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Joias e relógios

Leilão da Justiça Criminal de São Paulo arrecada mais de R$ 1 milhão

A Justiça Criminal de São Paulo concluiu nesta semana o leilão de 94 lotes de produtos apreendidos no inquérito referente à “operação ostentação”, deflagrada pela Polícia Civil em outubro de 2018. A hasta pública, realizada apenas por meio eletrônico, foi deferida pelo juiz da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, Ulisses Augusto Pascolati Junior.

O montante arrecadado ultrapassou R$ 1,3 milhão, um aumento de cerca de 290% em relação ao valor de abertura, que girou em torno de R$ 455 mil. Os valores ficarão depositados em conta judicial. A venda desses ativos elimina gastos da Justiça paulista com manutenção, aluguel, limpeza e vigilância.

Foram registradas quase 50.700 visitas e 177 pessoas se habilitaram para participar do leilão. Foram 2.173 lances em pouco mais de um mês entre a abertura e o encerramento da praça. O certame foi executado pelo leiloeiro público oficial Marcelo Valland e incluiu joias, como pingentes, pulseiras, anéis e brincos, bolsas, óculos, e relógios de marcas como Gucci, Rolex, Chanel, Prada, Dior e Dolce Gabbana.

Hastas públicas são atos do Poder Judiciário em que bens de um devedor são vendidos e o valor arrecadado é usado para saldar dívidas com credores e as despesas dos processos de execução. Os produtos ofertados são previamente avaliados e podem apresentar preços abaixo do valor de mercado. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-SP.

Revista Consultor Jurídico, 29 de fevereiro de 2020, 18h33

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