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Crime de 2009

Adriana Villela é condenada por Tribunal do Júri em Brasília

Após dez dias e mais de cem horas, o Tribunal do Júri de Brasília condenou a arquiteta Adriana Villela a 67 anos e 6 meses de reclusão em regime inicialmente fechado.

Leitura da Sentença do Tribunal do Júri do caso Villela
Daniel Coelho Moutinho - NBastian/Divulgação TJDFT

Ela é acusada de ser a mandante do assassinato do pai, José Guilherme Villela, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, da mãe, Maria Villela, e da empregada da família Francisca Nascimento Silva, em 2009, em na capital federal.

O julgamento chegou a ser questionado no Supremo Tribunal Federal, mas o ministro Luís Roberto Barroso manteve decisão que determinou que Villela fosse submetida a um tribunal do júri.

A defesa se manifestou sobre o veredito e declarou que tem a “mais absoluta certeza e convicção” da inocência de sua cliente.

Leia a nota dos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Marcelo Turbay Freiria e Liliane de Carvalho Gabriel:

A Defesa Técnica da Adriana Villela tem a mais absoluta certeza e convicção da sua inocência. Produziu prova negativa da sua participação no terrível assassinato dos seus país e da colaboradora Francisca.
O Tribunal do Júri, no entanto, condenou a Adriana.
Sem um fiapo de prova.
É um erro judiciário colossal e desumano.
Iremos ao Tribunal  para reverter esta injustiça.

Revista Consultor Jurídico, 2 de outubro de 2019, 21h02

Comentários de leitores

4 comentários

Sem provas ?

Izaias Góes (Advogado Autônomo - Criminal)

Que povo míope esse: delegado que indiciou, MP que denunciou, juiz que aceitou a denúncia e pronunciou e os jurados que condenaram a inocente. Ou seria "que advogados incompetentes que deixaram uma pobre inocente ser condenada sem um fiapo sequer, de prova" ?

Adriana Villela

Júlio M Guimarães (Bacharel - Trabalhista)

Se houve condenação sem um "fiapo" de prova, significa que a atuação do advogado no mínimo foi ineficaz.

Provas

Professor Edson (Professor)

Os jurados condenaram pois existiram provas.

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