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Pulou o Balcão

Por atuar na produção de provas, Moro não poderia ter julgado caso Banestado 

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Comentários de leitores

23 comentários

Decisão do STF não parece ser absoluta

Skeptical Eyes (Engenheiro)

-E se as provas juntadas(ao ver do STF ilegais) não interferirem na mudança da decisão tomada e o juízo de 1ª instância mantiver a decisão ?
-Pode o juiz de 1ª instância solicitar diligências para verificar a validade das provas e reinserí-las no processo mantendo a decisão se for o caso?

Moro não poderia ...

Arlete Pacheco (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Quer dizer então que, além de Moro, os desembargadores e os ministros que ratificaram a sentença também foram parciais!!!!!?????? ME ENGANA QUE EU GOSTO!!!

Muito bem lembrado!

Skeptical Eyes (Engenheiro)

Continuando o raciocínio e voando um pouco mais longe teríamos os Exmos. Desembargadores e Ministros do STJ como pretendentes a cargo político ??????
Ora essa, que vão pentear macacos que o povo não é trouxa.
Usar o PJ para guerrinhas particulares ou partidárias deveria ser motivo de impeachment inaldita altera pars.

Um fio de esperança para que o direito posto se sobreponha

JCCM (Outros)

Parabéns aos Ministros que anularam os atos arbitrários do juiz acusador, carente de isenção, pois, nos dá um fio de esperança de que o direito posto se sobreponha, finalmente, aos desmandos jurídicos até aqui notados.

Ao contrário

Afonso de Souza (Outros)

São os dois juízes, logo eles!, que não têm moral para falar em isenção.

O também juiz Marco Antonio Barbosa de Freitas entende e concorda com a linha do Moro:
"Toda a celeuma gira no entorno do papel do juiz nos dias que correm, em especial quando em jogo o jus libertatis num processo penal; ensina-se, geralmente ainda no segundo ano das faculdades de Direito, que, em casos tais, o juiz não deve se conformar com posição de passividade em relação ao que acusador e réu lhe trazem de material probatório para julgar – a tal verdade meramente formal –, mas deve espontaneamente avançar na busca de provas, em caso de eventual inércia ou inépcia dos que, originariamente, deveriam bem se desvencilhar de tal mister.

Aprende-se, então, nas aulas de Teoria Geral do Processo, que nessas situações o juiz dará cabo do princípio da verdade real, eis que independentemente de solicitação das partes, seu objetivo maior é chegar o mais próximo possível dos fatos como realmente ocorreram; obviamente que estas linhas não se destinam à Comunidade Jurídica, para quem, certamente, esta é lição para lá de elementar, mas sim àqueles que, não sendo do meio jurídico, estranharam a procura do juiz, a todo tempo, por provas que pudessem delinear o eventual comportamento delitivo dos réus sob seu julgamento".

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/a-verdade-real-de-moro/

Comentário vazio

JCCM (Outros)

Afonso de Souza (Outros), as colocações que o senhor tem feito neste periódico demonstram sempre um alinhamento servil daquele princípio esdruxulo de que os fins justificam os meios... que em verdade afronta os comezinhos princípios legais em um Estado de Direito.

Só por isso, em sentido figurado, está na manada raivosa, irascível, que faz de mantras midiáticos, criados pela direita elitista, defende com unhas e dentes em detrimento da massa desvalida.

Daí, ainda que inconformado, chamar a massa que pensa em contrário, apoiando a aplicação escorreita das leis de corruptos vai uma distância insustentável.

Lhe faltou argumentos e uma boa dose de educação.

Ainda bem que sua palavra não tem tamanha relevância assim e terá que se adequar ao senso comum, da maioria.

Comentário 2

Afonso de Souza (Outros)

Você não fala pela maioria, e muito menos determina o que seja o senso-comum. Tampouco eu falo. Mas muito provavelmente. e acho que sabe disso, a maioria concordaria comigo, e não com você e com aqueles dois juízes soltadores de corruptos.

Em tempo: usar "direita elitista" foi ridículo, e vazio, e diz muito sobe você e nada sobre mim.

PARCIALDADE suprema

Alessandro - DF (Advogado Autônomo - Civil)

Moro não foi parcial; na verdade, essa decisão não se trata de parcialidade. PARCIALIDADE MESMO VEMOS NO STF. O que tem de ministro, processualmente impedido, parcial, mas que continua julgando casos em que não poderia julgar.

Manchete Corrigida

acsgomes (Outros)

Ministros parciais contra a Lava Jato anulam condenação por suposta imparcialidade de Moro mesmo após confirmação por 3 desembargadores da 2a instância e 5 ministros do STJ.

Diga-me com quem andas.....

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

G.M, Lewandowski e Tofolli não têm moral para falar de parcialidade. Os dois últimos vivem "votando" nos processos em que o chefe-amigo os indicou para o honroso cargo no STF. Já G.M. deu-se por suspeito para relatar o H.C de João de Deus, mas nunca o fez para os processos de seus compadres da vida privada, envolvidos em falcatruas. G.M. tem mais medo das leis de "Deus" do que do mundo real, talvez porque saiba que aqui está bem acompanhado.

Gilmar e lewandoviski não são o supremo

João Peixoto (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

O supremo não, apenas gilmar mendes e ricardo lewandoviski.

O supremo é composto de 11 membros, dos quais apenas 3 são juízes.

Gilmar e lewandoviski não são juízes, embora ocupem o cargo de julgadores.

Gilmar e lewandoviski falarem em parcialidade de qualquer pessoa não passa da hipocrisia.

Se aproveitaram da ausência de um dos membros para fazer o que queriam. Exatamente o que o senhor gilmar costumava apontar o seu dedo demagogo para o barroso.

Faz de conta que não vi.....

Skeptical Eyes (Engenheiro)

Estamos mal representados no Congresso Nacional pois não é a primeira vez que argumentos processualistas são usados para anular julgamentos.
No antigo CPP dizia que o juiz faria a livre apreciação das provas e poderia (deveria) solicitar novas diligências se o caso.
Srs. isto não se trata de processo cível, a meu ver o juízo das negociações entre partes. Trata-se de um processo penal e hipócrita e omisso o juiz que ignorasse a verdade que está alí a seus olhos.
O MP , a meu ver, não deve ser visto como o senhor da verdade pois como qualquer atividade humana também está sujeito a falhas. Ora, se o juiz viu algo que o levaria a uma decisão errada fez muito bem em agir em pról da justiça.
Justiça de acordos e acertos entre partes é para outros conceitos de justiça. Direito processual já conferido por outras duas instâncias é infra constitucional e sequer deveria ter sido recepcionado pelo STF que se apequena, e a meu ver, decide em erro. Parece que há um halo de vontade pessoal nesta decisão.
De tanto falarem mal de Moro há autoridades que estariam impedidas de julgarem qualquer causa que lhe dissesse respeito. Mas quem acusaria o impedimento do Rei?
Se o objetivo indireto for destruir a Lava Jato mais ainda ela se fortalecerá.

Aplausos da turba

olhovivo (Outros)

A impressão que se tem é que essa dupla, Fachin e Carmen, têm mais preocupação em receber aplausos da manada do que aplicar a lei e cumprir o juramento da posse. É assim em Burundi.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

A impressão que se tem é que essa dupla, Lewandovski e Gilmar, têm mais preocupação em atacar Moro e receber aplausos da manada dos corruptos do que aplicar a lei e fazer justiça.

Dossiês

José Ribas (Advogado da União)

Nada como uns dossiês para q fachin e Carmen continuem defendendo o malandro juiz parcial

Comício na forma de julgamento?

Schneider L. (Servidor)

Só isso explica a extrema ignorância na argumentação jurídica dos votos de Gilmar Mendes e Lewandowski. Anulou-se uma sentença com base em norma de impedimento inexistente, simples assim.

Faltou só dizer que o juiz não poderia ter participação ativa na produção probatória (no começo dos anos 2000) já que teremos a figura do juiz de garantias talvez em 2021.

Fato

Professor Edson (Professor)

Com a ausência do decano a dupla política do STF vem com força total.

É chato quando ...

acsgomes (Outros)

... ministros do Supremo mostram absoluta ignorância sobre o Código de Processo Penal. Deveriam ficar desconfiados quando a condenação é confirmada em 2a instância e no STJ ...

Intercept: é tudo verdade

olhovivo (Outros)

Tudo que foi revelado pelo InterceptBrasil está sendo confirmado: as conversas entre o sr. Moro e os "filhos de Januário" associados na produção de provas, bem como o "Aha, uhu, o Fachin é nosso". Faltou somente o "Aha uhu" da d. Carmen.

Hein?

Afonso de Souza (Outros)

O que foi mesmo confirmado, nas instâncias superiores e por unanimidade, é a culpa dos réus, inclusive daquele que lhe é de estimação.

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