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Comentários de leitores

16 comentários

Não subestime a população

Sandro Xavier (Serventuário)

As pessoas não são idiotas, não adianta textão, despachão e Willian Bonner na TV, as pessoas têm acesso a informação e não serão manipuladas, não deixarão tirar a presidência das mãos de um homem honesto.

Bolsonaro tem o interesse público como prioridade acima da própria biografia e as pessoas sabem disso.

Acredito também que Deus está com ele, então, não adianta o maior esforço dos contrariados, não passarão.

Exemplo

D. Lima (Estudante de Direito - Ambiental)

''Diversas vezes o ministro afirmou que ninguém está acima da autoridade do ordenamento jurídico do Estado''. Isso vale para os membros do Pretório Excelso também?

A gritante parcialidade deste site

AC-RJ (Advogado Autônomo)

Chama atenção o seguinte trecho da reportagem: "Especialistas consultados pela ConJur afirmam que as declarações de Moro, em tese, podem levar o presidente Jair Bolsonaro a responder processo de impeachment e ação penal por crimes de responsabilidade e comuns".

Onde está o contraditório? Por que não houve nenhum "especialista consultado" sobre o outro lado da questão? Por que o site ignorou a hipótese de as acusações do ex-ministro serem falsas? Por que se omitiu em dizer que se esta hipótese for real haverá sanções penais contra o ex-ministro? Por que mencionou a possibilidade de consequências negativas somente contra o Presidente e não contra o ex-ministro, se este estiver errado?

O viés político esquerdista compromete a credibilidade deste site. Só se manifesta sobre a versão que lhe é politicamente interessante, sendo gritantemente parcial.

verdade

George (Advogado Autônomo)

verdade! concordo!

Máscaras

Ricardo Cubas (Advogado Autônomo - Administrativa)

Interessante.

Desde primeiro de janeiro de 2019 já se contabilizam milhares de máscaras caindo no chão.

A imparcialidade jornalística é uma das máscaras que caiu de forma mais rápida.

Esse inquérito é só mais um de tantos que visam enfraquecer o governo.

Só tem um único problema: o tiro pode sair pela culatra.

Concordo

Leonardo Almeida (Advogado Autônomo)

Concordo com os comentários no sentido de que também tenho percebido uma mudança nas matérias do CONJUR. Sinaliza que esse portal está se posicionando, de forma sutil, contra o Governo e, com isso, tentando induzir o leitor. Entretanto, parece subestimar a capacidade intelectual, a sobriedade e de percepção de seus leitores.
Está a perder a credibilidade que havia conquistado ao longo dos anos.

Resposta a quem procura desviar o foco

Juiz de Direito Luiz Guilherme Marques (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Se o que estamos comentando é o inquérito que tem como indiciados Moro e Bolsonaro, é bom que cada um que comentar focalize o assunto e não a credibilidade de ministros do STF quanto a outros inquéritos. Não sou defensor desses ministros, mas é interessante para os leitores que os comentários publicados sejam instrutivos e informativos sobre os temas específicos que estão em pauta. Sinceramente, acho que, como em um processo em que se trata, por exemplo, de um despejo entre A e B, não devemos colocar no processo se as partes são flamenguistas ou botafoguenses. Recomendo aos jornalistas do Conjur que peçam aos colaboradores que se atenham aos temas em pauta. Em caso contrário, a gente perderá tempo com a introdução de assuntos paralelos e acabará não ouvindo o que esses colaboradores têm de melhor para dizer sobre cada tema submetido à análise. Aguardo uma fala da advogada que comentou depois de mim sobre o assunto objeto dos nossos comentários, que é o inquérito onde figuram como indiciados Moro e Bolsonaro. Gostaria de ler suas observações para enriquecer meus conhecimentos, que nunca são tão completos e precisam de novas falas para se aperfeiçoarem. Mas uma coisa que acho importante é o embasamento dos comentários de cada um, pois falar simplesmente em tom de partidarismo e sem conteúdo mais substancioso para a ser um sacrifício que não devemos impor aos leitores. Fica a sugestão a quem faz a triagem dos comentários. Aqui no Conjur, do qual participo há muitos anos, já vi muita gente simplesmente jogando palavras fora e abaixando o nível dos debates, tanto quanto já vi comentários que utilizei até em alguns dos meus artigos e livros. Obrigado.

Dr. Luiz Guilherme Marques

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Com a devida vênia, é do conhecimento de muitos brasileiros, inclusive alheios ao meio jurídico, que, no ano passado, a Revista Crusoé publicou uma matéria sobre um documento juntado num processo penal no TRF-4, que mencionava o "amigo do amigo do meu pai" como sendo o codinome do atual Presidente do STF na planilha de pagamentos de propinas da Odebrecht. Por causa disso, imediatamente, o Presidente do STF instaurou inquérito com fundamento num determinado artigo do Regimento Interno do STF, anterior à CF-88, sobre a faculdade de o Presidente instaurar inquérito para apuração de crime ocorrido nas dependências do STF. Evidente a impropriedade ao caso da Revista Crusoé e, ademais, a violação ao princípio acusatório do processo penal. Inobstante, nesse inquérito irregular, foi determinado que a mencionada revista ficasse impedida de circular. A PGR Raquel Dodge arquivou este inquérito, mas prosseguiu mesmo assim. De lá para cá, muitos brasileiros em todo o País, especialmente youtubers, foram convocados a prestar esclarecimentos sobre "Fake News" contra Ministros do STF, sendo que o inquérito é tão sigiloso que, até hoje, não sabem o motivo pelo que estão sendo investigados. acompanhando as publicações aqui mesmo da Conjur, pode-se depreender que, neste mesmo inquérito, também são investigados filhos (ou filho) do Presidente Bolsonaro, quanto a "Fake News" contra Ministros do STF. Assim sendo, o meu comentário guarda TOTAL pertinência com a notícia que estamos a comentar.

Resposta a quem procura desviar o foco

Juiz de Direito Luiz Guilherme Marques (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Se é o que estamos comentando é o inquérito que tem como indiciados Moro e Bolsonaro, é bom que cada um que comentar focalize o assunto e não a credibilidade de ministros do STF. Não sou defensor desses ministros, mas interessante para quem lê os comentários que debatamos apenas o assunto em pauta. Sinceramente, acho que, como em um processo em que se trata de um despejo, não devemos colocar no processo se uma das partes é flamenguista ou botafoguense. Recomendo aos jornalistas do Conjur que peçam aos colaboradores que se atenham aos temas em pauta. Em caso contrário, a gente perde tempo e não ouve o que os colaboradores têm de melhor para dizer sobre cada tema submetido à análise dos colaboradores. Aguardo uma fala da advogada que comentou depois de mim sobre o assunto objeto dos nossos comentários. Gostaria de ler suas observações para enriquecer meus conhecimentos, que nunca são tão completos e precisam de novas falas para se aperfeiçoarem.

Dr. Luiz Guilherme Marques

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Resposta no comentário acima.

A HORA DA VERDADE - O inquérito do Presidente do STF

Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Toda a fundamentação do Min. Celso de Mello é o que se espera nessa situação, inclusive, a apuração da veracidade das afirmações do ex-Min. Moro. No entanto, e o inquérito instaurado pelo Presidente do STF ? No ano passado, após a Revista Crusoé publicar reportagem sobre documento constante de um processo no TRF-4, mencionando "o amigo do amigo do meu pai" como sendo o codinome do atual Presidente do STF, imediatamente, este instaurou um inquérito sem a devida fundamentação legal e constitucional, que foi arquivado pela PGR e, inobstante, segue firme até hoje. Este inquérito altamente sigiloso, presta-se a investigar qualquer pessoa, em qualquer comarca, sobre qualquer assunto. Não é justamente nesse inquérito que o Presidente estaria interessado em "relatórios de inteligência" ? Então, se o funcionário público não deve obedecer ordem manifestamente ilegal, a Policia Federal deve obedecer determinações decorrentes desse inquérito ilegal e inconstitucional ? E aí, Ministro Celso de Mello ? Quem investiga o investigador absoluto do STF ?

Súdito das leis

CarlosDePaula (Advogado Autônomo)

Dra. Rejane: a colega está corretíssima. Ocorre que o presidente é súdito das leis, mas o STF não. Essa é a interpretação deles da CF.
Vide também o STF criar lei, como ocorreu no ano passado.
O presidente do STF deveria ser investigado e isso jamais vai ocorrer.
Triste realidade.

Ninguém está acima da constituição federal

Juiz de Direito Luiz Guilherme Marques (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

É preciso acabar no Brasil essa ideia de que quem detém o poder, seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário, possa adotar o princípio, imoral muitas vezes, de que os fins justificam os meios. Em um Estado Democrático de Direito, como a CF preconiza, não se pode agir, como autoridade, como os antigos senhores feudais ou os sátrapas das civilizações antigas. Sérgio Moro, como juiz, teve poucas de suas decisões reformadas pelas instâncias superiores, o que demonstra que estava escorado no entendimento da jurisprudência. Quanto ao seu trabalho como ministro da justiça e da segurança pública nunca teve nenhuma restrição contra sua atuação a não ser a intenção do presidente da república de querer ter acesso às investigações sigilosas da Polícia Federal, que Moro dirigia. Insatisfeito com a firmeza de Moro nesse sentido, o presidente tentou barganhar sua concordância proposta com um cargo no STF, o que Moro recusou, como faria qualquer cidadão digno. Esse foi o estopim de toda esta dificuldade que o Governo Federal está vivendo, ou seja, não conseguir entender que os profissionais contratados pelo Governo têm sua ética e colocam-na acima da hierarquia. A lei estabelece que ninguém é obrigado a cumprir ordem de superior manifestamente ilegal. O ministro tinha seus deveres, dentre os quais agir conforme a ética, não somente sua, mas de todos os funcionários públicos. Assim o fez. Agora, tem o dever de dizer ao ministro Celso de Mello tudo o que ocorreu, doa a quem doer e dê no que der. O Brasil precisa adotar, em definitivo essa regra: todo funcionário público tem de ser honesto e cumprir o que determinam as leis e não cumprir as ordens manifestamente ilegais. O presidente também tem de aprender que seus subordinados não são empregados celetistas.

Quinta coluna

olhovivo (Outros)

Nem bolsonarista, nem morista e muito menos petista, mas a realidade é que o sr. Moro agiu como aquele executivo de uma empresa que, ao ser demitido, leva elementos para a concorrente a fim de prejudicar sua ex-empregadora. Ou igual a esposa (ou marido) que, após a separação, se alia ao inimigo do ex para tentar a ruína deste. Vale dizer, é o pior tipo de canalhice que se pode cometer, seja qual for a razão do rompimento de uma relação de subordinação ou conjugal.

O Sr. Moro agiu como um cidadão

Mazein (Advogado Autônomo - Tributária)

O país não é uma empresa, tampouco tem um dono. Quem trabalha para o país deve agir com respeito pela coisa pública.
Moro agiu corretamente e deveria ser exaltado por isso. É assustador ver pessoas achando que o governante tem poderes ilimitados sobre a coisa pública.

falta de justa causa

Vander (Outros)

Quando o próprio STF é a autoridade coatora, a quem se recorre.

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