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Uma boa ideia

Gilmar Mendes absolve reincidente que havia furtado pinga e outras bebidas

Comentários de leitores

5 comentários

Pequenas causas

JA Advogado (Advogado Autônomo)

O maior problema é uma causa dessas chegar à Suprema Corte - o Brasil deve ser o único país do mundo em que isso acontece. É tema que deveria acabar no Juizado Especial.

Pequeno furto está liberado?

Agnunes (Auditor Fiscal)

Por favor, alguém me responda: segundo Gilmar Mendes, quem conete pequeno furto não corre qualquer risco? Como se já não bastasse o tal princípio da insignificância (o oposto da tolerância zero), o meliante de pequeno porte pode praticar o ato diversas vezes, que nada sofrerá? É isso mesmo? Eu posso tentar furtar a carteira do Ministro diversas vezes e ficarei impune? Depois não querem que a população faça justiça com as próprias mãos...

Reincidente

DJU (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A maioria do STF , contra o entendimento de Celso de Mello e Gilmar Mendes, orienta-se no sentido de que não se deve aplicar o princípio da bagatela em casos de reincidência e procedimento criminoso reiterado. O paciente já cumpriu pena por roubo, tem várias outras denúncias de furto qualificado em 2019 e foi condenado em primeira instância por violência doméstica, a ser apreciada ainda em segunda instância. O ministro Gilmar não só desrespeita o entendimento predominante do STF, como também autoriza criminosos habituais a continuar com seus furtos desde que o valor deles seja pequeno. Comerciantes e proprietários de Mauá, cuidado com seus bens porque, se forem furtados em valor pequeno, a Justiça de Gilmar Mendes não os protegerá. Para o ministro, mais vale uma tese do que uma decisão justa.

Opinião

Professor Edson (Professor)

O ministro precisa entender que não é só a devolução do produto do roubo que importa. E o prejuízo psicológico do comerciante?, isso quando realmente não são vítimas de latrocínio, e o jovem criminoso?, como será reeducado se ele nem responde por seus atos criminosos, não precisa mandar para a cadeia, mas algo precisa ser feito, é um reincidente.

E o comerciante???

Professor Edson (Professor)

O judiciário mais caro do mundo não quer se comprometer, enquanto isso o comerciante é quem paga o pato, mas o que esperar de um STF e seus 30% de "aprovação" popular, e olha que acho muito heim.

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