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Princípio da impessoalidade

Advogados divergem sobre ataque da Secom à brasileira que concorre ao Oscar

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Comentários de leitores

7 comentários

Lanço meu desafio!

Charles Arthur Guedes (Administrador)

Pra resolver isso é muito simples.

Que um cineastra bolsonarista escreva e dirija um documentário mostrando uma outra versão desses fatos, com provas, filmagens, áudios e tudo mais que deram VERACIDADE ao documentário da Petra Costa, tal qual chegou a maior premiação DO MUNDO.

Díficil né minions???

Será que ela que vive numa mentira ou são vocês que não enxergam o próprio nariz?

Secom fez seu papel de informar

Maria Mangabeira (Administrador)

Diante de tantas mentiras espalhadas internacionalmente por esta cineasta totalmente parcial, herdeira de uma das maiores empresas de MG, a qual está envolvida na lava-jato, faz bem a SECOM em informar a verdade. O próprio filme é uma fake news e não merece qualquer Oscar. Esta indicação envergonha a academia e os brasileiros que lutaram para extirpar do poder este partido nefasto, poluído de corruptos, que a cineasta tanto defende.

Improbidade

JCCM (Delegado de Polícia Estadual)

Cadê o zeloso Ministro Público Federal para instaurar uma ação de improbidade administrativa em razão do uso da máquina em viés pessoal?

Aqui não cabe gostar ou desgostar do documentário.

Quem vai dize-lo é o público.

Mãe, ao Estado a isenção deve ser intransponível, como a exemplificar sua posição laica diante de seguimento religioso ou protetora quanto a orientação sexual de todos os cidadãos.

Tá mais do que na hora da atual equipe de governo atuar para todos, sem paixões e como seus próprios membros alardeam, sem tendências ideológicas.

O direito à verdade

Carlos A Dariani (Consultor)

Quando alguém ganha projeção internacional e faz comentários que não correspondem à verdade sobre o seu país e seu governo ele tem todo direito de esclarecer a verdade, pelo menos a sua verdade. A cineasta tem todo direito de dizer que gosta ou não do estilo do governo, da pessoa do presidente, mas quando diz que há uma série de inverdades que habitam o inconsciente onírico da esquerda o país tem o direito de esclarecer a verdade. Não houve ataque à pessoa dela, nem à sua produção, mas apenas à sua fala que desinforma. Certo o governo

Pior ela defamando e mentindo

Jgtsantos (Contabilista)

Esta no oscar nao é nada diante, da mentira. E usando do fato de esta concorrendo ao oscor para desacreditar o nosso país. A sescom fez bem.

Há um meio termo aqui

Schneider L. (Servidor)

Utilizar a SECOM para atacar a cineasta é desvio de funcionalidade, abuso de poder e na atual conjuntura também serve como cortina de fumaça ao encrencado chefe da SECOM, que beneficiou suas empresas e seus clientes com a máquina estatal. Algumas das crises fabricadas no governo Bolsonaro tem o intuito de produzir esse efeito.

De igual maneira, o benefício de pessoas selecionadas pela máquina estatal foi convenientemente deixado de lado no documentário da cineasta. O documentário é de uma desonestidade e viés enorme, e apesar da bela cinematografia, não é merecedor de um Oscar, por não retratar a realidade corrupta ao qual o país foi exposto nos últimos anos.

De igual maneira a entrevista da cineasta é carregada de desinformação que merecem repúdio. Por mais trágica que seja a eleição de Bolsonaro, ele não foi eleito por causa de "fake news" de WhatsApp como aquela mencionada envolvendo Haddad.

É tão difícil chegar ao meio termo? Há críticas a serem feitas para ambos.

Anti-Bolsonaro.

Professor Edson (Professor)

A militância não é anti-Brasil é anti-Bolsonaro, todo mundo sabe da ligação da cineasta com o PT e os partidos de esquerda.

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