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"Privataria Tucana"

Jornalista é condenado por quebra de sigilo de pessoas ligadas a José Serra

Autor do livro Privataria Tucana, o jornalista Amaury Ribeiro Junior foi condenado com outras quatro pessoas pela juíza Barbara de Lima Iseppi, da 4ª Vara Federal de São Paulo, pela quebra dos sigilos fiscais de pessoas ligadas ao ex-senador José Serra e ao ex-vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge.

Crime ocorreu no ano em que José Serra perdeu a eleição à presidência para Dilma
Agência Senado

A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo. O jornalista foi condenado a pena de sete anos e dez meses de reclusão por oferecer vantagem indevida a funcionário público. Ele teria aliciado um despachante para obter cópias das declarações do Imposto de Renda da filha e do genro de Serra, mediante uso de documento falso.

Segundo o jornal, a sentença informa que Amaury Ribeiro tinha a consciência sobre o emprego de meios ilícitos em sua solicitação. Consequentemente, teria havido dolo direto para a prática de corrupção.

Na época, em 2010, José Serra concorria à presidência da República contra Dilma Rousseff e relacionou o ocorrida à campanha da petista.




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Revista Consultor Jurídico, 22 de dezembro de 2020, 21h33

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