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Desembargador chama juiz de primeiro grau de "infantil" e "imaturo"

Comentários de leitores

15 comentários

Juiz transformado em técnico de informática

Juiz de Direito Luiz Guilherme Marques (Juiz do Trabalho de 1ª. Instância)

Se não fosse o imenso número de processos por conta de cada juiz, ainda inventou-se mais uma função para ele, qual seja, procurar dinheiro e bloqueá-lo em contas bancárias, através do BACENJUD, fazer o mesmo quanto a veículos automotores, através do RENAJUD e informações de endereço através do INFOJUD. Esse serviço deveria ser colocado na responsabilidade de técnicos em Informática dos fóruns e não dos juízes e sua assessoria direta, que têm muito o que fazer. Fica a sugestão para que não sejamos sobrecarregados por essas funções simplesmente burocráticas, que não têm nada de jurídicas, mas que tomam um tempo enorme. Ouvi dizer que há Estados da Federação onde se pratica o que eu sugeri acima.

Reciclagem urgente

JCCM (Delegado de Polícia Estadual)

A JUSTIÇA está necessitando de uma reciclagem, um pente fino geral, assim como o Ministério Público, a começar pelos três julgadores do TRF-4, uma aberração...

Parabéns ao Desembargador!

Pedro Fernando da Silva (Professor)

Decisao perfeita do Desembargador! Muitos juízes fucaram com raivinha sim, após aprovação da Lei que pune o abuso de autoridade, e estão afrouxando seus decididos em flagrante atos de protestos, como também estão agindo em questões de condenações após segunda instância, de forma infantil e desarrazoada.

Parabéns ao Desembargador!

Pedro Fernando da Silva (Professor)

Decisao perfeita do Desembargador! Muitos juízes fucaram com raivinha sim, após aprovação da Lei que pune o abuso de autoridade, e estão afrouxando seus decididos em flagrante atos de protestos, como também estão agindo em questões de condenações após segunda instância, de forma infantil e desarrazoada.

Parabéns ao Desembargador!

Pedro Fernando da Silva (Professor)

Decisao perfeita do Desembargador! Muitos juízes fucaram com raivinha sim, após aprovação da Lei que pune o abuso de autoridade, e estão afrouxando seus decididos em flagrante atos de protestos, como também estão agindo em questões de condenações após segunda instância, de forma infantil e desarrazoada.

Parabéns ao Desembargador!

Pedro Fernando da Silva (Professor)

Decisao perfeita do Desembargador! Muitos juízes fucaram com raivinha sim, após aprovação da Lei que pune o abuso de autoridade, e estão afrouxando seus decididos em flagrante atos de protestos, como também estão agindo em questões de condenações após segunda instância, de forma infantil e desarrazoada.

Sugestão

Eneida Schiavon (Advogado Assalariado - Civil)

... que tal menos ofensas gratuitas e mais "direito" ?!?

Aprendeu com o Gilmar?

Eneida Schiavon (Advogado Assalariado - Civil)

Parece, só parece, que o ilustre julgador de segundo grau aprendeu com um integrante do trio libertador do STF, a ofender magistrados de primeiro grau. Lamentável a postura do revisor. E, de fato cabe a pergunta: será o Estado o responsável em ressarcir o juiz de primeira instância, caso seja ele responsabilizado, como autoriza a lei de abuso de autoridade, que abusa da nossa paciência? É só uma pergunta!

Data vênia!

Neli (Procurador do Município)

Data vênia, por mais errado que esteja (o juiz de 1º grau), penso que sua excelência não deveria afirmar sua autoridade menoscabando o magistrado.
Bastava fundamentar o seu voto por outras palavras. E a língua portuguesa é riquíssima em sinônimos!
Aliás, saber fundamentar em Direito é uma arte !
Por outro lado, quem pagará, eventual indenização, se o Juiz for acionado pelo Executado?
E quem vai pagar o advogado se o juiz for denunciado pelo executado?
De que ver crime em excesso de execução é absurdo.
Deve orientar os juízes de primeiro grau, como proceder essa execução.
Parece-me que essa lei entrará em vigor no início de 2020, assim sendo, não seria o caso de hoje criticar o Juiz de primeiro grau .
E, por fim, é uma lição que se aprende nas primeiras linhas de graduação: a norma, no Direito Positivo Nacional, apenas entra em vigor após seu "vacatio Legis".
Data vênia!

Perfeita decisão!!!

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

Parabéns ao nobre desembargador por colocar o "neófito" nós trilhos. Nota-se claramente o quão infantis são inúmeros juízes: como crianças, ficam nervosinhos, emburrados quando algo não sai como desejavam.
OBS.: Isso é que dá exigir só 3 anos de atividade jurídica de sujeitos que mal saíram das "fraudas jurídicas"! Para mim, como exigência mínima para o concurso de MAGIS e MP, deveria ser, no mínimo, 6 anos de atividade exclusiva de advocacia (para "bater balcão" e sentir na pele) e 32 anos de idade.

Pobreza de argumentos

olhovivo (Outros)

Decisões como essas do juiz "a quo" causam desalento para quem ainda acredita que teremos um Judiciário razoavelmente bom tecnicamente. Sob qualquer aspecto, a r. (reprovável) decisão é sem sentido. Primeiro, se o sistema falha, não cabe imputar qualquer responsabilidade ao magistrado, bastando a este determinar a correção. Segundo, juiz é aplicador da lei e não crítico dela, desde que seja constitucional. Terceiro, a condenação por abuso de poder não é automática (truísmo dizer isso), mas aplicável pelo próprio Judiciário, após o "due process of law". Resumo: mereceu o puxão de orelha.

Estava na garganta de todos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Parece-me que o Tribunal fez o que a comunidade jurídica já deveria ter feito há muito tempo em face a essas decisões ideológicas, procurando criar uma impressão equivocada de que a Lei do Abuso de Autoridade impede o juiz de trabalhar.

Deus nos proteja

LunaLuchetta (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

A Magistratura guarda em seu corpo alguns despreparados, não só para a função, mas, pior ainda, para a vida.
Este, o Dr. Maurício, resolveu em feito judicial, fazer panfletagem; outro reclama que a parte não cumpriu o prazo (ínfimo, de 24 horas) que estabeleceu e, depois, demora 1 ano, 10 meses e 25 dias para devolver os autos com a sentença.
Outro dia, Colega a mim reclamou que, quando se dirigia à Juíza em "despacho auricular", esta estava com sua atenção no monitor do computador. Precisou parar de falar, e não uma só vez, para que a Juíza entendesse que é DE EDUCAÇÃO prestar atenção ao que o interlocutor está dizendo: disse que saiu do gabinete com a certeza absoluta que a Juíza não aprendeu a norma de respeito.

Não vamos muito longe

Nelson Capeleti (Advogado Assalariado - Civil)

O juiz Paulo Damas, no Paraná, fez algo parecido a respeito da decisão em 2º instância. Liberou um réu condenado 29 anos de reclusão por assassinato sem sequer fundamentar.

Deveria ter convertido a prisão fundamentada em decisão colegiada por prisão preventiva, mas preferiu dizer para o mundo que o STF estaria soltando bandidos.

E tem gente que com um judiciário deste nível cogita de se antecipar cumprimento de pena?!

Eram deuses juízes de piso

Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)

Belo corretivo passado pela Segunda Instância ao juiz revoltoso da comarca.
Está aí os malefícios de se colocar esses pobres seres na mídia como o aquele de CUritiba que torpedeou por quase cinco anos a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura, impunemente e ainda virou ministro da "justica"...

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