processo Penal (gravação audiovisual de interrogatórios), e não Código Penal.

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