Consultor Jurídico

Comentários de leitores

55 comentários

Gratidão

Claudia E (Professor Universitário - Família)

Professor,
Seus textos sempre obrigam a reflexão e, certamente, isso incomoda, pois nos tira do lugar comum! SEMPRE aprendendo com sua hermenêutica!

Menos Direitos e Olavo de Carvalho 2

Brizola Filho (Procurador do Município)

o que fuma ou deixa de fumar: quer que a burocracia
médica lhe imponha a receita pronta; não quer crescer, ter consciência, ser livre e responsável: quer um pai estatal que o carregue no colo e contra o qual ainda possa fazer birra, batendo o pezinho na defesa dos seus “direitos”. O Estado sorri, porque sabe que, quantos mais direitos concede a esse cretino, mais leis são promulgadas, mais funcionários são contratados para aplicá-las, mais repartições burocráticas são criadas, mais impostos são cobrados para alimentá-las e, enfim, menor é a margem de liberdade de milhões de idiotas carregadinhos de direitos."

Resolvi colar o texto para não correr o risco de falar bobagem.

Enfim, sempre cocordei, e ainda concordo com seus pensamentos, porém, ao ler o livro mencionado, me deparei com uma ideia que, salvo melhor juízo, refuta a sua. Achei muito interessante a ideia do Escritor.

Não sei se o professor leu o livro mencionado, mas gostaria, com o mais profundo respeito e consideração que tenho pelos eu precioso tempo, que pudesse comentar a passagem do livro.

e-mail para contato: brizola_filho@hotmail.com

Grato!
Forte abraço, professor!

Menos Direitos e Olavo de Carvalho

Brizola Filho (Procurador do Município)

Olá, Digníssimo Professor.
Digníssimo, porque, antes de mais nada, preciso dizer o quanto admiro seu trabalho e suas ideias. Adoro ler seus textos e suas opiniões.
A coluna na qual estou comentando, na verdade, não é a coluna que queria comentar. Na verdade queria comentar (e pedir sua opinião) sobre a coluna do dia 23/07/219 -
https://www.conjur.com.br/2019-jul-23/bolsonaro-alto-clero-juridico-direitos-demais-brasil
Estava lendo o livro do Olavo de Carvalho, "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", e, mais específicamente pelas páginas 75 e 76, ele rebate sua ideia de que direitos demais não é uma coisa boa. O autor diz:
"O dr. Samuel Johnson, escritor maravilhoso e antepassado setecentista dos modernos conservadores, dizia que o teste definitivo de uma civilização está na sua maneira de tratar os pobres. Na sua época, ninguém tivera ainda a ideia brilhante de desvencilhar-se deles entregando-os aos cuidados da burocracia estatal. Essa ideia, mesmo que não seja levada à prática, já vale por um teste: mostra que a sociedade não sabe o que fazer com os pobres, não quer trato direto com eles e preferiria reduzi-los a mais um item abstrato, invisível e inodoro do orçamento estatal. Acha isso mais higiênico do que enfiar a mão no bolso quando pedem uma esmolinha e infinitamente mais palatável do que ter de conversar com eles quando têm o desplante de puxar papo na rua com Sua Excelência o contribuinte. Na verdade, o cidadão moderno desejaria chutar todas as suas responsabilidades para o Estado: não quer proteger sua casa, mas ser protegido pela polícia; não quer educar-se para educar seus filhos, mas entregá-los a técnicos que os transformarão em robôs politicamente corretos; não quer decidir o que come, o que bebe....

Pois é.

Belotto de Albuquerque (Outro)

"O que quero dizer com isso? Ser fiel ao Direito é interpretar com a responsabilidade política e até existencial que a lei e a Constituição impõem. Interpretar uma lei não se resume à simplista e ingênua dicotomia “literalidade” – “não-literalidade”. O direito seria patético se fosse assim. Dworkin fala no “fit” – ajuste. Cabe-nos, hermeneutas, fazer o fit."

"Haters, façam como os comentaristas sérios: leiam a sério e levem o Direito a sério."

Quem concorda é comentarista sério, quem discorda é néscio e hater.

Lênio partiu de Verdade e Consenso para chegar numa blogueirinha de facebook. FANTÁSTICO. BINGOOOO!!!!!1

E, aparentemente, ser hermeneuta é taxar de néscio aqueles que discordam de si.

Os haters estão sempre piorando

Estudante Dir. (Outros)

O comportamento dos haters dessa coluna é um fenômeno curioso. Há figuras que comentam toda semana, xingando todo mundo. Fica bem claro que não se trata de divergência legítima, mas de um compromisso do sujeito com a própria raiva.

Mas ainda tem um caso mais grave: os haters assíduos e agressivos que, quando recebem alguma resposta, se fazem de coitados.

Doutora camila paese fedrigo

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Excelente aluna do Mestre Streck.
Garantiu dois "AA" ou então, notas 10 ou cem.

Isso é que dá

Thiago Bandeira (Funcionário público)

colocar esse tanto de tinta na cabeça.

De novo...

Afonso de Souza (Outros)

Então acho que vale a pena repetir: o Sr. L vem argumentando com sobriedade e elegância, e até por isso não merecia o tratamento debochado, sem compostura, que lhe deu o colunista. (Aliás, se a questão fosse assim tão clara como sugere o Streck, o ministro Fachin, por exemplo, teria dado a unanimidade naquela votação da 2ª Turma) Por outro lado, não se poderia mesmo esperar coisa muito diferente de certos comentaristas puxa-sacos do colunista, estes sim agindo, costumeiramente, como haters (inclusive usando de xingamentos sem a intervenção da moderação, como bem apontou o comentarista Thiago Bandeira).

O que é isso - o modus operandi dos haters - pt 2

Camila Paese Fedrigo (Advogado Autônomo - Civil)

Ainda tem o ideólogo, que provavelmente baseia seu conceito de ideologia na musica do Cazuza. Eu sugeriria uma lida em Ovidio Baptista da Silva ou, melhor ainda, Karl Mannhein. Provavelmente, ele entenderia que esse “nick” é sem sentido, no contexto que estamos.

Sobre quem lhe diz pra parar de escrever para o “povo comum”. É complicado escrever para a “pachorra”, dar de mão beijada duzentas mil vezes uma teoria, uma linha de pensamento coerente e ser atacado de uma forma estúpida. Não é infantil. É estúpida mesmo. É típico de alguém que não aceita o crescimento intelectual de outra pessoa.

Nos, alunos do Lenio, concordamos, sim, com muitas coisas que ele fala. E ao contrário do dito ali em cima, não “somos treinados para apresentar as mesmas reações diante do Mestre Lenio”. A uma, porque o professor Lenio é Pos Doutor (e não Mestre) em titulação acadêmica, e um grande jurista, no sentido lato da palavra. Entende bastante de filosofia, e suas bases – por sorte – não vem de vídeos de youtubers. O professor, no entanto, jamais nos tolheu qualquer direito de argui-lo sobre pensamentos diferentes. Mas não nos atacamos, assim, como essa gente faz, de ir pro lado pessoal. No máximo a gente diz que o Grêmio é ruim.

O que é isso - o modus operandi dos haters

Camila Paese Fedrigo (Advogado Autônomo - Civil)

Buenas, e me espalho!

Eu passei aqui porque, eu efetivamente ENTENDO de haters. Aliás, sei (ou tento) sabe como lidar, pois eles são imprevisíveis, e isso os torna até perigosos.

E vou tratar neste comentário, praticamente acerca deles.

Sobre o “Juiz L”
Há um anime oriental chamado “Death Note” que foi transformado em (péssimo) filme pela Netflix. No roteiro, existe o personagem Light que encontra um “Death Note” e que, com ele, pode determinar data, hora e forma de morte da pessoa que ele colocar no caderno. Ele deixa transparecer o quanto é lunático... enfim, recomendo que veja, vale a pena. Mas a questão é que quem contrapõe o Light é o “L”, que é um superdotado vindo de um orfanato. Talvez o “juiz L” tenha mais a ver com a posição estratégica de L no anime, que apela a qualquer coisa, colocando inclusive sua vida e a dos seus em risco para “pegar” o Light. Enfim, pessoalmente posso te contar melhor o caso. Até porque tem toda uma questão de cultura oriental, os tais Shinigamis que poderiam levar a um bom artigo de direito.

Sobre o “Advogado com Fé”.
No lugar dele, eu preferia era ter fé, mesmo. Pq o inferno é destinado a nos, que pensamos e que nos debatemos a vida (e a morte) toda em busca de respostas, e quando as encontramos, queremos novas perguntas. Não sou católica, mas sei que tem o brocardo de que “felizes são os pobres de espírito, pois deles é o reino dos céus”, ou seja, nos vivemos e morremos angustiados com porquês, ao contrário dos homens de fé.
Aliás, sobre ele ser advogado empresarial, será que as empresas que ele assessora estão dentro dos parâmetros de compliance, será que passariam no Teste-Moro-de-Corrupção?

(continua)

Guerra de Ideologias

Quo Vadis (Administrador)

Um inverno tenebroso se aproxima... dia a dia vemos desaparecer o debate sensato e pautado no direito, subjugado por uma guerra de ideologias, basta notar o que ocorreu na Bienal do Livro. Existem aqueles que já estão a testar o solidez da República; o executivo vira executor sem legitimidade, após, deparamos com sentença a tentar legitimar aquilo que legítimo não pode ser. Tive que ler e reler várias vezes o conteúdo de tal decisão, para buscar algum fundamento.
Os lados se confundem, quem é acusação, quem é defesa? e o direito... bom esse parece estar fora de campo.
Basta olhas os comentários que surgem abaixo das notícias, vemos que se transformou em um campo de batalha de ideologias, um maniqueísmo perigoso. Pessoas que defendem atitudes autoritárias, supressão de direitos fundamentais, entre outros.
Esquecem (até mesmo certos ilustres) que a democracia é muito maior do que apenas a vontade momentânea da maioria, ela não pode prescindir da perene defesa das minorias e, de garantias fundamentais das quais não se pode abdicar. O contrário disso seria a barbárie, pois a democracia pode muito, mas não pode tudo. Devemos aprender (aquilo que já deveríamos ter aprendido) olhando para os episódios negros de nossa história, onde apenas a vontade da maioria, muitas vezes significa o pior dos mundos.

Nevrálgico

Kurosawa (Advogado Autônomo - Internet e Tecnologia)

Como sempre o Professor é cirúrgico nas suas análises jurídicas. Nosso Mimir jurídico!

Normatividade dos princípios

IsauraLibre (Professor)

Parece-me necessário enfatizar o ponto colocado pelo professor e que foi esquecido nos comentários. Princípios são normas, e portanto vinculam a atuação do Poder Judiciário. Trata-se de fazer cumprir a ampla defesa determinada pela Constituição.

A lei e o professor

Frederico P. da silva (Estudante de Direito)

Grande texto, Professor! Comk bem destacado em vários momentos pelo senhor: defender o império da Lei virou atitude revolucionária nos dias de hoje. Futuras gerações serão gratas pelo esforço do senhor em se dispor a defender a legalidade, apesar de todo ódio que o senhor recebe semanalmente!

Lenio precisa dizer o que deve ser dito

Giovanna. (Outros)

É impressionante como os leitores que criticam o posicionamento do autor parecem não entender o que está sendo dito. Lenio diz aquilo que ninguém vê! Réu que "colabora" com as autoridades precisa estar do lado delas contra outro réu. Acerta mais uma vez!

Muito Obrigado

Cícero Columbo (Cartorário)

Sou um mero escrevente cursando o último ano do curso de Direito na Uni-esquina, mas discordo do sem-número de bobagens dos doutos jurisconsultos que comentam por aqui. Muito obrigado ao prof. Lênio Streck por alargar os nossos horizontes e nos fazer pensar além.

oiracis tem razão

John Paul Stevens (Advogado Autônomo)

Espiões de banheiro!!!

Thiago e Ideologo: problemas...

Ulysses (Professor Universitário)

Só pode ser um problema mal resolvido na vida desses dois. A raiva deles do professor deveria ser analisada pelo Conjur. Não é possivel que tenham tanto tempo livre para ficar "fresteando" a coluna do professor. Parecem aqueles senadores americanos que, conservadores, espionam banheiros. Professor, caia fora. De novo. O senhor escreveu o Verdade e Consenso. Que está em varias linguas. O senhor escreveu o Dicionário de hermeneutica, que agora saiu para 18 paises. E tem se suportar espiões de banheiros. O senhor tem muita paciencia. Quem são essas pessoas? Ilustres desconhecidos. Um é estudate ou serventuário. O outro é outros, na verdade, um advogado. Deformado em direito.

Oiracis e doutor rui joaquim

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Como vocês foram treinados para apresentar as mesmas reações diante dos pensamentos do Mestre Lênio, não conseguem pensar diferente daquilo que o próprio Mestre os mandou pensar. Enxergam somente uma realidade, aquela que foi moldada para vocês.
Assim, fica fácil evitar o debate.

Olavo de carvalho

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Parece que estamos na coluna do "Deus" Olavo de Carvalho, com os seus "olavetes" " utilizando o discurso do Mestre.

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