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Danos em Brumadinho

Em terceira decisão, Justiça de Minas Gerais bloqueia mais R$ 5 bilhões da Vale

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Comentários de leitores

5 comentários

Privatização

O IDEÓLOGO (Cartorário)

E o governo do "Mito" inicia a privatização de tudo o que encontra pela frente que não lhe pertence, mas ao povo brasileiro.
As tragédias de Mariana e Brumadinho foram praticadas por empresas privadas; outras, diante da entrega de tudo aos particulares, vão acontecer.

Empresa-desejo!

Flávio Marques (Advogado Autônomo)

O rompimento de nova barragem demonstra categoricamente que essa empresa(zinha) prefere gastar milhões por ano com mentirosas propagandas sobre responsabilidade ambiental do que investir pesadamente em segurança das barragens! Essa tragédia só serviu para demonstrar que a empresa-desejo (e não mais empresa vale do rio doce) conduz a sua responsabilidade ambiental pela desfaçatez e pelas ações mais vis! Agora, coloquem na bolsa de ny para vender como ações, empresa-desejo, as mortes das pessoas, dos animais, das plantas, do solo, do patrimônio histórico... E quem sabe não conseguem ganhar dinheiro com isso também, já que a única coisa que lhes interessa! Ps.: quanto ao bloqueio, logo-logo algum deus, daqui ou de brasília, derrubará a liminar, pois, neste sistema podre vivido, a justiça é em prol dos interesses dos grandes!

Obtenção da EFICÁCIA ou "QUEM PARIU MATEUS QUE O EMBALE"

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Ah, prosseguindo-se com o tema de BRUMADINHO, dir-se-ia: mas o que FAZER para OBRIGAR o CIDADÃO ou a PESSOA JURÍDICA a adotar um comportamento ANUAL adequado à OBTENÇÃO de uma solução para os problemas de REJEITOS ou ARMAZENAMENTO de ÁGUA? Prezados, descobri, com BRUMADINHO, que, HOJE, os rejeitos de minério podem se CONSTITUIR em MATÉRIA PRIMA para muitos BENS ÚTEIS aos Cidadãos. Não precisariam, assim, ser qualificados apenas como rejeitos. E as águas, ao invés de envolveram um custo de RETENÇÃO em BARRAGEM, poderiam ser objeto de CANALIZAÇÃO suficiente a seu aproveitamento por processos de limpeza, de forma a servirem à agricultura ou, até, ao consumo. Mas não é só. Como FAZER o SER HUMANO RESPEITAR os SERES HUMANOS vitimados em Vida por CATÁSTROFE? Fazendo como a Europa faz, quanto à INTEGRAÇÃO das MULHERES nas ADMINISTRAÇÃO das SOCIEDADES. Assim, a PESSOA JURÍDICA FICARIA PROIBIDA DE APROVAR DIVIDENDOS AOS SEUS ACIONISTAS, em qualquer VALOR, OU JUROS sobre CAPITAL PRÓPRIO empregado na sociedade, ENQUANTO NÃO INVESTISSE, na SOLUÇÃO dos PROBLEMAS decorrentes da CATÁSTROFE de que é RESPONSÁVEL OBJETIVA ou SUBJETIVAMENTE, os VALORES NECESSÁRIOS à NORMALIZAÇÃO da VIDA dos SOBREVIVENTES e às INDENIZAÇÕES A ELES DEVIDAS, por DEFINIÇÃO ADMINISTRATIVA ou JUDICIAL. Na Europa, só os DIVIDENDOS ou LUCROS NÃO PODEM ser APROVADOS enquanto não alcançado o PERCENTUAL da INTEGRAÇÃO de MULHERES na DIRETORIA -- e nas minhas relações tenho uma brilhante profissional que foi tirada de uma EMPRESA nos ESTADOS UNIDOS para INTEGRAR a ALTA ADMINISTRAÇÃO de uma EMPRESA EUROPEIA. Por que, no Brasil, NÃO SE FAZER algo similar, relativamente às OBRIGAÇÕES OBJETIVAS de EMPRESAS que forem OBJETIVAMENTE RESPONSÁVEIS por CATÁSTROFES? Só assim os Acionistas agirão!

Decisões, proposições e eficácias.

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Sim, nobre e relevante o BLOQUEIO de onze bilhões da VALE. Segundo a mídia, tal valor representaria cerca de cinquenta por cento da DISPONIBILIDADE ATUAL de CAIXA da empresa. Todavia, QUOUSQUE TANDEM -- até quando? -- prevalecerá este BLOQUEIO? Sim, porque NÃO PODEMOS nos esquecer que precedentes da nossa Corte Suprema já demonstraram que sua tendência é derrubar o bloqueio, desde que a "situação patrimonial" do Devedor demonstre que haverá disponibilidade financeira para cumprir suas obrigações, isto é, NÃO AQUELAS geradas por DEVER MORAL, mas as DECORRENTES de DECISÕES JUDICIAIS. Daí, para avaliarmos o grau de evidência de nossa reflexão, é só tomarmos o que aconteceu em Mariana. Uma fundação foi criada, para dirigir a execuções de projetos de reconstrução de uma VILA onde casas serão construídas, junto com escola, comércio e atividades diversas, para abrigar aqueles que foram VITIMADOS VIVOS pela catástrofe de Mariana. E, em notas já divulgadas, a tal Entidade Civil previu uma SOLUÇÃO não para os próximos dias, as próximas horas, os próximos meses, mas PARA o PROXIMO ANO ou, talvez, 2021! __ Ora, por que tanto tempo? Porque não haveria no Brasil e no Mundo condições e legislação ou normas suficientes para tais soluções. MENTIRA! MENTIRA! Uma tal VILA ou aglomerado URBANO poderia seguir os padrões da LEI CIVIL, seja na forma de quota parte em CONDOMÍNIO, seja na forma de LOTES de LOTEAMENTOS, com um NÚCLEO interno de SERVIÇOS e COMÉRCIO. Unidades comerciais, de serviços, de distração e de utilidades diversas profissionais poderiam ser localizadas no "centro" da Vila, tal como já se fez no Brasil e no exterior, para que a VIDA das PESSOAS voltasse à normalidade. E, se necessário, LOTES RURAIS deveriam ser postos na REGIÃO externa.

O fato é novo, mas será que o desfecho será o velho?

Roosevelt Fernandes (Engenheiro)

Se fizermos uma comparação entre as ações estruturadas pelas autoridades quando da tragédia de Mariana e as em andamento em relação a nova tragédia de Brumadinho tem-se a preocupação de saber se os resultados vão ser os mesmos nas duas situações. Ou seja, o tempo vai passar e muito pouco vai se perceber de resultados (preventivos e corretivos) concretos.

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