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Youtubers mirins e a comunicação mercadológica na infância

Comentários de leitores

4 comentários

Hipocrisia pura!

Gilbert R L Florêncio (Assessor Técnico)

É comovente ver como estão preocupados com nossas crianças. Mas é interessante notar que a preocupação cinge-se ao irrelevante, já que não se tem visto tanto empenho em livrar nossas crianças do verdadeiro estupro mental que lhes vem sendo promovido pelos esquerdistas em nossas escolas, em especial com seus discursinhos infundados acerca de ideologia de gênero.
Entendam, a educação cabe aos pais, não ao Estado. Não se pode presumir que os pais sejam imbecis e que não saibam pôr limites aos desejos de seus filhos. Ao Estado cabe promover a disseminação de conhecimento, que não se confunde com educação.

Errata

Kelvin de Medeiros (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

No lugar de "produtos a voltados" leia-se "produtos voltados público infantil".

Uma dúvida

Kelvin de Medeiros (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Gostaria que o autor tirasse uma dúvida: a maioria das crianças tem renda (e controle sobre ela) própria?

Pergunto isso em razão de que, via de regra, cabe ao responsável pela criança escolher se e quando ela ganhará algum produto desejado que porventura tenha visto em propagandas.

Se os responsáveis pela criança não têm controle suficiente para domar seus desejos, se mostra inócuo restringir a publicidade de produtos a voltados, já que o impulso consumista continuará presente.

Estado demais

ERocha (Publicitário)

Do que adianta abrir uma empresa, investir em um produto e depois o Estado criar dificuldades para divulgar o produto?

Talvez fosse mais eficiente fechar as empresas.

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