Consultor Jurídico

Enfrentamento ao racismo

Especialistas defendem formação de operadores do direito em questões raciais

Retornar ao texto

Comentários de leitores

5 comentários

O problema brasileiro

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

Os estudiosos brasileiros e o próprio povo incorporaram o mito da Democracia Racial no Brasil, apenas para escamotear o profundo desprezo aos peles escuras.
Partindo do mito da democracia racial, alguns intelectuais apropriaram do discurso que o Movimento Negro brasileiro seguiu os passos do Movimento Negro norte-americano.
O Movimento Negro é pacífico e ativo. Procura conscientizar a grande "massa branca" que aqueles com pele com cor diferente, também possuem direitos, porque deveres sempre possuíram.
O Poder Público é composto, em sua maioria, por brancos. Um negro que procura solução para os seus problemas, não se identifica com os órgãos e componentes do Estado.
Então, são necessárias profundas mudanças.

Racialismo

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

"Racialismo é a concepção de que a espécie humana se divide naturalmente em raças e que essas raças correspondem a categorias biológicas ostensivamente distintas. A maior parte dos dicionários define o termo "racialismo" como sinónimo de racismo.
Em 2006, a comunidade científica de biólogos considerou que ninguém poderia, graças ao progresso científico, falar de raças humanas. Com efeito, como disse Albert Jacquard numa declaração assinada por seiscentos cientistas:
"O conceito de raça pode ser definido somente dentro de espécies cujos vários grupos foram isolados uns dos outros por um tempo suficientemente longo para que seu patrimônio genético se diferencie. De onde se conclui que, na espécie humana, esta diferenciação é tão pouco pronunciada que o conceito de raças humanas não é operacional.("https://pt.wikipedia.org/wiki/Racialismo).

Leopold s. Senghor

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

"Léopold Sédar Senghor GColSE (Joal-Fadiout, 9 de outubro de 1906 — Verson, 20 de dezembro de 2001) foi um político e escritor senegalês. Foi presidente de Senegal, de 1960 a 1980.
Foi, entre as duas Guerras Mundiais, juntamente ao poeta antilhano Aimé Césaire, ideólogo do conceito de negritude"(https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9opold_S%C3%A9dar_Senghor).

Negritude

O ESCUDEIRO JURÍDICO (Cartorário)

"Negritude (Négritude em francês) foi uma corrente literária que agregou escritores negros de países que foram colonizados pela França. Os objetivos da Negritude são a valorização da cultura negra em países africanos ou com populações afro-descendentes expressivas que foram vítimas da opressão colonialista.
Considera-se geralmente que foi René Maran, autor de Batouala, o precursor da negritude. Todavia, foi Aimé Césaire quem criou o termo em 1935, no número 3 da revista L'étudiant noir ("O estudante negro"). Com o conceito pretendia-se em primeiro lugar reivindicar a identidade negra e sua cultura, perante a cultura francesa dominante e opressora, e que, ademais, era o instrumento da administração colonial francesa (Discurso sobre o colonialismo, Caderno dum retorno ao país natal etc). O conceito foi retomado mais adiante por Léopold Sédar Senghor, que o aprofunda, opondo a razão helênica à emoção negra.
Por outro lado, a negritude é um movimento de exaltação dos valores culturais dos povos negros. É a base ideológica que vai impulsionar o movimento independentista na África. Este movimento transmitirá uma visão um tanto idílica e uma versão glorificada dos valores africanos.
O nascimento deste conceito, e o da revista Présence Africaine (em 1947) de forma simultânea em Dakar e París terá um efeito explosivo. Reúne jovens intelectuais negros de todas as partes do mundo, e consegue que a ele se unam intelectuais franceses como Jean-Paul Sartre, o qual definirá a negritude como a negação da negação do homem negro. Um dos aspectos mais provocativos do termo é que ele utiliza para forjar o conceito a palavra nègre, que é a forma pejorativa de intitular os negros em francês, em lugar do vocábulo-padrão noir" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Negritude).

Indiossincrasias x pseudo-racismos

MACACO & PAPAGAIO (Outros)

Mania de imitarem os capitalistas tardios dos EUA.
A diferença é que lá todos têm seguro social e renda per capita alta, enquanto que aqui grassam o desemprego, a pobreza e o esmolismo.
Essa classe de juristocratas e os políticos do baronato burguês precisam parar de bravatas e hipocrisias, e dividirem seus altos salários, abdicarem de seus privilégios e distribuírem a renda em prol do bem comum, ao invés de inventar modismos ideológicos.
Sempre que escrevo a óbvia civilidade do RACISMO EGONÔMICO que merece ser reparada de verdade, a CONJUR prefere não publicar.

Comentar

Comentários encerrados em 28/08/2020.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.