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Não basta ter inteligência artificial se não souber para que ela serve

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O advogado corporativo não deve temer a inteligência artificial, mas sim entender como aplicá-la. É o que afirma a advogada Joana Batista, diretora jurídica da Atvos Agroindustrial.

"Não adianta ter uma panaceia de informações que a inteligência artificial pode trazer, se eu não souber para o que ela serve. Por exemplo, para que saber quantos processos a empresa tem? É para entender a litigiosidade da empresa", exemplificou.

Em entrevista ao programa Jusbrasil Entrevista, parceria da ConJur com o site Jusbrasil, a advogada falou sobre a atuação dos advogados no departamento jurídico de empresas e o impacto da tecnologia na área.

Assista a entrevista abaixo:

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 4 de setembro de 2019, 18h21

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