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Munição investigatória

Supremo começa julgamento sobre constitucionalidade de Gaeco

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Comentários de leitores

8 comentários

Advogando em favor do crime e pela impunidade

Erson Ramos (Jornalista)

Ao ler os comentários dos "doutos" defensores de corruptos e corruptores presos nas operações de forças tarefas como a Lava Jato se percebe que eles querem mesmo continuar enriquecendo as custas da impunidade de quem rouba o erário e compromete o futuro da nação.
Demonstram um vitimismo e uma ignorância sobre a história recente que seria risível se não confirmasse a tragédia moral de nossa sociedade leniente com o crime tipificado como de "colarinho branco".
A própria liderança da OAB está enterrada em denúncias e vínculos inaceitáveis para a sua história e importância social. Esperar o que de uma educação freiriana e uma contaminação doutrinária das nossa universidades? Isso vai piorar... E teremos tempos sombrios pela frente...

Hipertrofia, descontrole e desgoverno.

Ferraciolli (Delegado de Polícia Estadual)

Quem fiscaliza o fiscal?

Excesso de poder

magnaldo (Advogado Autônomo)

O MP é órgão de acusação e, assim, parcial por natureza. Se entende alguém culpado, como ocorreu na lava jato, manipula provas para acirrar a acusação. Os erros judiciários serão maiores com a atuação do MP na investigação.

Congresso omisso

JCCM (Delegado de Polícia Estadual)

Senhores parlamentares, passa do momento de vossas excelências devolverem a Constituição Federal o seu valor maior, acima do próprio STF proativo.

As polícias civis e federal, judiciarias, estão na carta magna como responsáveis pelas investigações criminais e o órgão acusador pelas ações penais, e não foi por omissão que o legislador constituinte assim o fez. Impediu, já naquele momento, a vontade desmedida dos membros do Ministério Público em avançar. Derrotados, criaram uma teoria que porcamente o STF depois veio a assentir.
Chegamos em tempos obtusos de hiper poder, onde a convicção sem provas vingou acima de qualquer processo legal ou princípio de direito.
É assustadora a omissão dos congressistas, deixando de promover a mais importante interpretação da lei, ou seja, legislativa. Aquele que a concebe é o mais indicado para interpretar seus mandamentos.
Vamos sair da zona de conforto e tomar enfim uma posição séria contra os desmandos daquele que já é, por suas ações, o quarto Poder, sem haver prescrição em lugar algum do ordenando jurídico.

O ministro Lewandowski tem como fundamentar seu voto?

Schneider L. (Servidor)

Aparentemente ele já o antecipou, e ainda assim, pediu vista ao declarar que o modelo de força-tarefa está a margem da lei e fora de controle.

Gostaria de saber como ele argumenta isso, sem levar em consideração os resultados proporcionados pelas diversas task forces em âmbito mundial, e não somente nacional.

E tem advogado aqui comparando forças-tarefas à SS do 3º Reich. Isso demonstra uma ignorância da história, das próprias instituições e suas atribuições, e claro, de Direito.

Constitucional????

Bruno Castellar (Advogado Autônomo - Administrativa)

Onde, em toda a Constituição Federal, está escrito que o Ministério Público é órgão de investigação criminal????
O que existe é uma interpretação muito da sem vergonha do "quem pode mais pode menos."
Como sempre, dá-se o jeitinho brasileiro, uma interpretação aqui, uma resolução acolá. E por um passe de magica virou órgão de investigação criminal.
O delegado mais caro do mundo!!!
Respeitar o que esta escrito na Constituição ninguém quer, nem o STF!

Não há maioria ainda!

Antonio da Silva (Servidor)

Votaram com o relator mais 4 ministros. Assim, não há maioria ainda formada, como noticiado aqui!

Repetição do modelo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Os Gaecos são versões modernas da SS de Hitler, cujo objetivo é atuar com base na pessoalidade para perseguir, assediar, e reunir provas falsas em face a adversários, bem como acobertar crimes praticados por seus membros. Tudo isso com a conivência da população brasileira, e do Supremo Tribunal Federal.

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