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"A informatização só trouxe benefícios aos jurisdicionados e aos magistrados"

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3 comentários

https://www.conjur.com.br/2019-jul-09/processo-eletronico-am

Sergio Battilani (Advogado Autônomo)

https://www.conjur.com.br/2019-jul-09/processo-eletronico-ampliou-custos-tempo-tramitacao-tcu

... e problemas apenas para advogados

Sergio Battilani (Advogado Autônomo)

Nós, advogados, fomos, somos e seremos obrigados a trabalhar como servidores sem nenhum bônus, nem mesmo a proporcional agilidade na prestação jurisdicional. Aliás, tivemos e continuamos a ter muitos ônus: um caos de sistemas diferentes e conflitantes que apenas trouxeram bonus para os servidores com a transferência de suas atribuições e potencialmente a alguns dirigentes que devem ser até objeto de investigação diante das noticiadas dispensas de licitações. O que justifica a existência de um CNJ que sequer tomou as rédeas deste caos para uniformizar um ambiente?
Nós, advogados, inclusive diante da omissão de nossos representantes, continuaremos a pagar a conta da ineficiência e do desmando Estatal!

Não adianta

O IDEÓLOGO (Outros)

O TJSP foi criado em 1874, quatro anos após a Alemanha, de Otto von Bismarck, ter surrado a França, de Napoleão III, quando ocorreu a formação do Império Alemão (1871-1918).
Mas, estudos evidenciam que os seus juízes e desembargadores seguem, fielmente, o pensamento de Francisco Cavalcanti Pontes de Mirada, que, aos dezenove anos formou-se bacharel em direito e ciências sociais (1911) pela Faculdade de Direito do Recife (hoje integrante da Universidade Federal de Pernambuco), e no mesmo ano escreveu seu Ensaio de Psicologia Jurídica.
Pontes de Miranda foi um gênio em seu tempo. A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (do Largo de São Francisco) nunca conseguiu produzir um equivalente ao mestre alagoano.
Assim, não adianta os brilhantes Desembargadores e Juízes do TJSP adotarem a informatização, em larga escala, colocando o órgão encarregado de decidir as brigas jurídicas da sociedade no século XXI, se permanecessem empedernidos com as suas "mentes privilegiadas" no século XX.
Temos juristas que superaram Pontes, mas ficam os operários jurídicos vivendo no mundo atual com os olhos no passado.

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