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Ida ao Vaticano

Lula pede autorização para visitar o papa Francisco no próximo dia 13

Os advogados do ex-presidente Lula comunicaram ao juiz federal Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Criminal Federal de Brasília, que o petista pretende ir ao Vaticano para uma audiência com o papa Francisco, no próximo dia 13.

Ex-presidente Lula pretende visitar o Papa Francisco no próximo dia 13 de fevereiro

A viagem deve acontecer entre os dias 12 e 15 de fevereiro. Por conta disso, o ex-presidente pede o adiamento do interrogatório sobre processos do bojo da operação "zelotes", que estava agendado para o próximo dia 11.

“Conforme se procedeu durante todo o tramitar do feito, o peticionário declara que não deixará de comparecer a nenhum ato judicial para o qual sua presença seja obrigatória”, argumentam os advogados.

Nessa ação penal, Lula é acusado de corrupção passiva por supostamente ter participado da venda da MP 471/2019, que prorroga os incentivos fiscais para montadoras nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

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Revista Consultor Jurídico, 4 de fevereiro de 2020, 22h11

Comentários de leitores

5 comentários

E você, seria recebido?

O JR (Advogado Autônomo)

Já não se dirá se seria recebido pelo Papa, mas por um dos milhares de desembargadores que colocam assessores como anteparo de advogados que solicitam audiência?

KKK

Maria Mangabeira (Administrador)

Brincadeira, só em terras tupiniquins mesmo um condenado viaja para onde e quando bem quer, apenas "informa" ao juiz kkkk. Ser bandido grande neste país compensa!

Escárnio é condenar alguém para fraudar eleições

GUIMARÃES OLIVEIRA ADVOGADOS (Advogado Sócio de Escritório)

O comentarista José Weide fez um comentário político. Na verdade, político-partidário. Não se trata de uma opinião técnico-jurídica.
Fica evidente o ódio que tem do ex-Presidente Lula. O antipetismo fica evidente, porque escorre pelas frestas do seu texto como uma gosma grudenta.
Diz: "Colocar que este individuo 'informa' ao juiz tal pretensão é um escárnio com a sociedade e com o poder judiciário, estritamente."
É certo que o indivíduo Weide não acompanhou aquele julgamento das ADCs pelo STF. Se acompanhou, não entendeu nada, estritamente. Recomendo a leitura do art. 5.º, inciso LVII, daquela mulher esplendorosa e que já foi muito festejada, mas que tem sido múltipla e coletivamente estuprada, cujo nome é Constituição Federal da República.
Agora, vamos falar de escárnio.
Escárnio com a sociedade, seu Weide, é alguém ser condenado sem acusações e sem provas, ao arrepio das leis e da Constituição, por agentes públicos notória e comprovadamente não-isentos, contaminados partidariamente, para impedir que esta pessoa dispute eleições por saberem que ela iria vencê-las.
Escárnio com a sociedade, seu Weide, é o juiz que decretou esta condenação nula receber como "pagamento" pelos "serviços prestados", logo depois, a nomeação para Ministro da Justiça do governo pelo candidato que venceu as eleições assim fraudadas.
Mais escárnio ainda com a sociedade, seu Weide, é o presidente eleito em razão da fraude confessar publicamente que a segunda parcela do "pagamento" ao juiz, pelos "serviços prestados", será a nomeação dele para uma vaga no STF.
Vivemos em dois mundos paralelos, caro indivíduo Weide.
Eu prefiro permanecer e apostar no meu, onde devem imperar as leis sobre todos e prevalecer a Senhora Constituição Federal acima de tudo.

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