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Comentários de leitores

5 comentários

Quando inadmissíveis?

Gabriel Antonio Roque (Outros)

E será um "recurso inadmissível" o mesmo que um recurso improvido? E no caso de um recurso conhecido (admitido), mas não provido?
Penso que o termo usado pelo legislador poderá originar discussões.

Direito Penal Italiano

Vercingetórix (Advogado Autônomo - Civil)

Lá na Italia também se exige referendo da Suprema Corte Constitucional para prender?

Medidas

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Para diminuir a exponencial violência que aflige o "povão" (o intelectual fica em seu Gabinete refrigerado, lendo Kant, Aristóteles, M. Heidegger, e participando de Congressos, no qual teorias sem aplicações práticas são discutidas), algumas medidas para redução da criminalidade:
- A criação de um "Estado Policial", com valorização das carreiras estatais envolvidas no combate ao crime, com elevação dos vencimentos e concessão de condições e aparelhos de trabalho modernos.
- Fornecimento de educação, saúde e segurança alimentar ao povo brasileiro.
-Ampliação do saneamento básico, através de um programa semelhante ao "PROER" do FHC ( o pior presidente da história).
-Construção de presídios federais nas fronteiras do Brasil com a Venezuela e Colômbia, e com horário de trabalho para cada funcionário público envolvido com segurança, de seis horas diárias.
-Criação de cobras sucuris em locais especiais, para que atinjam onze metros, para deglutir os insensíveis rebeldes primitivos que venham a falecer nas prisões, evitando o gasto público com sepultamento desses perdedores.
-Permissão para que os "rebeldes primitivos" tenham serviço religioso a sua escolha.
-Ausência de prescrição no caso dos crimes contra a vida, contra os costumes, feminicídio e contra a administração pública.
-Aplicação de hormônios femininos aos presos mais violentos.
-Eliminação da detração penal.
- Ressarcimento do dano ocasionado pelo rebelde primitivo à vítima, com a prestação de serviço coativo, e sessenta por cento do produto, entregue à vitima.

Discordância plena

Max (Advogado Autônomo)

A contrário do que prega a senhora/senhorita Ana Lúcia, e a articulista, não se pode entender as críticas. Primeiramente, a impunidade corre solta no nosso País. A prescrição intercorrente como era feita, era uma ofensa, e a morosidade judicial é extremamente conhecida (vide caso Pimenta das Neves).
Segundo, querer a sociedade segura (sem desrespeitar a integridade dos Réus), não é errado. Em nenhum momento há menosprezo pelo direito de defesa.
O que a articulista e a comentarista acima, não levam em conta, como a maioria dos criminalistas do país, é que a extrema proteção do Réu, passando por cima da vítima, só provocará uma maior desconfiança e desilusão com o poder judiciário. Quer queiram, quer não queiram é o posicionamento.

Mais um Defensor Público contra os réus, sonhando em ser MP

analucia (Bacharel - Família)

Mais um Defensor Público contra os réus, sonhando em ser MP. por isso, número de presos aumenta anualmente no Brasil.

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