Consultor Jurídico

Comentários de leitores

9 comentários

Advogado desconhece quem representa

Antonio Maria Denofrio (Advogado Autônomo - Civil)

Esse advogado, que sequer pode ser chamado de colega, desconhece que em nossa profissão não defendemos nossos direitos mas os direitos da população. Assim, quando ele se posiciona em crítica a questão desconhece sua profissão, a ética profissional e quem ele deve defender.

Até parece

Márcio Pinho Barbosa (Administrador)

Sob o pretexto lícito de defender a própria categoria, o articulista joga para a torcida e faz média com os magistrados.
Nem todos os juízes são éticos ou respeitosos.
Recentemente o Brasil teve a oportunidade de observar como são "sempre éticos e respeitosos" os juízes.
Aqui mesmo neste Consultor Jurídico já foram veiculadas notícias de desrespeito de magistrados a partes e advogados. Precisamos lembrar que um certo ex juiz possui ação de suspeição por conta de quebra flagrante de imparcialidade pendente de julgamento perante o Supremo Tribunal Federal?

Diríamos que um certo "distinguishing" é necessário

Dr. Paulo Moreira (Advogado Autônomo)

As ponderações dissertadas pelo douto Professor dão conta de que a grandeza desse munus público que a nós foi incumbido (me refiro tanto à advocacia pública quanto a advocacia privada) reflete o propósito constitucional e estrutural do Estado de Direito, de modo que esse sistema não permitirá disfunção.

Nossa

joaovitormatiola (Serventuário)

Pelo que eu li aqui, o que eu pensei que fosse o original, na verdade, deve ter sido outro então.

Afetação desnecessária

Thiago Soares Assistente Jurídico (Servidor)

Artigo excessivamente afetado (para não dizer ofensivo). Bastava rebater os argumentos do colega sem perder a elegância. Mas isso é para quem tem argumentos técnicos. Quem não tem, parte para o "ad hominem". Lamentável, doutor.

Texto brilhante

R9inaldo (Administrador)

Dr. Cézar R. Bitencourt não merece palmas, merece o Tocantins inteiro.

A parcialidade do advogado na defesa do interesse do cliente

Alisson Farinelli (Professor)

Acertada a posição externada pelo ilustre Professor. Sendo a indispensabilidade e essencialidade do advogado cláusula constitucional indeclinável, no processo judicial o advogado contribui, na postulação de decisão favorável ao seu constituinte, ao convencimento do julgador, e seus atos constituem múnus público (art. 2º, § 2º, Lei nº 8.906/94). À toda evidência, despachar com juízes e desembargadores, respeitando os limites da ética profissional, é prerrogativa inafastável da boa advocacia; relegar tal mister é sonegar efetividade a dialética do processo na vertente do princípio da cooperação, tão em voga no foro.

Magnífico

Immanuel Kant (Advogado Sócio de Escritório)

Texto brilhante.

Puro melindre

Thiago Soares Assistente Jurídico (Servidor)

Eu li o artigo mencionado. Embora soe heterodoxo, máxime por partir de um advogado, é totalmente desnecessário o tom ora utilizado para respondê-lo. Parte-se para a argumentação "ad hominem" e esquece-se de refutar a tese (com argumentos técnicos, não ofensas). Dispensável tamanho melindre. O articulista parece não gostar muito de ser questionado ou de prestar contas de seus atos. Pessoalmente, achei interessantes os argumentos trazidos pelo artigo original. É hora de romper com velhas práticas que hodiernamente não mais fazem sentido.

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