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Comentários de leitores

6 comentários

Erro de semântica

suarib (Advogado Autônomo - Civil)

O que tem visto é um erro de semântica.
O Coaf não está errado. Errou quem permitiu que dados sigilosos fossem parar nas mídia. Não há como enteder que até hoje ninguém tenha cogitado tal ilegalidade. Aí reside o mistério....

Erro de interpretação

suarib (Advogado Autônomo - Civil)

O que tem visto é um erro de semântica.
O Coaf não está errado. Errou quem permitiu que dados sigilosos fossem parar nas mídia. Não há como enteder que até hoje ninguém tenha cogitado tal ilegalidade. Aí reside o mistério....

Erro de interpretação

suarib (Advogado Autônomo - Civil)

O que tem visto é um erro de semântica.
O Coaf não está errado. Errou quem permitiu que dados sigilosos fossem parar nas mídia. Não há como enteder que até hoje ninguém tenha cogitado tal ilegalidade. Aí reside o mistério....

ótimo texto

Schneider L. (Servidor)

É revigorante ler artigos bem fundamentados e coerentes nessa revista. Parabéns ao articulista.

São tão poucos ultimamente.

Parabéns

Jônatas Eduardo Batista Martins Teixeira (Funcionário público)

artigo muito bom, parabéns

Insucesso

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Quando nos propomos a produzir ciência jurídica, é relativamente fácil encontrarmos o insucesso através de alguns métodos ordinariamente conhecidos na metodologia científica. Um desses métodos é realizar a leitura isolada de textos normativos. No caso do artigo sob comento, os doutos Articulistas incorreram no grave equívoco de negligenciar algo essencial para o debate em questão: as garantias individuais visando manter o cidadão em salvaguarda frente aos abusos dos agentes estatais. Sim, juízes e promotores prevaricam, praticam abuso de autoridade, violam o sigilo profissional. Para evitar danos à vida do cidadão é que tanto a Constituição Federal brasileira, em incontáveis dispositivos que foram negligenciados no texto, bem como diversos tratados internacionais, também ignorados, criaram uma série de limitações, de modo a impedir que os coadjuvantes da administração da Justiça utilizem o cargo para perseguições. Assim, ao incorrer nessa falha metodológica monumental, o artigo em comento perdeu completamente seu teor científico, transformando-se em mero panfleto ideológico sem nenhum valor. Talvez os doutos articulistas, como profundos conhecedores do direito e extremamente preocupados com o cumprimento da lei, possam um dia reescrevê-lo de forma científica.

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