Consultor Jurídico

Comentários de leitores

10 comentários

A carta política

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Produto de interesses insanos e contraditórios, a Constituição de 1988 elegeu os direitos como prioridade legal, esquecendo-se dos deveres.
Aproveitando-se dessa deturpação, os rebeldes primitivos, que não são bobos, não hesitaram em fustigar a sociedade, desequilibrando a equação entre agressor e vítima, com o auxílio de pensadores apoiados em juristas alienígenas, que elaboraram os seus "burilados conceitos" em realidades sociais, jurídicas, econômicas, éticas e políticas, totalmente distintas.
Disso resultou a vitória, parcial, dos mentecaptos, insolentes, agressivos e perturbadores, rebeldes primitivos.
O precário equilíbrio social fez que com a Democracia, já de baixa qualidade, se tornasse propícia à justificação dos ilícitos criminais, com reação tardia do STF na quebra, antes da coisa julgada, da presunção de inocência.
Contra esse "estado de coisas", foi eleito um Militar, a representação máxima do desconforto de boa parte da população contra parte da "intelligentsia" (do russo, интеллигенция) que advoga a tolerância com os despossuídos criminosos, estendendo-a aos perniciosos bandidos argentários.

Sem paixões,Com razões legais

Eneida Schiavon (Advogado Assalariado - Civil)

Antes de criticar e pôr-se no lugar dos traficantes, assassinos, especialmente, seria de bom alvitre subir o morro, com a polícia, de colete e um 38 em punho (aquele, que dá defeito e, virou,mexeu) mata um policial. Recomendo ao articulista que faça isso. Há também a chance de soltar pombas, ao som de Imagine, de John Lenon.O articulista já teve um cano de revólver ENFIADO dentro do próprio ouvido? Não? EU JÁ TIVE!

Que pena dos juízes...

Dazelite (Administrador)

...obrigados a ler as petições do ilustre articulista.
Que venha o Pacote!

Simples assim

Frabetti (Professor Universitário)

Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo

Estado de Guerra

SDCASTRO (Secretário)

Por mais polêmico que possa parecer o projeto ele é apresentado como uma solução crítica, num momento crítico. Muitos vão dizer que a solução é a educação... que também faz parte da solução... mas num momento de guerra urbana que vivemos... É necessária uma solução crítica... preservando acima de tudo aquelalê que sai de casa todos os dias de suas casa sem saber se irá voltar.

“Nada haver com outra”?

João Ricardo 1 (Outros)

Acho que a seleção para o funcionalismo público já foi mais rigorosa...mas também não dá para esperar muito de quem é esquerdista...

Ao contrário do que alguns pensam...

S.Bernardelli (Funcionário público)

Ao contrário do que alguns pensam, estou de acordo com Batochio. Uma coisa não tem nada haver com outra, Batochio insere sua opinião sobre o pacote anticrime da mesma maneira que outros juristas e advogados que não são esquerdistas já fizeram e alertaram sobre o perigo desse pacote. Isso se chama consciência e os que são a favor ao pacote anticrime chama-se ignorância. É preciso ser mais que tapado para não perceber que esse PACOTE ANTICRIME deveria se chamar PACOTE CRIMINOSO. Os que são a favor desse pacote esdrúxulo estão deixando pra lá as consequências que pode causar, defendendo cegamente até a hora que a vitima for um dos parentes desses próprios defensores.

Óbvio ululante

acsgomes (Outros)

O autor do artigo é advogado criminalista. Se não gostou e critica o projeto anti-crime é porque o dito projeto é muito bom. Óbvio ululante.

Esquerdista

Professor Edson (Professor)

O senhor Batochio além de político esquerdista é também advogado da esquerda, seria loucura se fosse favorável ao projeto do Moro, aliás se Moro descobrir a cura do câncer, Batochio vai criticar.

Silêncio da "comunidade" jurídica.

Pyther (Advogado Autônomo - Administrativa)

Vim até o texto do Ilustre jurista esperando uma crítica ao ato do STF pela abertura de inquérito contra quem falar mal das decisões mas nada.
Nenhuma linha sequer. Nem dele, do Conjur, da "comunidade jurídica". Só os outros quem estão equivocados.
Ali não há excessos.

Comentar

Comentários encerrados em 26/03/2019.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.