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Vanguarda do Atraso

Religiosos querem conservadores e punitivistas no STF e PGR

Comentários de leitores

8 comentários

Idade Média

Armando do Prado (Professor)

Vivi o suficiente para ler que o Conjur é comunista. Fundamentalistas, inculto e ogros querem o atraso a qualquer custo. Vangloriam-se da ignorância. Passarão, assim como o nazismo passou.

Conjur infectado pelo vírus da esquerda.

José Aldo (Policial Militar)

É lamentável ver, depois das eleições de 2018, o posicionamento da boa parte da mídia brasileira, pois se trata de uma esquerda radical, não se diferenciando disso o Conjur, que é mais politiqueiro esquerdista do que se percebe. Incrível que para sociedade brasileira, na sua maioria, essa política defendida pela esquerda (abortista, criminalização da homofobia, liberação de drogas, defensora de criminosos e contra a família) foi quem levou o Brasil a essa epidemia de desvalores morais e corrupção sistêmica, mas que é tolerada por essa mídia. Por que será? A conclusão q se chega é a seguinte: sociedade e mídia brasileira vivem em mundo diferentes, sendo que a mídia quer destruir o Brasil. Só tá faltando a conjur fazer uma matéria pedindo Lula livre, como fez Celso Antônio Bandeira. O Brasil acordou, conjur!!

Comentário anterior inconsistente

AC-RJ (Advogado Autônomo)

Sobre o inusitado comentário anterior, a comparação que fez é tão incoerente quanto afirmar que todos os ateus são genocidas tais como Mao Tsé-Tung, Joseph Stalin e Pol Pot.

Religiosidade e fundamentalismo.

José R (Advogado Autônomo)

Cabe lembrar aos doutos comentadores anteriores que também a AL QAEDA (colapso das Torres Gêmeas em NY), o BOCA HARAM, o EI e o TALEBAM ( nada contra essa religiosidade) são profundamente religiosos...

Chamar religiosos de vanguarda do atraso

Thiago Bandeira (Funcionário público)

não seria uma conduta preconceituosa? Intolerante?
Qual seria a vanguarda do progresso? Os abortistas?

Título ofensivo

AC-RJ (Advogado Autônomo)

O viés esquerdista do Conjur continua radical, exacerbado e intolerante. No seu esdrúxulo entendimento, religiosidade é sinônimo de atraso! Esquece-se da história e ignora a realidade. Defender o socialismo é a verdadeira posição anacrônica e atrasada. O socialismo é um sistema que comprovadamente conduz à ruína, à miséria e à opressão. Não é por outra razão que foi abandonado pela maioria dos países que o experimentaram, estando, portanto, em extinção. Os poucos países socialistas que ainda restam adotam este sistema de uma forma híbrida com o capitalismo. Esta visão lúcida, que o Conjur não conseguiu alcançar, foi adotada pela maioria dos eleitores na última eleição ao votar em candidatos verdadeiramente defensores da liberdade, da democracia e do progresso.

Estado laico, secular.

José R (Advogado Autônomo)

A terem curso esses movimentos políticos - que se suportam no chamado “voto da fé” - logo teremos aqui a “República Teocrática do Brasil”, com testes de fé para investidura em cargos decisivos.
Fundamentalismo em quintessência...

Concordo, em parte, com os esforçados evangélicos

O IDEÓLOGO (Outros)

Devemos ter punitivistas no STF e na PGR. Afinal, a culpada pelo atual "estado de coisas", é a Constituição.
Com a Constituição de 1988 foram enaltecidos os direitos em detrimento das obrigações.
Os "rebeldes primitivos", expressão emprestada do historiador marxista Erick Hobsbawm e adaptada ao contexto brasileiro, sufragados por intelectuais que abraçaram o pensamento do italiano "Luigi Ferrajoli, expresso na obra "Direito e Razão", passaram a atuar em "terrae brasilis" em agressão à ordem estabelecida, ofendendo os membros da comunidade.
Aqueles despossuídos de prata, ouro, títulos e educação especial, agredidos pelos rebeldes, passaram a preconizar a aplicação draconiana das normas penais, com sustentação no pensamento do germânico Gunther Jabobs, resumido no livro "Direito Penal do Inimigo". Acrescente-se, ainda, a aplicação das Teorias Econômicas Neoliberais no Brasil, sem qualquer meditação crítica, formando uma massa instável e violenta de perdedores, fato previsto pelo economista norte-americano, Edward Luttwak, no livro denominado "Turbocapitalismo".
Diante desse "inferno social" o Estado punitivo se enfraqueceu. A situação atingiu nível tão elevado de instabilidade, que obrigou o STF em sua missão de interpretação da Constituição e de pacificação social, lançar às masmorras, de forma mais expedita, os criminosos.
Em decorrência do atrito entre o pensamento do intelectual, preocupado com questões abstratas, e a dura realidade enfrentada pelo povo, principal vítima dos rebeldes, a Democracia soçobra.

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