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Silêncio eloquente

Dallagnol suspeitava que Moro não investigaria Flávio Bolsonaro, diz Intercept

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Comentários de leitores

9 comentários

Quando negar a realidade é se alienar

O IDEÓLOGO (Cartorário)

"A palavra alienação vem do Latim “alienus”, que significa “de fora”, “pertencente a outro”. A alienação é estar alheio aos acontecimentos sociais, ou achar que está fora de sua realidade. Karl Marx em sua obra Manuscritos econômico-filosóficos usou o termo para descrever a falta de contato e o estranhamento que o trabalhador tinha com o produto que produzia.
A alienação na sociologia de Marx é descrita também como um momento onde os homens perdem-se a si mesmos e a seu trabalho no capitalismo. Para Marx as relações de classe eram alienantes, pois o trabalhador assalariado se encontrava em uma posição de barganha desigual perante o capitalista (empregador). Dessa forma o capitalista conseguia dominar a produção e o trabalhador.
Marx considerava o trabalho a mais importante expressão da natureza humana e quando o homem perdia o controle sobre ele, entrava em um processo que conduziria à sociedade a uma ordem social alienada: desigualdade crescente, pobreza em meio a plenitude, antagonismo social e luta de classes ("https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/alienacao-na-sociologia-por-karl-marx/50586).
Os diálogos entre Deltan e Moro tratam de fatos definidos e a própria condenação do Senhor Luís Inácio Lula da Silva, quando outros presidentes fizeram coisas piores, como o Senhor Fernando Affonso Collor de Melo, e não terminaram na cadeia, são provas fortíssimas de cumplicidade entre o Poder Executivo e o Poder Judiciário.
E tem mais.
A Justiça Federal de Curitiba não possuía competência para apreciação de processos envolvendo a Petrobrás. Mas, os Tribunais Superiores diante da opinião pública, preferiu não se indispor com o povo, e ratificou decisões, manifestamente, contrárias à Constituição Federal e ao Código de Processo Penal.

É verdade essa notícia...

Eududu (Advogado Autônomo)

Mesmo parecendo expressão de opiniões estritamente pessoais, haja vista que nenhum dos procuradores citados atuou no caso, duvido muito que seja verdade.

E digo pelo seguinte, não cabe ao Ministro da Justiça investigar quem quer que seja! Como o Ministro da Justiça iria barrar uma investigação em curso junto à Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro? Isso é suposição típica de leigo, não de um membro do MPF.

E ainda tem um suposto trecho em que o procurador teria dito, “Seja como for, o presidente não vai afastar o filho.” Como assim, desde quando o presidente pode afastar alguém do mandato de senador? Que isso?!

Ora, as estorinhas contadas pelo The Intercept não são sequer verossímeis.

E vamos parar de insinuar que a decisão do Tofoli beneficia somente Flávio Bolsonaro, quando sabemos que Gilmar Mendes e o próprio Gleen Greenwald, p.ex., podem ter se beneficiado muito mais dela. O Gilmar já sabe que esteve na mira da receita federal. O tal Gleen está apavorado com o que o Coaf pode dizer sobre suas movimentações, tanto que teve até encontro com advogados (40, inclusive Lênio Streck) para condenar aquilo que nem sabe se aconteceu.

O pessoal do Conjur vive se fazendo de bobo para inspirar outros bobos.

Brincadeira

acsgomes (Outros)

Os diálogos apresentados mostram os procuradores comentando sobre uma investigação que não está na Lava Jato, ou seja, não tem nada haver com eles. Mas o Intercept e o Conjur tentam um certo malabarismo de culpá-los por um processo que está no RJ. É brincadeira

Para Conjur que está ficando feio

svb advogado (Servidor)

Para Conjur que está ficando feito. Dar créditos a supostos, isto mesmo supostos, diálogos interceptados de forma ilícita só mancha a linha editorial do site. Além do mais demonstra de forma clara a quem este site está servindo: a bandidos condenados por corrupção.

Quando o crime é livre para certas castas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Deltan, Moro, etc. Todos ainda soltos. Nenhuma investigação instaurada.

Como estão os que se fizeram de enganados?

Bacharel em Direito e pós graduado (Assessor Técnico)

De que, o Moro e sua "turma", incluindo o DELTAN, agiram em conluios de burla à Lei Soberana; João Marcos Ferreira de Souza, que aqui comenta, NUNCA TEVE DÚVIDA, porém, o que tem a dizer o Álvaro dias, ex candidato à presidência, que nunca mais falou nada sobre o "honesto" MORO? No tocante à Decisão do Dias Toffoli, de suspender as investigações, a pedido do filho de Bolssonaro, sobre o Coaf, entendo, salvo melhor juízo, que a decisão é "extra petita", ao sabemos que o juiz não deve e não pode decidir além do que é pedido pela parte. Entendamos que a decisão deveria ter se limitado somente ao pedido do filho de Bolssonaro; não extensiva às demais investigações, mas, o Ministro agiu de tal forma, prevendo críticas surgiriam se somente decidisse em prol do "filhinho" do presidente; logo, visando defender sua própria decisão, como o fez posteriormente via imprensa, disse: "A decisão é em proteção de todos os cidadãos". Eis aí a esdrúxula saída dele, em favor de seu decisum ao arrepio da lei ("contra legis"; "extra petita"). Afinal, pergunto-vos: Como estão os que se fizeram de enganados, de inocentes, de ingênuos e de bestas (bobos) para ainda defenderem a forma de governo que estamos tendo, há 7 meses? Defendam-no e defendam-se, dizendo: "Lula está preso, babacas".

Cegueira ideológica

Fábio_SCardoso (Servidor da Secretaria de Segurança Pública)

Vê-se comentários com palavras rebuscadas, autointituladas "acima da média", mas que não são capazes de levar em consideração que tais mensagens além de terem sido obtidas por meios ilícitos, foram editadas.
A cegueira proporcionada por uma ideologia que adentrou com os dois pés nas universidades fez com que muitos dos que concluem as suas graduações, inclusive Direito, o que é muito triste, não possuem senso crítico, e pior, relativizam princípios em prol dessa ideologia. Triste ponto chegamos!

Julgamentos seletivos

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O Doutor Sérgio Moro, como diz, reiteradamente o jornalista José Luiz Datena, parece que praticou ilícitos para combater outros.
O grave problema é que boa parte do povo brasileiro, a classe média ressentida, advogados com pouco conhecimento da realidade (vide o artigo, aqui, no Conjur, do professor da USP, datado de 04 de agosto de 2018, no qual mencionou que" O quadro é típico, segundo ele, da classe social a que a maioria dos advogados pertence. Mas isso não deixa de surpreendê-lo. “Como grupo, os advogados não meditam muito sobre esses temas institucionais, sobre as premissas filosóficas da carreira. Acho até que eles não leram muito e a grande maioria dos cursos de Direito parece não ter boa qualidade. O nível de leitura é muito prático, voltado aos códigos e à letra da lei”, analisa Bolívar. “É um processo de proletarização”, afirma, em entrevista à ConJur"), e boa parte dos profissionais médicos, aprovam a Operação Lava Jato, mesmo com as ilegalidades constitucionais.
Então, apoiam a violação da Constituição.

Conjur para que está ficando feio

svb advogado (Servidor)

Impressionante um site de notícias e outros assuntos que fala do Direito se ver em uma campanha contra o povo brasileiro, procuradores e juízes federais. Conjur dá tamanha importância a supostas, isto mesmo supostas, mensagens sem ouvir o outro lado ainda mais adquirida de modo ilícito, só nos faz acreditar que por trás deste pseudo jornalismo deste site já tem um lado: o dos criminosos. Para Conjur, está ficando feio. Estão perdendo a credibilidade adquirida ao longo do tempo. Um aviso.

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