Consultor Jurídico

Comentários de leitores

24 comentários

A invasão vertical dos bárbaros

Carlos Goncalves de Andrade (Professor Universitário - Civil)

O que o Prof Streck tanto critica é na verdade um fenômeno cultural mais amplo - que obviamente também atinge o Direito - a redução do homem médio ao estágio pré-civilizado, nos termos de "A invasão vertical dos bárbaros" de Mário Ferreira dos Santos. Vale a leitura.

Caro Dr. Pintar

Thiago Bandeira (Funcionário público)

O seu primeiro e mais grave erro é levar essas colunas do Lenio a sério. Não passam de ativismo político, egotrip e virtue signalling.
Depois vem o fato de levar meus comentários a sério. Sério!?
Enfim, não leve isso aqui a sério, este site ja foi pro buraco há tempos.

Ah sim! Já ia me esquecendo. O Sr. disse que eu deveria estudar sobre tolerância né? Pois é. Fui ver o que Lenio diz sobre isso e achei isso aqui:
"... como dizia o Barão do Itararé: “diga-me com quem andas e verei se posso sair contigo.”. Terante ele. Né?
Bingo?

bob 2013

pereira07 (Prestador de Serviço)

Na decada de 80, houve um tenente do exercito que se amotinou tambem por maiores salarios, fez ate ameaças de bomba em quarteis.Foi afastado e reformado no posto de capitao, ele era da esquerda? nao me lembro.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Colunista, o Sardenberg não é defensor do establishment, é defensor do bom-senso. O que às vezes, ou muitas vezes, implica discordar de você.

Tolerância

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Embora eu não tenha procuração do prof. Lenio para responder a vosso questionamento, prezado Thiago Bandeira (Funcionário público), a resposta parece bem óbvia quando se conhece um comportamento humano atualmente em falta no Brasil: tolerância. Procure estudar o que isso significa, quando verá que vossa pergunta não possui nenhum sentido.

O enfadonho Sr. Streck

Júlio M Guimarães (Bacharel - Trabalhista)

Os maiores inimigos dos juristas, são os juristas que se utilizam de algum conhecimento jurídico para defender o indefensável.
Nisso o "jurista" Streck é mestre.

"Perguntar não ofende" Mais um "falaciano"

Sidnei Santos (Advogado Autônomo)

Ataque o argumento, não o argumentador...como é triste observarmos a falta de argumentos em "contra-argumentar".
É a pura "subsunção" da conduta ao texto do artigo...pobre Brasil!

Perguntar não ofende.

Thiago Bandeira (Funcionário público)

Caro professor,

Do alto da sua superioridade moral, poderia o senhor nos explicar como estes fatos lhe causam tanto espanto sendo que vc joga bola e posa para fotos com pessoas que defenderam o regime de Maduro até os 48 do segundo tempo "à luz dos holofotes e sob os aplausos de claques que compõem esse simulacro todo?

Tem aqueles que dizem que há uma democracia na Venezuela até hoje, como o lateral esquerda João Pedro Stedile.

São esses os democratas a que o Sr. se refere quando escreve em seus textos coisas do tipo "nós, os democratas"?

Afinal, se falhamos, o que dizer dos seus amigos de pelada?

Só o obrigado semanal.

Willian AlPag (Estudante de Direito - Administrativa)

Obrigado, prof. por mais um esclarecimento. toma um tempo danado da sua equipe mas tira a gente da caverna cada vez mais.

Excelente texto!

IsauraLibre (Professor)

O Prof. Lenio mais uma levanta o ponto fundamental: a falta de profundidade é aclamada na sociedade moderna. Os resultados estão aí.

Venho repetindo há de muito... (como Lénio gosta de falar)

Ricardo Coelho de Araujo (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Mais uma vez, novamente, o texto se preocupa sempre em atacar aqueles que não são, digamos assim, da patota do jurista. Critica aqueles que não pensam igual a ele, mas não por conta de matemática, mas por opiniões livres. Por outro lado, quando a oposição do governo lança coisas desastrosas, como um certo sujeito disse que era um "governo de miliciano", nem uma linha é retratada. Fecham-se os olhos.

Falo isso desarmado de qualquer posição política. Mas é impressionante como não só o jurista, mas também a Revista vem dando ênfase negativa ao governo - merecida, em certos pontos -, enquanto, de forma muito sútil, enobrece a oposição.

Enfim, anos e anos que acompanho a Revista e nunca a vi assim. Iguais os demais veículos de comunicação. Parece que há algum "rabo preso" a algué do passado. Triste. Tomara que, finalmente, esse comentário seja publicado, porque os outros 10 que deixei, não foram.

Problema Sistêmico

Felipe Richard Xavier (Outro)

Não só o mundo jurídico, mas a sociedade como um todo está bestializada. Como dito no texto, somos atores de uma vida fictícia, mentirosa. No final das contas, apenas o estudo verdadeiro salva.

Destacando

SMJ (Procurador Federal)

"Os maiores inimigos dos juristas são eles mesmos. O Direito ajudou a destruir o país e, quem foi o responsável? A comunidade jurídica jura, de pé junto, que não tem nada a ver com isso."

Dois pesos e duas medidas.

Villela (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Salvo engano, e sem preocupação de ser contraditado, não me lembro de ter visto algum escrito do autor do texto quando da ofensa à Regina Duarte, às advogadas ofendidas por dirigente da OAB, mulheres ofendidas quando foi dito que tinham "grelo duro", etc etc.
Qualquer ataque às mulheres agridem a todos, não favorece o bom diálogo. Desde que, não sejam "dois pesos e duas medidas". Jamais aceitarei seletividade nesse aspecto.
Repito: se me equivoquei, aceito de bom grado meu erro. Se errei.......

Estado-espetáculo & Cidadão-espectador

Celso Tres (Procurador da República de 1ª. Instância)

"A pós-modernidade se caracteriza por um ritmo extremamente intenso de mudanças e de acontecimentos, com a redução dos limites de tempo e de espaço.

Também o Estado pós-moderno é um Estado em crise permanente. Não apresenta uma face estável e se encontra em permanente modificação. As propostas de alteração nem são implementadas e já estão sendo substituídas por outras. O mesmo se passa com o próprio Direito. As instituições políticas e jurídicas adquirem as mesmas características do espetáculo(entretenimento) e da moda.

Pode-se falar numa espécie de 'Estado Espetáculo', destituído de objetivos específicos, a não ser produzir manchetes jornalísticas. Algumas atividades estatais e jurídicas parecem ser desenvolvidas não para promover mudanças efetivas na realidade, mas para manter a atenção do 'cidadão-espectador'. Há uma espécie de compulsão pela modificação ou inovação, mesmo que destituídas de qualquer consistência ou utlidade"(Prof. Dr. Marçal Justen Filho, "Curso de Direito Administrativo", Saraiva, 2006, p. 15)

Quem está acostuma à penumbra, se incomoda com a luz

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Vejam que a CONJUR nos últimos dias, quebrando sua linha editorial tradicional, resolveu abrir um pequeno espaço para um jornalismo sério, permitindo que Lula e Temer (dois ex-presidente da República) pudessem expor no Veículo suas ideias de forma livre, sem amarras ou "filtros" indevidos. Foi enxovalhada por uma quantidade infinita de impropérios, lançados nos comentários e em outros espaços. É que estamos tão acostumados à penumbra das reportagens parciais, que abordam apenas alguns aspectos da questão sob a perspectiva de uma das partes, que acabamos por nos incomodar com a luz da verdade pura e simples externada quando alguém se manifesta diretamente, sem amarras ou edições. Também não gosto de Lula, e menos ainda de Temer, mas o espaço a eles cedido para manifestarem suas ideias pela CONJUR é o verdadeiro jornalismo.

Jornalismo também tem sua culpa

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Concordo com a conclusão do prof. Lenio de que Direito ajudou a destruir o país. Porém, penso que nessa atividade destrutiva há um parceiro inseparável do mundo do direito, talvez com uma parcela de culpa ainda maior: a imprensa. Desde há vários anos, é algo raríssimo alguma reportagem que reproduz com exatidão alguma notícia jurídica. O comodismo tomou conta dessa importante ramo de atuação humana, contentando-se quase todos os jornalistas com informações fáceis divulgadas por alguns grupos, quase sempre reproduzindo o que é do interesses deles. Mesmo aqui na CONJUR, em em outros veículos especializados, é quase sempre impossível se saber o que aconteceu nos casos citados nas reportagens. Os envolvidos não são ouvidos, ao passo que a reportagem não sai a campo em busca da notícia. Contentam-se com o que alguém disse, enfatizando quase sempre aspectos pitorescos das questões, relegando a segundo plano a essência. Veja-se que aqui na CONJUR a maior parte das reportagens sobre ocorrências processuais é reprodução literal de notícias estampadas em sites de tribunais, que por sua vez enfoca apenas o que interessa aos magistrados. E, por mais curioso que possa parecer, todos se contentam.

Democracia signfica respeitar o sufrágio da urnas

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo. Data-Vênia," temos que respeitar o sufrágio das urnas. Isso é democracia. Vamos parar de choramingar. Isso é fato: O Presidente Jair Bolsonaro está recolocando o país nos trilhos do desenvolvimento. Estancou a sangria dos cofres públicos. Acabou com a corrupção que reinava no país. Isso incomoda àqueles que churchavam o dinheiro do erário. Então? Claro que a oposição tem todo direito de utilizar do "jus sperniandi" . Podem espernear à vontade. Não queremos o retorno da maior quadrilha de todos os tempos que estava saqueando o Brasil. Ou Será que tudo que o nosso Presidente fala é ilegal, imoral ou engorda? (RC). É preciso respeitar o sufrágio das urnas e a independência dos Poderes dos Poderes. O Presidente Jair Bolsonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos não pode se curvar para sindicatos cujo bastonário foi eleito de forma indireta, em pleno regime democrático, com menos de 81 votos. Deixem o Presidente Jair Bolsonaro trabalhar e cumprir suas promessas de campanha dentre elas o fim do trabalho análogo à de escravos a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil CATIVOS da OAB devidamente qualificados pelo Estado MEC jogados ao banimento num verdadeiro desrespeito à dignidade da pessoa humana. A Lei maior deste país é a Constituição que é bastante clara em seu art. 209: compete ao poder público avaliar o ensino. Isso é papel do MEC junto as Instituições de Ensino Superior – IES, que integram o Sistema Federal do Ensino. A Lei nº 10.861, de 2004, que institui o , o Sinaes, não possui nenhum dispositivo permitindo permitindo a interferência das corporações no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES

Brilhante texto

Walkiriagm (Outros - Trabalhista)

Como sempre, o Prof. Lenio nos oferece um brilhante texto, uma análise lúcida do caos a que chegamos, uma oportunidade de reflexão, principalmente para a classe juridica. Mas o texto é também mais uma prova de seu grande amor pelo Direito e um convite para continuar resistindo.

Até quando o tema é consenso e a concordância é natural

Schneider L. (Servidor)

O articulador consegue dificultar a leitura. É difícil fazer um texto sem ironias, insultos e a egotrip costumeira? Qual o ponto de provocar indivíduos com o qual discorda, sobretudo se eles adotaram a atitude que se esperava: a civilidade.

Talvez o "jurista" tenha esquecido, mas numa democracia é normal que as pessoas tenham opiniões dissidentes sobre diversos assuntos, mas que cheguem à um consenso em outras. Parece que a cada duas colunas, é necessário insultar jornalistas com o qual discorda. Não é isso que o presidente faz?

E ainda falar que ditos "jornalistas" são do "establishment" enquanto se encontra em banquetes palacianos com lagostas e vinhos e jogando futebol com condenados. Bingo para hipocrisia!

Comentar

Comentários encerrados em 28/02/2020.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.