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"Cruzadas" do MPF

Procurador ofende presidente do STJ por causa de anulação de prisão ilegal

Comentários de leitores

6 comentários

Ato de insubordinação

PAULO CEZAR ADVOGADO (Advogado Autônomo - Civil)

Entendo que a Sociedade Brasileira - e a classe dos Advogados a frente - deve repensar o papel do Ministério Público (Federal e Estaduais) e a sua re-organização, especialmente, a questão da falta hierarquia. Temos que admitir que não há hierarquia - nenhuma - no Ministério Público, o que leva a ação de desorganizada sem planejamento institucional e movida pelo que chamo de Show Biz (o espetáculo). Isso - vale dizer - leva-nos a que cada Procurador da República ou Estadual atue segunda as suas convicções políticas e sem propósito definido e sem o crivo do Procurador Geral de Republica e seus congêneres Estaduais. Assim com tristeza constatamos os atos e procedimentos (muito deles ilegais) que expõem todo o Ministério Público ao ridículo. Vejam os Procuradores patetas de São Paulo ao disputarem espaço na Mídia com os Ministério Público da República de Curitiba. Precisamos de HIERARQUIA JÁ NO MINISTÉRIO PÚBLICO.

Indelicado

Kelvin de Medeiros (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Os comentários do procurador foram extremamente deselegantes. Dito isto, o comentário do Exmo. Ministro Gilmar Mendes conseguiu ser mil vezes pior.

Promotor

O IDEÓLOGO (Outros)

Possivelmente, será processado pelo Ministro do STJ e pagará uma gorda indenização, que será doada a instituição de caridade.

República de curitiba

José R (Advogado Autônomo)

Insolentes, pretensiosos!

Exageros

Professor Edson (Professor)

O promotor exagerou assim como o ministro Gilmar Mendes, aliás as palavras usadas pelo ministro me lembrou os becos primitivos da humanidade, e não uma corte de justiça.

Prisão ilegal, com brinde a um salvo conduto ilegal

Schneider L. (Servidor)

E a Conjur não comenta o salvo conduto ilegal, concedido no último dia do plantão do STJ. Enquanto a prisão atendeu os requisitos do art. 312 do CPP, requerido pela PF e MPF, foi autorizado pelo juízo de origem, confirmado pelo TRF-4, houve supressão de instancia e a concessão de SALVO CONDUTO genérico.

Que tal a revista e seus repórteres tendenciosos comentaram da licitude do salvo conduto? Em que texto normativo ele se encontra?

Já que é o Noronha, em que texto normativo é permitido um ministro de tribunal superior julgar um processo em que o filho milita como advogado, sem se declarar suspeito?

Coerência, a gente vê aqui.

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