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Distrito Federal proíbe entrada de "relógios inteligentes" em visita prisional

A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), órgão vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, anunciou nesta terça-feira (14/1) que passou a proibir a entrada de smartwatches, ou “relógios inteligentes”, durante visitas prisionais em seu território.

Sesipe anunciou proibição de "relógios inteligentes" durante visitas prisionais
Pixabay

A medida, segundo a Sesipe, ocorre após o sistema identificar a possibilidade de advogados dos internos viabilizarem que seus clientes façam ligações clandestinas por meio do dispositivo. 

“Estamos tendo problemas com alguns advogados. Recebemos a informação de que muitos cobram valores altos aos internos para entrar com smartwatches que fazem ligações e troca de mensagens”, afirmou o subsecretário do órgão, Adval Cardoso. 

Ainda de acordo com ele, foram tomadas “medidas imediatas para proibir a entrada desses dispositivos nas unidades prisionais, e nossa inteligência está sendo empregada para que não se repita no DF problemas semelhantes de outros estados”. 

Além de ligações telefônicas — nacionais e internacionais — , os relógios inteligentes, que possuem acesso à internet, têm diversas outras funções. Entre elas, é possível visualizar e enviar mensagens de voz. Com informações da Agência Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 14 de janeiro de 2020, 13h50

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