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AMB divulga vencedores de concurso de artigos nesta terça-feira

A Associação dos Magistrados Brasileiros divulga, nesta terça-feira (1º/9), às 9h, os vencedores do I Concurso de Artigos Científicos do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ/AMB). A revista eletrônica Consultor Jurídico é parceira da iniciativa, que foi coordenada pelo diretor do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ), ministro Luís Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça.

O objetivo do concurso é incentivar a produção acadêmica e a análise crítica dos dados de duas pesquisas realizadas pela AMB: “Estudo da imagem do Judiciário brasileiro”, em colaboração com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), e “Quem somos. A magistratura que queremos”.

Ao todo, foram 41 artigos escritos por magistrados associados à AMB. Os três primeiros colocados recebem o troféu “Prêmio Ministro Carlos Alberto Menezes Direito” e a gratuidade da inscrição para o XXIV Congresso Brasileiro de Magistrados, promovido pela AMB. O segundo melhor artigo será contemplado ainda com a hospedagem. E o vencedor desta primeira edição leva todos os prêmios anteriores, mais a passagem área.

Os dez melhores artigos, conforme a pontuação obtida, serão publicados pela AMB em seus periódicos; a ConJur divulgará os 30 textos com a melhor qualificação.

O anúncio dos vencedores será feito no dia que marca os 11 anos da morte do homenageado pelo prêmio, Carlos Alberto Menezes Direito. "Por uma boa coincidência a memória dele vai ser lembrada através daquilo que ele mais cultuava que era o intelecto", afirmou o filho de Carlos Alberto, Gustavo Direito.

Será possível acompanhar a divulgação dos vencedores pelas redes sociais da AMB: InstagramFacebook ou YouTube.

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Revista Consultor Jurídico, 31 de agosto de 2020, 13h39

Comentários de leitores

1 comentário

Qual deles retrata a escravidão moderna da OAB?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níquei$ exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim..

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