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Confiança prejudicial

"Alguns juízes têm confiado a assessores tarefa de decidir e julgar casos"

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Comentários de leitores

8 comentários

Oab voltará a ser importante à sociedade?

Adilson G. Mocinho (Advogado Autônomo)

Realmente tenho a esperança de que a OAB volte a cumprir com sua verdadeira missão, sem que alguns dirigentes se preocupem apenas com suas vaidades e interesses pessoais. A OAB é muito importante e grande demais para isso. A atuação da OAB na defesa do Estado Democrático de Direito, da sociedade e dos Advogados é, e deve ser compreendida, impessoal, imparcial. Seus Dirigentes não devem amedrontarem-se em enfrentar os erros e excrecências da cultura do Judiciário. Questões como essas devem ser combatidas com afinco e ampla publicidade. A OAB pode e deve dar ampla publicidade à sociedade das más condutas do Judiciário, em todos os aspectos. Certamente é caso de utilidade pública esclarecer, via mídia, os abusos cometidos por membros do Judiciário e Ministério Público.

A falsa continua...

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

O novel mandarim da estilosa OAB, Pr ?, parece estremecer com os energúmenos atos praticados pelo MP e justiça paranaense, esses que não se precisa identificar vis a vis, já que são notórios. A defesa do advogado empossado.. deveria ser mais enérgica em relação aos ataques sofridos pela instituição, por que os que fazem são franco atiradores; assim devem sê-los respondidos segunda a clássica 3ª Lei de Sir. Newton, inclusive em desprol dos que assentem garantidores, na política, da lidima democracia brasileira, que as utilizam, só e frigidamente, como pano de fundo: um deles é o que esta na presidência, frise-se, contra minha vontade. A roupa suja deve ser lavada em casa, claro que isso inocorre... nunca acontençe, pois o ritmo é a hipocrisia. Se há juízes que se portam como autênticos piratas da judicatura, da moral, do munus e do dever, e a OAB os identificam, que mova ação contra essa corja, a fim deslutrar o trigo do joio, pena de conivência. Estou cansado da sofistica.

É o que é

Carlos Frederico Vilar (Assessor Técnico)

Tive oportunidade de ter às mãos, mais de vezes, despachos e decisões assinadas por magistrados sem sequer serem lidas. Foi a experiência mais frustrante por que já passei. É um grande teatro.

Que Generosidade.

Eliel Karkles (Advogado Autônomo - Civil)

Dizer que "alguns" juízes é muita generosidade. Basta ver o número de decisões x tempo de trabalho. Não bate! Nos tribunais a situação é muito pior. Basta ver o número de assessores. Dizer que estão "pesquisando jurisprudência" é história para boi dormir. Em um trabalho de 2ª a 6ª, menos o dia de sessão temos 4 dias trabalhados. Se trabalhar efetivamente 6 horas, e considerar o número de processos em sessão, de 35 a 40 (em um média), é só calcular.... 6h x 60 min. = 360 min. 40 processo em 4 dias, dá 10 processos por dia. Ou seja, um processo lido, estudado, julgado e relatado, feito o acórdão, etc., em míseros 36 MINUTOS. Matemática PURA! Esta é a "assessorcracia" ou "estagiariocracia". Claro, quando as decisões são revistas e conferidas, até vai lá... Merece um crédito. Mas muitos passam longe das vistas dos juízes, desembargadores e ministros. Só vou acreditar no trabalho efetivo, quando o juiz tiver UM só assessor, desembargador UM só assessor e uma secretária, e ministros idem. O resto é pura balela!

Justiças estaduais

O IDEÓLOGO (Cartorário)

ConJur — Quais os principais gargalos da advocacia no seu estado?
Cássio Telles — A justiça estadual ainda carece de melhor estrutura. Avançamos bastante no processo eletrônico, mas muitas comarcas ainda padecem com a falta de servidores e com a morosidade. Há um concurso aberto para servidores há dois anos, sem ser realizado até o momento. Outra dificuldade grande é o exercício profissional em unidades prisionais. Não temos parlatórios em diversas delas. Alvarás de soltura não são cumpridos após as 18h. Agendamentos para atendimento de clientes nas unidades demoram e há atraso na própria disponibilização do cliente preso no dia marcado. Inquéritos policiais tramitam vagarosamente por falta de servidores. Há uma preocupação também com a qualidade das decisões de primeiro grau. Alguns magistrados parecem não revisar as propostas de decisões e sentenças apresentadas pelas assessorias, o que aumenta a carga de recursos nos tribunais. O excesso de advogados no mercado também é um grande desafio, a OAB tem que protagonizar ações para a reinvenção da advocacia e a descoberta de novas áreas de atuação".

Dependendo do Estado a Justiça Estadual é uma lástima.
Isso decorre do fato de os "governantes de plantão" não possuírem interesse em aprimorá-la. Uma Justiça eficiente, equilibrada e equidistante, investirá contra os grandes corruptos, e eles não querem isso.
Em meu Estado, em alguns territórios judiciais de competência definida na Lei Estadual, você tem convênio com algumas lojas que possuem copiadoras, porque não existe no Fórum máquina de copiar documentos. Em uma cidade, os próprios funcionários compraram uma. E eu pergunto: - Onde está o dinheiro público, que não dá para comprar uma máquina copiadora?

Grande profissional

Marcos R C Rocha (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Tive a honra de conhecer o Dr. Cássio Telles quando fui juiz substituto na comarca de Pato Branco/PR. É um grande advogado. A OAB/PR está em boas mãos.

Assessor!

Neli (Procurador do Município)

Data vênia, Juiz,"lato senso", não deveria ter assessor.Se está na função é em razão da capacidade jurídica dele. Assessor é mais desperdiço de dinheiro público. Se o nomeado não consegue dar conta dos processos, aposente, peça exoneração, mude de profissão.Data vênia. No mais, parabéns pela eleição e pela entrevista.

É livre o exercício de QUALQUER trabalho (CF-art. 5º-XIII)

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista .
Quero saudar o nosso Presidente da República, Jair Bolsonaro, por ter saído em defesa da libertação de cerca de 300 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho, num verdadeiro desrespeito à Constituição e a dignidade da pessoa humana. Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirar proveito econômico. A história se repete: Refiro-me a excrescência do pernicioso famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso de advogados qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, renegando pessoas a coisas. Presidente Bolsonaro mire-se na LEI Nº 13.270/2016 (...) “Art. 6º A denominação ‘médico’ é privativa do graduado em curso superior de Medicina reconhecido e deverá constar obrigatoriamente dos diplomas emitidos por instituições de educação superior credenciadas na forma do art. 46 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), vedada a denominação ‘bacharel em Medicina’.”
Destarte rogo tratamento igualitário para aos milhares de bacharéis em direito ( cativos das OAB), e proponho a edição de uma Medida Provisória, a saber: ( ...)
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição (...)
Art. 1º o art. 3º da Lei nº 8.906 de 04 de julho de 1994, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.3º A denominação ‘advogado” é privativa do graduado em curso superior de direito reconhecido e deverá constar obrigatoriamente dos diplomas emitidos por instituições de educação superior credenciadas na forma do art. 46 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), vedada a denominação de bacharel em direito. (..)

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