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Revisão de posição

Gilmar defende que delatados possam questionar acordos de delação premiada

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Comentários de leitores

5 comentários

Manchete errada do Conjur

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

A manchete certa é:

Gilmar concede HC para prejudicar réu.

Veja que absurdo jurídico. Ministro Gilmar Mendes concede HC para agravar a situação jurídico penal do réu delator, a pedido do réu delatado. HC para endurecer a cana! Parem o mundo, que eu quero descer!

data vênia...

Neli (Procurador do Município)

Data vênia, Ministro, o criminoso mais abjeto, vil, nojento, asqueroso, é aquele que pratica Crimes contra a Administração Pública: corrupto ativo e passivo.
É o câncer na Administração Pública.
Para tratar câncer(doença) tem a pesada quimioterapia, e para tratar esse câncer da Administração Pública tem que ter uma severa sanção penal, e os julgadores seguindo religiosamente os Princípios da Constituição Nacional.
Princípios desrespeitados por esse ser abjeto.
Tudo de ruim que o País passa, graças a esse Ser Mesquinho, escória da Política.
O criminoso comum (latrocida, v.G.), causa menos prejuízo para a sociedade do que o "Roubador do Erário".
Há insegurança pública? Graças a ele!
Há falta de saneamento básico? Graças a esse Ser Asqueroso!
Gerações de Brasileiros na Eterna Ignorância? Graças a esse Ser mesquinho!
Há falta de Saúde? Graças a esse Ser Pequeno!
O criminoso contra a Administração Pública (ativo ou passivo), coloca seus interesses acima do bem comum.
E um Ser desse deveria ser segregado da Sociedade pela eternidade.
E, data vênia, Caixa 2 também é um crime abjeto.
O "Caixeiro" prejudicou o Democrático Processo Eleitoral.
O político que praticou Caixa 2, desrespeitando a Lei Eleitoral, consequentemente o processo eleitoral democrático.
Ele teria sido eleito se tivesse cumprido rigorosamente a lei eleitoral?
Rui Barbosa, há uns cem anos, disse que o honesto tinha vergonha de ser honesto.
Tenho vergonha de viver nessa quadra histórica do Brasil.
Quem sabe, um dia irá melhorar e pessoas que colocam o interesse público acima do particular governarão esse paupérrimo país.
Mas, penso que não estarei viva para ver isso.
E, por fim, lugar de Pirata que fez butim no erário é na prisão: todos, sem nenhuma exceção!

Data vênia"

É piada né?

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Num país onde o STF cria lei por acórdão, como no caso da homofobia, onde contra legen, e contra a vontade da maioria do povo e do parlamento insiste em legalizar drogas, falar em segurança jurídica é piada de mau gosto. salve-se quem puder.

O stf deveria se comportar como uma suprema corte

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Há um certo ceticismo por conta dessa excessiva e injustificada preocupação de alguns membros do STF contra as leis penais introduzidas na legislação criminal brasileira, para melhor coibir e penalizar os criminosos disfarçados de empresários, autoridades e políticos, deveria ser prestigiada com mais ênfase pela nossa Suprema Corte, deixando, ou melhor, não interferindo, nos procedimentos e decisões das instâncias ordinárias.
Pelo jeito chegará o momento em que o STF, através de uma simples canetada, monocraticamente, estabelecerá que 2 + 2 é diferente de 4.
Está na hora da "Lava a Toga", para o bem do próprio Poder Judiciário.

O conto da segurança jurídica

Luís Eduardo (Advogado Autônomo)

Acho que ouvi em algum conto infantil dizer sobre "segurança jurídica", é interessante, dizia que quando um conselho maior da país encantado decidia alguma coisa, por todos seus juízes, isso dava "segurança jurídica" , e dali em diante tudo seria resolvido seguindo o entendimento, que era a segurança jurídica em prol da manutenção da sociedade; na história a sociedade queria se defender dos seres maus, que perturbavam a paz e causavam grandes prejuízos aos celeiros públicos, e o conselho maior decidiu que, ainda que os maus fossem entregues por arrependidos, a "entregação", em princípio, não faria mal aos maus, porque só dizia respeito aos arrependidos. Agora, por uma luz brilhante cadente, veio o sinal que isso tudo está errado, os maus estão sendo prejudicados demais pelo que entendeu o conselho maior e isso precisa ser mudado, ainda que isso prejudique a sociedade, mas ai algum fato interrompeu a minha atenção e fiquei sem saber como termina essa história. Espero que o conselho maior tenha decidido pela "segurança jurídica" e mantido a defesa da sociedade contra os maus. Imaginem se isso fosse realidade, não, acho que não dá pra imaginar um conto péssimo como esse num fato real.

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