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Senso Incomum

O que é prova robusta? Moro e TRF-4 divergem! Em jogo, pena de 11 anos!

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45 comentários

Roto do rasgado

Roberto Albatroz (Advogado Autônomo)

Quando eu li esse trecho (...) “Até imagino o sujeito de terno Calvin Klein, gel no cabelo, gravata italiana, chave do Audi na mão” (...), imediatamente me veio à cabeça a imagem dos amiguinhos do parecerista, desses que frequentam o STF vestindo bermudas.

Análise subjetiva

O IDEÓLOGO (Outros)

A análise das provas é, sempre efetuado por um sujeito. E esse faz o seu ato observando um espectro de variantes, que não permite uma redução de ordem lógica, objetiva e estável.

Direito de resposta que “me dou”!

Roberto II (Advogado Autônomo)

Venho costumeiramente tecendo comentários nesta coluna, sempre com respeito a opinião do colunista! Jamais, utilizei nenhuma palavra grosseira ou ofensiva a sua pessoa! Nunca concordei com as suas postagens e procurei dar um outro olhar, tudo em nome de um salutar debate! Ao responder sobre esse último post sobre o condenado com regalias, já que os Joãos e Josés Brasil afora não tem o mesmo , o colunista ao ver os inúmeros comentários contrários, utilizou de uma acidez nas palavras, que não condizem com o homem culto que se diz ou parecer ser! Igualou-se a várzea citada! Como não concordo e não preciso passar por uma situação onde não poderei responder na mesma proporção por haver aqui uma moderação, justa, não mais postarei comentários desse cidadão, que acaba de perder meu respeito!

Porque eles têm a força

senso incomum e outras (Advogado Assalariado - Empresarial)

Sem comentário! A Vale jamais poderia ter aceitado e cumprido passivamente a sugestão das forças tarefas PGR/PF e MPE/PC que atuam no caso de Brumadinho/MG, de afastamento do presidente e membros da Diretoria. Onde vamos parar?

Provas robustas

Bitencourt Direito (Advogado Autônomo - Civil)

Falando sobre 'provas robustas", Professor de Matemática, com Diploma de Curso Universitário, declaração do Colégio Estadual de que integra o corpo docente, deve decretada a prisão preventiva, por suposta violação à Lei Maria da Penha, entretanto não foram suficientemente robustas para ser transferido para uma prisão especial, depois de impetrar um HC no dia 28/02/2019, todavia negada a ordem, decidida hoje, 08/03/19, visto que se encontra no presídio ocupando como preso comum uma cela com mais de 160 presos.
Como o anterior pedido de HC não foi distribuído em virtude do ponto facultativo na véspera do Carnaval, impetrei outro no dia 04/03/19.O Desembargador de Plantão deferiu a liminar, determinando que fosse cumprida a ordem através do OJA, para transferência imediata para uma prisão especial.
Felizmente o anterior Habeas Corpus deverá ser arquivado por falta de objeto.
Se me perguntarem, a determinação do Desembargador foi atendida? Até agora não.
Provas robustas, bah, tchê

Johannes de silentio (Estudante de Direito)

Ivo Lima (Advogado Assalariado)

Falando sobre analfabetismo funcional, Johannes não percebeu o sarcasmo utilizado.

Comentário

Afonso de Souza (Outros)

Por outro lado, acho que o “sujeito de terno Calvin Klein, gel no cabelo, gravata italiana, chave do Audi na mão” está mais para a caricatura dos advogados das grandes bancas que usam e abusam dos inúmeros recursos disponíveis para postergar ao máximo - se possível, até a prescrição - uma decisão definitiva contra seus endinheirados clientes.

Bravo

Mark Twain (Oficial de Justiça)

Este artigo deveria ser lido em voz alta em todas as escolas, com as crianças enfileiradas, ao final, todos devem dizer "DEMOCRACIA ACIMA DE TUDO, CONSTITUIÇÃO ACIMA DE TODOS", filmado (pode ser em câmera de celular) e enviado ao MEC.

Bravo

Mark Twain (Oficial de Justiça)

Este artigo deveria ser lido em voz alta em todas as escolas, com as crianças enfileiradas, ao final, todos devem dizer "DEMOCRACIA ACIMA DE TUDO, CONSTITUIÇÃO ACIMA DE TODOS", filmado (pode ser em câmera de celular) e enviado ao MEC.

Articulista brilhante

Sandro Xavier (Assessor Técnico)

Excelente artigo, bem fundamentado. Só faltou terminar com um LuIaLivri

Prova robusta

André Pinheiro (Advogado Autônomo - Tributária)

Vou explicar para o cronista o que é prova robusta, é muito simples prova robusta é prova robusta.
Como se pode ver quando não se tem uma prova robusta então, e.g, é impossível que os engenheiros de Brumadinho não saibam da catástrofe iminente aduziu a geologa juíza.
Como pode ver, tudo que escreveste não prova nada. Não há um traço de prova robusta em seu texto.
Ninguém sabe ninguém viu, tudo é relativo, tanto faz, contra argumentos não há fatos.
Quem se explica demais não sabe o que está falando ou no mínimo deve ser hipócrita. Eu tenho uma prova robusta sobre essa alegação.
"Nesse exército no Exército de Um Homem Só, tanto faz ser culpado ou ser capaz, tanto faz."
Para Kafka,somente Kafka, é possível que uma prova robusta rumine em uma total falta de provas. É evidente que isso está correto.
Esta nova era, é o fim das trevas obscuras babelescas Aurélianas pelo iluminsimo Lux Fux Barrão.
Em tempo, um órgão sem personalidade jurídica que não é um poder, formado por Dândis burocratas prodígios meroticratas vão administrar um fundo monetário bilionário, quem seria o louco que colocaria na mão dos eleitos pelo povo ??
O Lenin Strike se dói por não ter uma prova rosbusta, mas isso é coisa típicas de quem não tem a prova robusta.
Lembro da prova robusta do elevador mágico em um triplex. Uma verdadeira prova robusta, mesmo sem evidências.
Ora, Excel é para fracos, powerpoints substituem quaisquer necessidades de conprovação pois ele é a própria comprovação.
A prova robusta do elevador no triplex se perdeu no tempo e após períodos quânticos de meia-vida se esvaneceu em uma prova robusta sem provas.
Pobre Newtoniano Lenio, o gato de schrodinger da teoria das provas está vivo, muito vivo e obviamente, assim como o direito, está bem morto.

Oiracis e o mesmo

Johannes de silentio (Estudante de Direito)

Falando sobre Oiracis, Ivo não percebeu que o mesmo é um nickname.

Onde está o Direito?

SMJ (Procurador Federal)

Na boca de fumo! Mano Fábio, tu é meu considerado!

Oiracis10 (Professor Universitário)

Ivo Lima (Advogado Assalariado)

Dureza mesmo é ter o nome de Oiracis.

Ivo: olha o vernáculo

Oiracis10 (Professor Universitário)

Usar “mesmo” como substantivo é dureza. Parece locutor de aeroporto ou placa de elevador. “Certifique-se se o mesmo está parado no andar”. Horrível, Falta leitura nesse corpo. Em vez de análise econômica, análise de Briefing de aeroporto- ABA! Rá!’

Análise Econômica do Direito

Ivo Lima (Advogado Assalariado)

A implicância do articulista com esse tema demonstra que o mesmo é relevante e merece ser estudado por todos.

Várzea?

Roberto Albatroz (Advogado Autônomo)

Para Johannes de Silentio:
1- O parecerista lê, sim, os comentários à sua coluna, tanto assim que invariavelmente cita nominalmente seus bajuladores;
2 - Se várzea há, você dela faz parte, já que é comentarista habitual.

Seria?

Vitor Pereira (Estudante de Direito)

"(...) o sujeito de terno Calvin Klein, gel no cabelo, gravata italiana, chave do Audi na mão" e que, ainda, defende a prisão em segunda instância com base em números...seria Rogério Sanches Cunha?

Prova? Como assim?

Fábio de Oliveira Ribeiro (Advogado Autônomo - Civil)

No contexto do Direito Achado na Boca de Fumo, em vigor no Brasil desde o golpe com o STF com tudo, a questão da prova é irrelevante. Uma convicção basta. Se acrescentarmos uma matéria jornalística tendenciosa e um PowerPoint bem espalhafatoso a convicção se torna prova robusta. Muito mais robusta do que uma certidão centenária expedida pelo Cartório de Registro de Imóveis. Na pior das hipóteses, uma delação ajustada também serve como prova convicto-condenatória. Tá tudo dominado, mano. É nóis na fita, maluco. Essa boca é nossa, porra.

Critérios, falácias e a realidade

Schneider L. (Servidor)

Vamos nos ater a critérios? E que tal os critérios jurídicos que inexistem para garantir efeito suspensivo em Recursos Especiais e Extraordinários criminais? Ou o fato que a prisão em 1ª ou 2ª instância foi regra desde a CF/88 e muito antes disso. A regra era, inclusive, em prisão em 1ª instância que foi alterada pela infame "Lei de Fleury". Os motivos escusos para a mudança legislativa são os mesmos para o julgamento de encomenda para mudar o entendimento da 2ª instância.

Apontar a realidade jurídica do país e a incoerência do articulista é somente "pragmatismo" para os positivistas seletivos. Como se isso fosse um realpolitik jurídico.

De sorte, a comunidade jurídica se importa mais com juristas e magistrados coerentes do que incoerentes. O mesmo vale para juristas. Uma pena que alguns juristas se comportem como militantes.

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