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Nenhuma suprema corte no mundo julga mais que o STF, diz Toffoli

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, disse em entrevista exclusiva em visita à TV ConJur não ver problemas na decisão do colega Luiz Fux que suspendeu a suspensão da implementação do juiz das garantias. "Isso faz parte das diferenças de opiniões."

Mas reforçou a quantidade de decisões colegiadas proferidas pelo STF. "Foram, no ano passado, mais de 17 mil decisões colegiadas. Nenhuma suprema corte do mundo julga isso. E aí é inevitável que você tenha decisões individuais."

O também presidente do Conselho Nacional de Justiça afirmou não ver problemas em opiniões díspares dos 11 membros do tribunal. "Isso é a nossa cultura de julgamento há cem anos. Para você ter a transparência da decisão nós só sabemos o que cada qual vai dizer no momento do julgamento. Triste são locais em que os juízes se sentam em salas, como dizem os latinos, cerradas, e lá eles decidem e depois trazem a público a sua decisão final sem nenhuma transparência. Eu prefiro o nosso sistema. É mais transparente."

Clique aqui e leia a íntegra da entrevista, e veja abaixo o quinto vídeo da série:

Revista Consultor Jurídico, 20 de fevereiro de 2020, 13h37

Comentários de leitores

13 comentários

Julgamento do supremo

ubira39 (Outros)

Esses julgamentos, são imparciais, um tem uma pitadinha de: "eu te nomeei";

por outro lado,
é sinal de que as instâncias inferiores
estão muito aquém da auto suficiência.

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Conta outra Seu Ministro !

rcanella (Funcionário público)

Ora, nenhuma suprema corte no mundo se mete tanto em lides onde não deveria se meter como o nosso famigerado STF.

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Venha Descartes: perdeu-se a racionalidade:

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

O ministro hodiernamente que não julga, delira propagandeando sofismática e midiática o supremo, ao alardear estatística que se regularmente cotejada, minimamente, destronarão a verbalizada hediondez hercúlea a que se remete ao labor supremo; tendo como contraponto que seus ministros estão sempre participando de viagens e palestras. Nessa prefalada álgebra tofiliana custa acreditar o homo normalis, a qual deve ser vista como propaganda enganosa ( art. 37, 1º CDC ) tangente aos consumidores da justiça brasileira manca.

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