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Comentários de leitores

8 comentários

Advogados e a decisão do STF

Júlio M Guimarães (Bacharel - Trabalhista)

Está na hora dessa asquerosa publicação começar a dar títulos corretos às suas matérias.
No presente caso, o título deveria ser: advogados de corruptos, lavadores de dinheiro, e demais tubarões de colarinho branco, ficam preocupados em como defender o indefensavel.

Parabéns ao stf

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

"Qualquer entendimento que possibilite uma análise no juízo recursal de questões sobre as quais não se operou o diálogo desnatura o instituto recursal como possibilidade de contraditório e ampla defesa, maculando sua constitucionalidade em um paradigma de ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO", conforme o grande Dierle Nunes leciona (Direito Constitucional ao Recurso, p. 167-168). E, então, o que vemos os ditos críticos da decisão do STF dizer? Que a decisão ataca do estado democrático de direito... mas e a inclusão indevida do antigo COAF? Ah, disso não falam... pois é conveniente para os verdadeiros bandidos da sociedade a indevida inclusão de um órgão que nem estava "na roda". Muito bom sempre ver aqui no CONJUR a parcialidade de pífios artigos!
PS: Isso é que dá colocar na presidência do STF alguém que não consegue passar numa prova de juiz substituto. Nota-se que ou o sujeito realmente não sabe o básico de recurso, o que nos faz entender o porquê de ter sido reprovado, ou sabe muito de recurso, mas ainda assim age de forma defendendo outros interesses que não seja o verdadeiro Direito quando da indevida inclusão de órgão estatal!

Poderes Ilimitados nas Mãos do Parquet

Immanuel Kant (Advogado Sócio de Escritório)

Essa brincadeira de dar poderes ilimitados para o MP só vai durar até o próprio Poder Judiciário sofrer as consequências decorrentes desta liberação indiscriminada.

Homens de bem não temem ser investigados.

Hugo Marquez Grama (Consultor)

Parabéns Dr. Gilmar Masini...é isto mesmo!!!
Acredito que os homens e empresas de bem não tem o que temer.
Difícil vai ser provar que o bandido não agiu à margem da lei...isto é que está deixando muita gente de cabelo em pé!!!

Pena para o réu e para o cúmplice

Gilmar Masini (Médico)

O certo é PICARETAS, PILANTRAS e LADRÕES com MEDO, Vamos fazer uma coisa mais simples. Se existe lei é porque a sociedade determinou que, aquilo é errado e portanto todo aquele que cometer um erro tem que ser preso, e, todo aquele que defender a pessoa que cometeu o erro receberá a mesma punição da pessoa que cometeu o êrro, afinal ele é cúmplice e com isso paramos com essa história de defender criminoso. A lei foi feita para isso e não PARA ESCAPAR DA LEI.

Excelente decisão.

Renan M. (Estudante de Direito - Civil)

Para se combater o crime organizado é necessário ter velocidade no acesso as informações como o destino do dinheiro. Sabidamente a demora faz os recursos desaparecem. Vejo com bons olhos a decisão do STF.

Tudo em nome da segurança jurídica

Sergio Martins Vieira - Sociedade Individual de Advocacia (Advogado Sócio de Escritório)

Faz tempo que, nós operadores do direito, presenciamos devaneios cometidos por nossos pares (magistrados, promotores, procuradores, delegados, advogados....) e estes devaneios sempre em nome da SEGURANÇA JURÍDICA.
Mas que segurança jurídica estamos vivendo? Até quando atropelaremos o DIREITO em nome desta tal segurança? O princípio MAIOR que norteia a "malfadada" segurança jurídica há muito deixou de ser aplicado e que se denomina PERENIDADE. Isso mesmo PRINCÍPIO DA PERENIDADE, que significa simplesmente O DIREITO SER PERENE, CONTÍNUO, DEFINIDO (e não testado).
O que presenciamos hoje no direito é, uma constante inovação do próprio direito com novas teorias, decisões, interferências.A todo instante ele, o direito, é testado com estas novas teorias que subvertem qualquer sociedade.
Não existe desenvolvimento social, econômico, ambiental, profissional se NÃO EXISTE UM DIREITO PERENE.
Vivemos tempos difíceis onde a busca do lugar ao sol agora não mais é garantido, pois amanhã este lugar poderá não mais ser seu, afinal nada é perene em nosso querido País.
Agradeçamos a nós operadores do direito por esta "segurança jurídica".

Transparência

Radgiv Consultoria Previdenciária (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Liberou geral. O mais importante agora é que haja transparência. O STF tem a obrigação de modular a questão para que os agentes que lidam com os dados sejam claramente identificados, inclusive os membros do Ministério Público, para as hipóteses de abuso no uso da informação. E olha que vai ter bastante abuso, basta lembrarmos da turma do Sr. Dallagnol. Se não for modulada a questão, cabe, em tese, a incidência da lei de abuso de autoridade, inclusive contra Ministros que não garantirem o sigilo e não coibirem os abusos que serão com certeza praticados pelos agentes do estado.

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