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Luta contra a escravidão

OAB-RJ discute nesta 4ª relação do abolicionista Luiz Gama com a democracia

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Comentários de leitores

2 comentários

Nem Tudo Que Reluz É Ouro.

Boris Antonio Baitala (Advogado Autônomo - Civil)

Entre o bacharel em direito e o advogado, existe uma diferença abismal. Não basta a formação. É necessário ser habilitado para exercer a advocacia, até porque a questão envolve direitos alheios. Portanto, antes de se alegar violação ao direito do trabalho, é preciso dar proteção aos direitos e interesses alheios. Não se pode colocar no mercado de trabalho pessoas que não provam um mínimo de capacidade, até porque é sabido que no Brasil existem escolas e escolas, alunos e alunos. Correta a posição da OAB, que eu acho até muito branda.

Meu conterrâneo libertou 800 escravos e este jurista?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista e abolicionista contemporâneo.O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso. (Darcy Ribeiro). Meu nobre e saudoso conterrâneo Luiz Gama foi declarado por lei PATRONO DA ESCRAVIDÃO, por ter defendido 800 escravos. A escravidão foi a abolida há 131 anos mais até hoje as pessoas são tratadas como para delas tirarem proveitos e econômicos. Refiro -me a escravidão moderna da OAB. Por isso continuo lutando pelo fim dessa escravidão moderna da OAB e em respeito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana rumo resgatar e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil CATIVOS ou escravos contemporâneo da OAB devidamente qualificados pelo Estado MEC jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, num verdadeiro desrespeito a dignidade da pessoa humana. Alô Fundação Albert Nobel! Assim como Martin Luther King ganhador do Prêmio Nobel, "I HAVE A DREAM" (EU TENHO UM SONHO): Abolir urgente a escravidão moderna no Brasil e oxalá ser o 1º brasileiro a ser galardoado com o Prêmio Nobel. Ensina-nos Martin Luther King: "Na Nossa sociedade privar o homem do emprego e meios de vida equivale psicologicamente a assassiná-lo. " Segundo o Egrégio STF, “A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (…) O grifo é meu

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