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Propaganda irregular

Procon multa SBT por publicidade infantil no YouTube

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Excesso de Estado

Simone Andrea (Procurador do Município)

O mero fato de a publicidade tentar cativar as crianças não causa dano algum. Cabe aos responsáveis, que têm o poder de compra, atender ou não à criança, colocar-lhe limites e ensiná-la a pensar, a controlar os próprios desejos. No mais, refrigerante não é droga, brinquedo não é droga, e institutos como o Alana, que veem a liberdade como um mal e exigem o paternalismo do Estado, convencendo mentes acríticas, fazem muito mal.
Mais: enquanto o Alana fica dando trabalho inútil para o Poder Público, por que não se preocupa com o que realmente faz mal às crianças? Exemplifico: a exposição das crianças a cultos religiosos fundamentalistas, a exposição das meninas a pregações de "submissão", a ausência de políticas de contracepção para usuários de drogas? Porque filhos de usuários de drogas implica no nascimento de crianças condenadas à miséria, à doença e à violência.

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