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Moro na Câmara

Moro se retira de sessão da CCJ da Câmara após ser chamado de ladrão

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Após quase oito horas de sessão, o ministro da Justiça, Sergio Moro, se retirou da audiência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara depois de ter sido chamado de ladrão pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). 

Moro se retira de sessão da CCJ da Câmara após ser chamado de ladrão.
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O ministro participou de uma audiência na Câmara para falar sobre o vazamento de supostas conversas entre ele e o procurador da República Deltan Dallagnol.  As conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil aconteceram quando Moro ainda atuava como juiz federal em Curitiba. 

Na audiência, Moro insistiu na tese de que os diálogos não aconteceram e, caso tenham acontecido, não mostram "nada de mais". "Não tem nada ali. É um balão vazio, cheio de nada”, afirmou.

 é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 2 de julho de 2019, 22h41

Comentários de leitores

20 comentários

O título da matéria na ConJur

Honório Dubal Moscato, Advogado, OAB-RS 32.629 (Advogado Autônomo - Criminal)

Num primeiro momento, o título sugere o raciocínio segundo o qual Sérgio Moro, ao ser chamado de ladrão, não teria suportado "tal verdade" e se retirado daquele local aos gritos de "fujão" bradados exatamente por aquela grei que o atacava. Mas não foi assim. Moro se retirou do local somente após a confusão generalizada que se instalou após ser insultado por um sujeito desqualificado para o mandato parlamentar que exerce. Absolutamente, Moro não é homem de fugir de seus compromissos. É preciso ficar atento a reportagens tendenciosas que manipulam os fatos.

Tributo ao Ministro da Justiça e Seg. Pública, Sérgio Moro

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Tributo ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro (Espírito de Brasilidade. Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
http://www.gentedeopiniao.com.br/opiniao/tributo-ao-ministro-da-justica-e-seguranca-publica-sergio-moro-espirito-de-brasilidade
A história tem nos revelado que os maiores impérios e as grandes civilizações desmoronaram-se, a partir do instante em que os bons costumes, o caráter, a moral, a ética e o decoro deram lugar à permissividade dos costumes, à impunidade, ao cinismo, ao deboche, à libertinagem, à institucionalização indecorosa de novos padrões comportamentais, enfim, à corrupção generalizada nos poderes da nação. (...)
Peço “venia” antes de enaltecer a figura do ex-juiz Sérgio Moro, pegar carona nos versos da Marchinha do pixuleco, composta em 2015, pelo grande escritor e jurista, conterrâneo de Rui Barbosa:
Votei para Presidente/ E elegi uma grande quadrilha/ Gente com carteira assinada/ Para assaltar a nossa Pátria Amada/ Escândalos e escândalos pipocando/ Do mensalão, zelotes, petrolão ao lava-jato/ Desta vez foi ao fundo do poço/ Para assaltar a nossa Petrobrás/ Isso é demais! / Senhor Juiz Sergio Moro num país cleptocrático/ Urge impor limites nessa gangue / Salteadores do dinheiro da nação/ Todos na prisão /Por isso eu canto! Pixu, pixu,pixu pixuleco/ Quero que vá tudo pro inferno/ Não suporto mais a roubalheira/ Num acinte à Bandeira Brasileira / Pixu, pixu,pixu, pixuleco/ É uma cambada de moleques/ E o povo já está estupefato/ E ainda quer que a gente paga o pato?
E graças ao trabalho altruístico e abnegado do Excelentíssimo Senhor ex-Juiz Federal SERGIO FERNANDO MORO, juntamente com uma plêiade de Procuradores prenderam centenas de meliantes que estavam saqueando

asneira sem limites

Eduscorio (Consultor)

O missivista 'ju2' tenta repetir aqui a manifestação de derrocada de Lula, acusando descabidamente o Ministro por crimes que não cometeu. Mas esta conduta de 'ju2' está tipificada. Deveria o Conjur filtrar tais estultices intelectuais pois não é (ou não deveria ser) balcão de achincalhes e vilipêndios de motivação político-partidária, nitidamente infringentes do art. 138 do CP.

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