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5 comentários

Processos psicológicos - ii

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

linguagem, etc.
Posterior à isso, é preciso entender que a memória é classificada como de Curto Prazo, Longo Prazo, Autobiográfica, Episódica e Sensorial. Essa definição é bastante focada na psicologia, já que outras áreas as separam apenas como de curto e longo prazo (https://cursoestudomemorizacao.com.br/memoria-psicologia/).

Ora, oito mentes distintas, de pessoas com realidades de vida diferentes, reconhecerem o "rebelde primitivo".
É por isso que o Direito não é Ciência. Os seus juristas o consideram como tal, diante de "complexo de inferioridade" frente às Ciências Naturais, Física, Química, Astronomia e Biologia.
O que se vê em Direito é a submissão da Ciência a raciocínios, geralmente enviesados, para justificação de determinados comportamentos.
Alguns estudos, que foram reputados de "demarcados" dizem que, a Ciência se desenvolve melhor em sociedades com maior grau de desenvolvimento social, humano e econômico (você não tem preocupação com as necessidades básicas - Democracia norte-americana), como também, naquelas nas quais o controle estatal é maior, diante da concentração em objetivos impositivamente definidos (Fascismo Teutônico e Estado Soviético).

Processos psicológicos - i

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Diz o texto: "Em mais uma decisão histórica sobre reconhecimento de pessoas, o Superior Tribunal de Justiça absolveu, nesta terça-feira (15/12), Tiago Vianna Gomes, condenado em segunda instância pelo roubo de uma motocicleta ocorrido em 2017, após ter sua fotografia selecionada pela vítima. Com voto do Min. Relator Sebastião Reis Júnior, a decisão alinha-se ao entendimento de que um reconhecimento pessoal não pode ser a única prova para a condenação. Prova dependente da memória que é, o reconhecimento deve, necessariamente, ser combinado a outros elementos de prova, não sendo suficiente para superar o standard probatório elevado que o processo penal impõe.
Até o momento do julgamento do HC 619.327/RJ, Tiago Vianna Gomes já colecionara nada menos do que oito reconhecimentos. Oito. O elevado número que, em princípio, poderia ensejar desconfiança contra Tiago serve, em realidade, para pôr em xeque o procedimento conhecido como “álbum de suspeitos”. Isso porque não há qualquer controle sobre o momento exato em que uma imagem pode passar a constar no álbum; nem acerca da maneira que, em constando no álbum, é exibida às vítimas/testemunhas; tampouco a respeito de quando deva ser obrigatoriamente excluída do “baralho do crime” '.

Os processos psicológicos básicos da MEMÓRIA são os seguintes:
A CODIFICAÇÂO, que envolve o processo de entrada e registro da informação e a capacidade de mantê-la ativa para o armazenamento,
O ARMAZENAMENTO, que envolve a manutenção da informação codificada pelo tempo necessário para que seja recuperada e utilizada quando for evocada,
A EVOCAÇÃO, também chamada de Reprodução, que se caracteriza pela recuperação da informação registrada e armazenada, para para que possa ser usada por outros processos cognitivos como pensamento...

Foi mal

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Estava indo bem, mas argumentos fracos; primeiro, não há motivos para colocar no álbum fotos de pessoas que não cometeram crimes, salvo se for para não elucidar; segundo; o reconhecimento não é o único subsídio utilizado,mas somado a outros pontos. Por fim não se aceita mais esse argumento falacioso de punitivista, pois o que oferecer a quem sistematicamente prática crimes? A outra face? Punitivista é o pensamento de quem impõe sanção fora da prática de ilícito, aquele que comete crimes tem sim de ser punido ou reverterá a ordem. Veja RJ onde Brizola disse que resolveria sem polícia e veja no que deu. Decepção com esse artigo, os anteriores foram tão bons.

O problema é punir que merece.

J. Henrique (Funcionário público)

o problema chegar à autoria do fato de maneira irrefutável para, aí sim, punir. Temos um caso clássico em que imagens de câmeras mostravam que o bandido tinha mais 180cm mas a vítima 'reconheceu' um rapaz de 160cm e só com este elemento ele foi condenado e passou 2 anos até que 'erro' foi reconhecido pela Justiça.

Eita!

J. Henrique (Funcionário público)

"...fosse reconhecido"

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