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Conspiração política

Juristas europeus fazem manifesto pedindo anulação do julgamento de Lula

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Comentários de leitores

24 comentários

"Pitacos" de Gringos

Advogado e Professor de Direito (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Será se os renomados juristas conhecem as entrelinhas dos vários volumes do processo que compõem o acervo probatório que subsidiou o decreto condenatório do "capo" da quadrilha do PT?
Não precisamos de "pitacos" para subsidiar a soberania dos nossos vereditos!

Zzz...

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

zzz...

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Eududu (Advogado Autônomo)

Nossa, e pensar que o senhor reclamou da falta de argumentos dos outros... e eu acreditei (inclusive que o senhor fosse mesmo advogado).

Seus comentários, que já começaram muito mal, comprovam: “nada é tão ruim que não possa piorar”.

Malgrado a tentativa e fugir do debate fazendo troça, seu último comentário nem como piada serve.

Mas não ligue. Restam sua brilhante argumentação e seu raciocínio exemplar, sintomático de determinada militância política. Parabéns! Merece um adesivo "Lula Livre", um copo de suco e um pão com mortadela. Pode ir buscar na sede do PT mais próxima.

Raciocínio exemplar

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Um marido fica sabendo de um vídeo gravado ilicitamente com sua mulher lhe traindo no motel.
Segundo o raciocínio do Dr. Eududu, a gente poderia dizer para o marido: "Não se preocupe, as gravações são ilegais; o senhor não é corno!"

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Eududu (Advogado Autônomo)

Para finalizar, devo ressaltar que o senhor está invertendo a lógica e o ônus da prova. Até o momento, Moro e Dalagnol não têm de provar nada em sua defesa. Porque o material não foi entregue aos órgãos competentes para investigação e sequer foi disponibilizado ao público na íntegra.

Ao que parece, no seu tribunal de exceção, o acusador diz sempre a verdade e não precisa provar nada, ao passo em que os acusados são sempre culpados e devem provar sua inocência.

Em que pese o senhor acusar a falta de argumentos dos outros, os seus baseiam-se apenas no que “está em toda a grande mídia e nas redes sociais, e ganhou repercussão internacional.” Para o senhor, isso é “argumento convincente”.

Então, por oportuno, vou lembrar uma lição basilar de Direito: o que não está nos autos, NÃO EXISTE!

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Eududu (Advogado Autônomo)

Sobre os jornalistas citados, acompanho Reinaldo Azevedo há mais de uma década. No começo, assumiu uma posição conservadora/de direita para atacar o PT e fez um brilhante trabalho, como comprovam “O País dos Petralhas” I e II, obras nas quais exalta e faz coro a Olavo de Carvalho (se Lênio lesse os livros brigaria com R.A.), denunciando o marxismo cultural, o foro de São Paulo, aparelhamento do Estado e da grande mídia, p.ex.

Porém, após o impeachment de Dilma, R.A. revoltou-se e tentou se separar do que chamou de “direita xucra”, passou a atacar Olavo de Carvalho e não fala mais dos temas abordados em suas obras anteriores. Para completar, tomou para si a defesa de Aécio Neves contra o MPF e foi flagrado em grampo com a irmã do Aécio, sua principal "fonte". Conclusão (minha), R.A. na verdade era partidário do PSDB (e, portanto, esquerdista), mas, para atacar o PT, surfou na onda conservadora e dela tentou ser porta-voz após o impeachment. Se ferrou, perdeu empregos e hoje não tem coragem sequer para ativar os comentários em seu blog.

A Sherazade tem história parecida. Mudou da água para vinho e, coincidentemente, agora é namorada ou esposa de um filiado ao PSDB.

Dizer que ambos são de direita é ingenuidade, é negar a realidade dos fatos.

Mas a denuncia partiu do The Intercept e o tal Glenn Greenwald é notório esquerdista que trabalhou para o The Guardian, atacou Bolsonaro durante as eleições, foi um dos únicos jornalistas para quem Lula quis dar entrevista e vive maritalmente com um deputado do Psol que “herdou” o mandato de Jean Willys. Por trás de sua atuação há claramente uma agenda política.

(...)

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Eududu (Advogado Autônomo)

Acsgomes já disse praticamente tudo.

Acrescento que eu também, desde a primeira manifestação de Moro sobre o caso, entendi que o ministro disse foi que, devido ao tempo decorrido, por não possuir mais as tais mensagens e não ter tido acesso a todo o material, não tinha como negar ou confirmar sua autoria e/ou veracidade.

Mas é preciso ter em mente que, ainda que confirmada a autoria das mensagens, é preciso comprovar o contexto. Ou seja, ainda que alguma conversa de fato tenha ocorrido, isso não torna verdade as conclusões do The Intercept. Como no caso em que Moro se refere à tal procuradora, p. ex, dizendo que a mesma deveria passar por um treinamento. Concluir que era um pedido de substituição é forçar muito a barra, pura conjectura.

Já vi diversas vezes juízes, promotores e advogados falando reservadamente nos mesmos termos. “O Dr. Fulano deveria passar por uma reciclagem”, “o tribunal deveria oferecer um curso de atualização ao Dr. Beltrano”, “o Dr. Cicrano precisa voltar à faculdade”, etc. Da mesma forma, vi várias vezes juízes perguntarem diretamente ao advogado, “Dr. tem certeza de que quer ouvir a testemunha tal? Acho que já é o bastante. Pense bem.”

A equidistância do magistrado, na prática, nunca foi absoluta. Basta lembrar que o MP tem lugar privilegiado no processo penal, senta-se ao lado do Juiz. Devemos considerar ainda que a Lava Jato era uma força tarefa. Ademais, o Juiz deve zelar sim pela maior eficiência possível na prestação jurisdicional.

Sobre a suposta indicação de testemunha, a verdade é que o juiz nem precisaria sugerir ao MP alguma testemunha para prejudicar o réu, pois pode determinar sua oitiva de ofício! É inverossímil que tal episódio (se ocorreu) tenha tido a finalidade de prejudicar o réu.

(...)

Falta de argumento

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Ilustre senhor acs gomes, todos que acompanham atentamente os fatos viu, ouviu e leu Moro admitir que, de fato, fornecera nome de testemunha a Dallagnol em conversa secreta, fora do processo e à revelia da defesa, justificando o ato como sendo um "descuido" (sic!).
Não tem cabimento negar isso, está em toda a grande mídia e nas redes sociais, e ganhou repercussão internacional.
É apenas o exemplo mais gritante, e os demais?
Encontre argumento mais convincente. Com esse, não conseguirá seu intento de defender o indefensável. Mentira tem perna curta.

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

acsgomes (Outros)

1- Em nenhum momento eles admitiram a veracidade das conversas. Por incrível que pareça, não negar não significa admitir.
2- Precisa ser muito bocó para não perceber que trata-se de um movimento a desacreditar a Lava Jato propiciando futuras anulações de condenações.
3. O mesmo blá-blá-blá.
4. O único ato desonesto comprovadamente ocorrido foi a subtração das mensagens dos celulares dos procuradores. Parece que aqui os fins justificam os meios, não?

Indisfarçável paradoxo

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

1. Depois de terem admitido a veracidade das conversas, a dupla Moro-Dallangol percebeu que não teria como justificar o teor das gravações.
2. Precisa ser muito bocó para não perceber que essa mudança de defesa é a mais evidente prova de que eles não somente praticaram o crime, mas que têm PLENA consciência da gravidade de seus atos, e por isso precisam apostar nessa tática.
3. No desespero de encobrir suas ilicitudes, acabaram agindo como dissimulação negando o que já tinham confessado. Com isso, mostram a face obscura de agentes públicos no exercício de função pública.
4. Quem defende esse comportamento, a esta altura, não me parece que seja simplesmente um bocó, mas conivente com esse vergonhoso procedimento de membros do Poder Judiciário que acham que é válido agir desonestamente se a finalidade for combater a corrupção - um indisfarçável paradoxo.

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

acsgomes (Outros)

Sim, vamos por partes:

1º) Moro vem a cada divulgação de mensagens afirmando que não tem como dizer se são autênticas ou não e solicitando a The Intercept para entregar a TOTALIDADE delas para perícia. Afora isso, a FSP noticiou (Monica Bergamo) que o Min Luiz Fux negou a tal conversa divulgada numa das mensagens. O Juiz pode DE OFÍCIO convocar uma testemunha. Logo, sugerir não é problema.

2º) Ele não sugeriu a troca da procuradora, mas sim um treinamento para ela. Fez isso numa audiência do PALOCCI e, pasme, ela continuou a atuar no processo dele. Logo, não houve troca de procuradora coisa nenhuma. Um juiz tem como meta a BUSCA DA VERDADE. Isso é alcançado com uma procuradora mais eficiente.

3º) O problema não são as mensagens, mas sim a narrativa que é montada e as mensagens são manipuladas e inseridas como "prova" de tal narrativa. Divulguem TODAS as mensagens e aí vamos ver num período de 5-6 anos se houve conluio mesmo.

Como Jack, o estripador

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Como Jack , o estripador, vamos por partes:
1º) Moro não só não negou o conteúdo das gravações, como confirmou tacitamente sua veracidade ao afirmar que, de fato, cometera um reles "descuido" (!) ao sugerir a Dallangol o nome de testemunha em conversas secretas, fora do processo e à revelia da defesa. Dizer que isso não configura quebra da imparcialidade é muito cinismo ou uma incrível ignorância das normas constitucionais e processuais a respeito da postura EQUIDISTANTE que deve ter o magistrado.
2º) O fato acima é apenas o mais grotesco, mas, e as demais conversas, como aquela em que sugere a troca de procurador por outro mais eficiente? Eficiente para quem, cara pálida? Desde quando um juiz pode ter interesse em que a acusação seja mais eficiente do que a defesa?
3º) Por fim, o fato de as denúncias partirem de "esquerdistas" - o que é uma meia verdade, pois Raquel Sherazade e Reinaldo Azevedo não se enquadram nesse esteriótipo, apenas para ilustrar - não tira a legitimidade dos denunciantes, e muito menos limpa a sujeira do "político-de-toga".

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Eududu (Advogado Autônomo)

1º, o material deve ser disponibilizado na íntegra, para o público e para as autoridades competentes, afim de se verificar a consistência e autenticidade. Até agora isso não ocorreu, portanto, temos apenas um pretenso tribunal de exceção composto pela militância esquerdista espalhada na mídia, na política e na área jurídica.

2º, pelo o que eu vi, várias mensagens não têm o sentido que o The Intercept diz ter. Ex., quando Moro diz que a procuradora deveria fazer um treinamento, e o the intercept diz que ele estava pedindo a substituição da procuradora. Ou quando comenta ou pergunta para Dalagnon, “não é muito tempo sem operação”, e o the intercept conclui que Moro estava cobrando a realização de operações. Portanto, as conclusões do The Intercept são bem subjetivas, claramente enviesadas.

3º, há troca de mensagens com intervalos de minutos e outras com intervalo de horas. Como a íntegra do material não pode ser analisada, não é possível saber se as partes da conversa foram pinçadas e tiradas de contexto.

4º, se o The Intercept teve acesso irrestrito às conversas ocorridas entre 2015 e 2017 e, mesmo pinçando frases escolhidas a dedo, não conseguiu demonstrar de forma clara uma atuação indevida de Moro e Dalagnol, é porque o material é fraco e inconsistente. Se houvesse mesmo conluio entre os dois para prejudicar Lula, pelo volume e o período de tempo das conversas obtidas clandestinamente pelo The Intercept, já deveria ter surgido coisa muito mais consistente do que as frases soltas que o The Intercept tenta dar sentido próprio, o sentido que deseja.

Agora eu é que pergunto, qual é o argumento válido para se considerar a matéria do The Intercept uma verdade incontestável? Responda. Quem sabe o senhor não eleve o nível dos comentários.

Blá blá blá

acsgomes (Outros)

Mais do mesmo, pura manifestação para os "já convertidos".

Nível dos comentários

Adir Campos (Advogado Autônomo - Administrativa)

Se algum estrangeiro quisesse saber se houve ou não quebra da imparcialidade no processo da Lava-Jato, mas não tivesse a menor noção do que aconteceu de verdade, ainda assim ele poderia perceber facilmente tirar por si só uma singela conclusão.
Bastaria que ele visse o nível dos comentários daqueles que defendem Sérgio Moro. Defendem incondicionalmente o ex-juiz, mas não são capazes de refutar o teor das gravações; atacam os que denunciam as flagrantes nulidades, mas não enfrentam o objeto das denúncias.
Para bom entendedor, um pingo é letra.

Olho clínico

carlos.msj (Advogado Autônomo)

Pelo visto, lá fora se tem uma visão melhor do lawfare que ocorre aqui dentro.

Vergonha alheia

Vercingetórix (Advogado Autônomo - Civil)

Não há nada mais ridículo do que esse tipo de matéria que o Conjur insiste em veicular constantemente.

Prevaricação

ranolfo alves (Advogado Autônomo - Criminal)

Entre os signatários do texto em questão é bom ressaltar que entre eles encontra-se Baltasar Garzón que na condição de juiz fora processado pelo Tribunal Supremo de Justiça Espanhol e, após regular processo, resultou na sua condenação pela prática do delito de prevaricação, além de outros malfeitos, restando, por conseguinte, submetido à pena de demissão do cargo de juiz, como também noutras reprimendas.

O que a doença chamada esquerdismo causa...

Eududu (Advogado Autônomo)

(...)

Mas, não bastasse o cínico interesse estrangeiro pelos índios e sua preocupação com nosso meio ambiente, agora, com o apoio dos nossos esquerdistas, querem tutelar as instituições e os poderes do Estado brasileiro.

E os esquerdistas brasileiros agradecem e batem palmas para que estrangeiros espalhem falsas narrativas sobre o Brasil e dêem palpites em nossos assuntos internos.

O esquerdista sofre de uma doença complexa, que o torna hipócrita, idiota e mau caráter. É aí que mora o perigo. Enquanto gritam que o Brasil está sendo entregue aos estrangeiros pelo governo Bolsonaro, são eles mesmos, os militontos da esquerda, que estão fazendo o serviço sujo.

O que a doença chamada esquerdismo causa...

Eududu (Advogado Autônomo)

Um manifesto (político) de 13 juristas estrangeiros elogiando e repetindo a cantilena do The Intercept e do jornalista (e militante de esquerda), Glenn Greenwald, funciona bem somente entre os militontos, que saem exultantes, como se os 13 juristas representassem mesmo uma lúcida “comunidade jurídica internacional”.

Engraçado que meteram os índios (“pelos direitos dos povos indígenas”) no final do tal manifesto. Aí lembrei que outro dia, estiveram uns índios na França para fazerem o papel de vítimas e protestarem contra o governo brasileiro ao lado do presidente Macron (https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/05/17/cacique-raoni-vai-a-europa-em-defesa-da-floresta-e-dos-povos-da-amazonia.ghtml).

Está cheio de ONGs francesas na Amazônia prestando “ajuda humanitária aos índios”. A França, através da Guiana Francesa, faz fronteira com nosso território. É muito provável que queiram (e não são só os franceses) uma narrativa para tomar de nós ou intervir na Amazônia. E os esquerdistas brasileiros vão estar ao lado e torcer pelos invasores. Por enquanto, estão empenhados em denegrir o próprio país no exterior a qualquer custo, só porque não concordam com o resultado de uma eleição democrática. E, como sempre, utilizando a velha conversa de atentado aos direitos humanos. Têm prazer de espalhar pelo mundo que vivemos numa malvada ditadura (apesar da eleição democrática) e que mulheres, negros, gays, índios, etc estão sofrendo severa repressão no Brasil. Essa é sua luta política, mentir contra seu povo, sua pátria e nação. Vendem a alma ao diabo, se for preciso (e fazem o diabo para ganhar uma eleição, como disse Dilma Roussef e comprova a facada desferida em Bolsonaro por um ex militante do psol que, agora, é louco).

(...)

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