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Sexta-Feira 13

Procurador lavajatista testemunhou em favor de Messer em episódio do caso Banestado

Comentários de leitores

3 comentários

E.T.

olhovivo (Outros)

... E já teriam oferecido delação premiada ao doleiro dos doleiros. Daí a necessidade de a PF poder fazê-lo.

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O gato comeu!

O JR (Advogado Autônomo)

Ele é pirófago, o bichano,

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Cadê a pirotecnia?

olhovivo (Outros)

Não cabe condenar por antecipação o sr. Paludo, pois vige um princípio fundamental de civilidade que é o da presunção de inocência, algo que que o MPF vive desprezando (com entrevistas coletivas, power points, pirotecnia e carnaval pra cima do alvo), desde que não seja membro da corporação patologicamente corporativista. Mas é certo que se o infeliz objeto de conversa de terceiros fosse outrem, já haveria há muito pedidos de quebra de sigilo telefônico, bancário, fiscal, busca e apreensão com vazamento para a imprensa para mostrar a PF saindo da residência do alvo carregando relógios, jóias, computadores, documentos etc., etc., etc. Talvez os filhos de Januário, com esse episódio, aprendam um pouco como funciona e como deve ser o processo penal civilizatório.

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