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Atuação conjunta

Procuradores da "lava jato" agiram para proteger Moro e evitar conflitos com STF

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Comentários de leitores

4 comentários

Lamentável

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O combate aos crimes no Brasil é realizado com a prática de outras ilicitudes. E, o pior, é que tem advogado, jurista de primeira grandeza, jornalista e político, que ratificam essa conduta.
O Doutor Sérgio Moro e o Procurador da República, Deltan, colocaram, de forma ilegal, na cadeia, um nordestino, que ousou ser presidente.
Como o pobre não ajuda pobre, mas tem sempre, em mira, ser rico, o povo permanece em sua mansidão, desempregado, e com nome no SPC e Serasa.

Sensacionalismo surreal encolhido...

Carlos Bevilacqua (Advogado Autônomo)

Dependendo da conotação ou denotação semântica das mensagens estas podem arbitrariamente trazer intuições deformadas da realidade, dependendo do contexto ou intento em que são empregadas, bem como da persuasão que o elocutor pretende seja incutida ao leitor ou ouvinte.

O divulgador das mensagens, hackeadas, entre o juiz e o procurador, lançadas na mídia gota a gota, na tentativa vã de imprimir tortura psicológica a seus alvos, forçou uma interpretação falaciosa, tendenciosa, manipuladora e persuasiva dos textos, qualificando-os falsamente como “parcialidades” e “aconselhamentos” – o que, em verdade, são diálogos normais, triviais, usuais, corriqueiros, praticados naturalmente entre procuradores, promotores, advogados e partes, dentro da legalidade.

Uma Justiça ficcional

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Muito embora o brasileiro comum tenha memória curta, por vezes não enxergando o que está diante dos olhos, é certo que já tivemos há poucos anos no Brasil um outro caso muito assemelhado, mais acanhado, mas usando os mesmos métodos. Há pouco mais de uma década o então delegado da Polícia Federal Protógenes Queiros firmou com um grupo de empresários e alguns jornalistas um esquema para incriminar o banqueiro Daniel Dantas. De olhos mais nos números do IBOPE do que nas questões processuais, membros do Ministério Público Federal, em associação com o então juiz federal Fausto de Sanctis, criaram uma sucessão de shows pirotécnicos, que iludiram fácil o cidadão brasileiro comum. Naquela época, havia ainda por parte do Supremo, e alguns setores do Judiciário, certa preocupação com o cumprimento da lei, o que levou a, anos mais tarde, o completo desmantelamento do esquema criminoso, que tinha como único objetivo atacar o banqueiro Daniel Dantas devido a disputas por mercado. Apenas Protógenes foi condenado criminalmente, sendo que a quase totalidade da população brasileira desconhece em absoluto os desdobramentos posteriores do caso, embora se lembrem da prisão espetaculosa do Banqueiro. A chamada "Operação Lava Jato", como sabemos desde o início e é agora confirmado pelos vazamentos dos diálogos entre o Juiz e membros do Ministério Público Federal, segue exatamente os mesmos métodos. Havia um objetivo premeditado, combinado e arquitetado entre os agentes públicos, sendo todos os atos processuais, tanto da acusação, como do Judiciário, foram realizados para alcançar o objetivo que previamente combinaram. Pelos mesmos métodos, eles poderia condenar o Papa e a Madre Teresa de Calcutá.

Tá demais !

Claudio COMMAIS (Consultor)

Afinal o MPF e o Moro estiveram trabalhando para incriminar Inocentes, ou se dedicando para combater crimes ? Os malandros usaram todas artimanhas possiveis, e caso não tivessem o contraponto adequado da justiça, ficariam inimputáveis, e dai tudo o que fizeram não seriam crimes ! Ficaria certo isso ? Todos de bem e bem brasileiros sabem que não. Pára com isso mídia e políticos da esquerda, já estão ficando muito desacreditados e seus interlocutores umas "pernona non gratas" . Estão Encontrando ecos somente entre vocês mesmo, que estão com o microfone, o povo está com seus títulos de eleitor na mão, e com a rede social ao alcance !

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