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Parcialmente procedente

Ex-chefe de gabinete de Beto Richa é condenado a 10 anos de prisão

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O juiz federal substituto Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, julgou parcialmente procedente as acusações do Ministério Público Federal do Paraná contra Deonilson Roldo, ex-chefe de gabinete do ex-governador Beto Richa, que foi condenado a dez anos e cinco meses em regime inicial fechado. Também foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e fraude à licitação, além de pagamento de multa.

Deonilson Roldo era chefe de gabinete do ex-governador do Paraná, Beto Richa
Reprodução

Julgado na mesma ação penal, o empresário Jorge Theodócio Atherino, operador financeiro do grupo político que comandava o estado do Paraná entre 2011 e 2018, também foi condenado pela prática do crime de corrupção passiva.

Atherino foi condenado a quatro anos, nove meses e 15 dias de prisão em regime inicial semiaberto. Tanto Roldo como Atherino foram absolvidos das imputações do crime de lavagem de dinheiro.

Também foram condenados executivos e funcionários do Grupo Odebrecht, denunciados pelo MPF-PR.

5039163-69.2018.4.04.7000/PR

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 22 de janeiro de 2020, 21h58

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