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Provas da parcialidade

Defesa de Lula pede que STJ considere conversas vazadas ao julgar embargos

Comentários de leitores

4 comentários

Calma lá...

KlausNegri (Advogado Autônomo - Criminal)

Eu acho que toda prova tem que ser levada em consideração. Mas veja: PROVA. Não dá para o Poder Judiciário começar a julgar conforme publicações de blogs. De onde vieram as mensagens? São verdadeiras? Houve adulteração? Qual é o conteúdo completo? Feito tudo isso, que julguem conforme as PROVAS, doa a quem doer. Agora, julgar de acordo com frases isoladas publicadas em blogs não existe em nenhum lugar do mundo.

Inversão de valores

Glaucio Manoel de Lima Barbosa (Advogado Assalariado - Empresarial)

"O RATO COLOCANDO A CULPA NO QUEIJO"
O colega advogado esqueceu de fazer uma breve leitura no inciso III do artigo 3º da Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013-de ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA- assinado por Dilma Roussef e José Eduardo Cardoso, que define na parte DA INVESTIGAÇÃO E DOS MEIOS DE OBTENÇÃO DA PROVA :
VIII - cooperação entre instituições e órgãos federais, distritais, estaduais e municipais na busca de provas e informações de interesse da investigação ou da instrução criminal. "
Será que a população não entende que tudo é uma manobra para culpar o "QUEIJO" ?

Interessante

acsgomes (Outros)

Vai ser interessante saber se algum Ministro de algum dos tribunais superiores vai ter coragem de levar em consideração as transcrições de mensagens não periciadas e ainda por cima fruto de um crime.

Conversa roubada.

Professor Edson (Professor)

Segundo a doutrina do judiciário até hoje, interceptação telefônica sem autorização de um juiz não vale nada, aliás além da autorização precisa ter fundamento.

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