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Pesquisa acadêmica

STJ lança revista de estudos jurídicos REJuri no dia 19 de agosto

Em evento por videoconferência marcado para 19 de agosto, logo após a sessão da Corte Especial, o Superior Tribunal de Justiça vai lançar a Revista de Estudos Jurídicos do Superior Tribunal de Justiça (REJuri), periódico que reunirá artigos científicos inéditos, resultado de pesquisas e estudos independentes em todas as áreas do direito.

A publicação, administrada pelo Gabinete do Ministro Diretor da Revista, tem como objetivo principal fomentar a produção acadêmica e fornecer subsídios para reflexões sobre a legislação brasileira.

Instituída pela Instrução Normativa STJ/GP 16/2019, a REJuri terá periodicidade semestral, com divulgação preferencial em meio eletrônico. Compõem o público-alvo da revista magistrados, advogados, promotores, procuradores, defensores públicos, professores, pesquisadores e estudantes.

Para a primeira edição da revista, o STJ publicou, em dezembro do ano passado, edital de chamamento de artigos para submissão de trabalhos até o dia 6 de março. No total, a revista recebeu 137 artigos, que passaram por uma etapa de triagem a cargo da comissão executiva.

Na sequência, os textos que receberam sinalização positiva quanto à pertinência temática e à adequação formal foram encaminhados para avaliação pelo método blind review, sendo essa etapa realizada por avaliadores — mestres e doutores em direito — previamente selecionados. 

Conselho Editorial
De acordo com as regras do edital, a seleção dos trabalhos para publicação é de competência do Conselho Editorial da Revista, após parecer técnico positivo dos avaliadores. O Conselho Editorial é formado por 12 especialistas – todos doutores ou pós-doutores, convidados pelo editor-chefe da revista, ministro Mauro Campbell Marques, para a seleção dos artigos da primeira edição da REJuri. São eles:

  • Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho (Universidade Federal do Amazonas);
  • Fredie Didier (Universidade Federal da Bahia);
  • Fernando Facury Scaff (Universidade de São Paulo);
  • Gilberto Bercovici (Universidade de São Paulo);
  • Ingo Wolfgang Sarlet (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul);
  • Larissa Maria de Moraes Leal (Universidade Federal de Pernambuco);
  • Laura Schertel Ferreira Mendes (Universidade de Brasília);
  • Luiz Guilherme Marinoni (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo);
  • Misabel de Abreu Machado Derzi (Universidade Federal de Minas Gerais);
  • Nilton Cesar Flores (Universidade Estácio de Sá);
  • Paula Forgioni (Universidade de São Paulo);
  • Rodrigo Reis Mazzei (Universidade Federal do Espírito Santo).

Com informações da assessoria de imprensa do Superior Tribunal de Justiça.

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Revista Consultor Jurídico, 2 de agosto de 2020, 11h33

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